sexta-feira, 27 de outubro de 2017

"As pessoas percebem o desastre em que se encontram os serviços públicos. Na saúde, nos transportes, nas escolas, na segurança social."

Até os comunistas concordam: "As pessoas percebem o desastre em que se encontram os serviços públicos. Na saúde, nos transportes, nas escolas, na segurança social." (Fonte: Frente Comum dos Sindicatos da Função Pùblica).

Reparem bem: após 2 anos de desgoverno social comunista, com as reversões de tudo o que de correto fez o Governo de Passos Coelho, os comunistas fazem um diagnóstico demolidor do estado em que se encontram os serviços públicos de educação, saúde e transportes. confirmando que, quando os comunistas metem as patas sobre a vida das pessoas e controlam os organismos públicos, dão cabo de tudo o que funciona bem, endividam o Estado como se não houvesse amanhã e criam embaraços,dificuldades e distorsões à vida das empresas e das pessoas, asfixiando-as até ao limite.

O que se passa na Educação é exemplo do poder destruidor dos comunistas: turmas sem professores passados quase 3 meses do início das aulas, dezenas de milhares de docentes colocados sem horário letivo, vegetando nas escolas sem que façam alguma coisa de útil,  confusão curricular, aumento exponencial de baixas fraudulentas e criação de apêndices curriculares que não passam de lixo tóxico para as mentes das crianças e jovens como é o caso das orientações sobre cidadania, sexo e desenvolvimento global.

Isto é só o início. Vem aí mais lixo, preparem-se e aguentem com o mau cheiro!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Absentismo nas escolas estatais não para de subir. A corja social comunista reforça o poder nas escolas estatais

O Correio da Manhã faz manchete com "professores deslocados disparam baixas". O início das aulas nas escolas estatais tem sido marcado pelo aumento de baixas fraudulentas, contratação de professores para horários zero e incompletos, alunos sem aulas, descoordenação e desleixo. É o efeito Nogueira a fazer-se sentir com um ministro da educação a executar fielmente as decisões tomadas na sede central da Fenprof e no comité central do PCP. Em dois anos de desgoverno, a corja social comunista reforçou o poder total no Ministério da Educação e desfez tudo o que de bom foi feito durante o governo PSD/CDS. A corja reinstalou o facilitismo e a falta de rigor, aumentou a despesa pública nas escolas estatais e criou confusão curricular onde antes havia clareza e rigor.


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O melhor investimento de uma vida: tirem os vossos filhos das escolas estatais e metam-nos em boas escolas privadas

Vem aí muito lixo. As escolas estatais estão a ser alvo de uma pressão inaudita para ressocializarem as crianças e os jovens de acordo com a matriz da ideologia do género e do igualitarismo social comunista. O BE, com o apoio oportunista do PS e do PCP,  propõe a criação de uma disciplina de "cidadania e desenvolvimento" que não é mais do que um endoutrinamento marxista numa mistura tóxica do comunismo com a defesa de todas as perversões sexuais. A nova disciplina vem associada a uma outra proposta de alta toxicidade: a introdução de conteúdos LGBT nos programas de ensino com particular destaque para a história dos movimentos gay, lésbico e transexual. Os tarados do BE pretendem impregnar a disciplina de História com conteúdos sobre a história dos movimentos gay, lésbico e transexual tendo em vista confundir as crianças e os jovens, doutriná-os na ideia de que o "normal" é a poli-sexualidade e que a heterossexualidade é uma prática fora de moda e opressora que urge combater e substituir por todo o tipo de perversões e anormalidades.

As escolas estatais estão sob ataque, são ambientes tóxicos que cultivam o vício e a perversão. As escolas estatais ensinam pouco, ensinam mal e ensinam o que não devem ensinar. São fábricas ideológicas de produção de inveja, ressentimento e ódio à Cultura Ocidental, à liberdade e à matriz cultural judaico-cristã.

Chegámos a um ponto em que o melhor investimento que os pais podem fazer é retirar os filhos das escolas estatais e colocá-los numa boa escola privada, afastando-os do lixo e da ideologia perversa a que os tarados do BE, do PCP e do PS querem submetê-los.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Sindicatos ou mafias?

Os sindicatos dos professores parecem-se  cada vez mais com as organizações criminosas que se alimentam da extorção. Exemplo disso é a complexidade crescente dos concursos de recrutamento de professores, um instrumento kafkiano criado pelos sindicatos, com o objetivo de sacarem dinheiro aos candidatos a professores e aos professores que todos os anos mudam de escola. 

Os sindicatos têm um serviço para preenchimento das candidaturas a que recorrem quase todos os professores. Sem recorrerem a esse serviço é quase impossível fazer a candidatura. Uma tal complexidade concursal é caso único na Europa. Todos ganham menos o contribuinte que paga todos estes desmandos. Ganham os burocratas sindicais que, graças à elevada taxa de sindicalização docente, levam uma vida regalada; ganham os professores que não querem trabalhar porque os sindicatos lhes dizem como fazer para ficarem colocados, perto de casa, sem horário letivo. 

Só perde o país que alimenta esta cáfila de abutres e vigaristas.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Um país capturado pelos sociais comunistas

Ontem ficámos a saber que, no setor da administração pública mais social comunista do país - a segurança social - , há um chefe por cada 4,5 funcionários e cada funcionário tem direito a gozar mais 12 dias de férias por ano, para além dos 30 dias a que todos têm direito. 

A Geringonça governa para esta gente, esconde os problemas debaixo do tapete, empurra com a barriga, martela as estatísticas e vai ganhando tempo até que a realidade se volte a impor e a quarta bancarrota  aconteça. Nos últimos 40 anos, tem sido esse o destino de Portugal.

O social comunismo capturou o país em favor de metade dele - funcionários públicos e reformados da CGA -, colocando a outra metade a trabalhar e a pagar para eles. Os outros países da UE fazem reformas, diminuem a carga fiscal, reduzem o peso do Estado na economia e o Portugal da Genringonça adia, cria mais despesa, aumenta o peso do Estado Social, empurra as novas gerações para fora do país e bloqueia a modernização da economia.

Na Educação, o processo de abandalhamento e despesismo corre veloz e com o consentimento e aplauso dos professores, o grupo profissional mais esquerdista do país. O número de baixas fraudulentas aumentou exponencialmente. O ME não divulga dados mas qualquer observador atento verifica que o número de professores com baixa prolongada aumentou muito nos últimos 18 meses.

O despesismo regressou em força às escolas básicas e secundárias. A ordem é para gastar dinheiro em "modernices" pedagógicas, com nomes pomposos do tipo "sala de aula do futuro", que afastam a escola do seu papel principal: a instrução.  O número de professores sem turma atribuída não pára de subir.

A geringonça responde ao aumento da despesa pública com a criação de mais impostos, gerando um clima hostil ao investimento e reforçando os bloqueios à liberdade económica e à modernização.

Os sociais comunistas não são apenas comunistas - e isso já seria de uma gravidade extrema, dado que a ideologia comunista andou sempre associada à pobreza, miséria, ditadura e genocídio -, são também doidos varridos. Em tudo o que tocam, criam bandalheira, estragam e destroem. Veja-se a este propósito a bandalheira que está a ser criada nas escolas.

O lastro de destruição económica e morte que o comunismo deixou ao longo da História deveria ser suficiente para lhe dar o mesmo tratamento que damos ao nazismo: proibi-lo.

Desgraçadamente, aceitamos ser governados por pessoas que, além de doidas varridas, são comunistas.

Isto vai acabar mal.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Censura nas Universidades e rebaldaria contratual e curricular nas escolas básicas e secundárias

Um ano e meio de Governo social comunista e os resultados estão à vista na Educação:

1. Na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova, um grupo de duas dezenas de militantes e simpatizantes da organização social fascista que dá pelo nome de Bloco de Esquerda impediu a realização de uma conferência sobre Populismo e Democracia. O conferencista impedido de dar a conferência é um professor universitário, politólogo, com vasta obra publicada. Qual a reação do diretor da Faculdade e do reitor da Universidade Nova? Ajoelhar. No futuro, a canalha social comunista terá o poder de decidir não só o que se ensina e se investiga, como também quem se contrata, quem se promove e quem se saneia. Os departamentos de ciências sociais e humanas das universidades portuguesas são controlados por extremistas ideológicos que não olham a meios para atingir os fins: a construção de uma sociedade totalmente controlada pelo Estado e pelas minorias ativistas, reduzindo a liberdade de expressão e a liberdade contratual e económica a zero.

2. As escolas básicas e secundárias estão repletas de professores que não dão aulas. O ME não divulga números e os partidos da oposição democrática andam distraídos e não perguntam nem investigam. Se perguntassem e investigassem depressa chegariam à conclusão de que o número de falsas baixas prolongada subiu exponencialmente e o número de contratações voltou a disparar, muitas delas para horários que não existem e para exercer funções que apenas atrapalham quem quer ensinar.

3. Os social comunistas prometeram fazer uma revolução curricular e estão a cumprir. Menos horas para o ensino da matemática e do português, mais horas para ensinar "soft skills", ideologia social comunista e doutrinamento revolucionário. Os resultados ver-se-ão nos próximos PISA. Caso a revolução curricular se concretize, a geração que agora está nas escolas básicas vai chegar à vida adulta menos preparada, mais ignorante e com a cabeça cheia de lixo ideológico. O objetivo dos revolucionários social comunistas é criar uma geração de ignorantes, facilmente manipuláveis, enquanto colocam os filhos e netos a salvo da ignorância, colocando-os nos melhores colégios privados onde não entra a revolução curricular que eles impuseram nas escolas estatais.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Trump, os esquerdopatas e eu

Pergunto a mim próprio: se residisses nos EUA e tivesses direito de voto, darias o teu voto a Trump ou à Hilary Clinton? Francamente, não sei. Mas sei que não daria o meu voto à Hilary por duas razões: Hilary é a face da corrupção e a sua eleição representaria o reforço dos interesses particulares, das agendas fraturantes e dos limites à liberdade de expressão em nome da defesa dos direitos das minorias ativistas.

A vitória de Trump foi uma estrondosa derrota dos inimigos da liberdade da expressão e dos interesses particulares alimentados pelo poder mediático dos ativistas que controlam os media, as universidades e as ruas. Tudo o que contribua para reduzir o poder dos ativistas que querem impor pela força as agendas fraturantes e o aumento do controlo do Estado sobre as pessoas é bom.

Lamento que tenha sido um defensor do protecionismo económico e do isolacionismo a derrotar os esquerdopatas. Mas o mais importante de tudo era derrotar os esquerdopatas, ainda que para isso tenha sido necessário usar as táticas leninistas de infiltração por dentro e de controlo da linguagem, do pensamento e das ruas. Steve Bannon, estratega chefe de Donald Trump, estudou profundamente o leninismo e sabe aplicar as táticas leninistas para derrotar os leninistas.

Os esquerdopatas estão em pânico e na defensiva e isso é uma coisa boa e necessária sob pena de acordarmos um dia completamente submetidos ao poder da hetero e da autocensura e na mais completa dependência e controlo do Estado.

Preferia que tivesse sido um defensor do livre comércio a ganhar as eleições embora esteja certo de que o pragmatismo de Trump o vai levar a moderar a agenda protecionista e anti-imigração. Já está a moderar, aliás. A nova política de imigração de Donal Trump, se excetuarmos a retórica, é muito semelhante à que está em vigor no Canadá e na Austrália: quotas de imigração com base no mérito que resultam num sistema de pontuação onde o saber falar e escrever bem inglês e a posse de diplomas universitários em áreas relevantes para a economia e a inovação tecnológica são determinantes.

Na política educativa já se sentem os efeitos positivos: a agenda da livre escolha das escolas pelas famílias renasceu e os ataques à liberdade de expressão nas universidades, sobretudo nas que são controladas pelo Estado, começaram a ter resposta: Trump afirmou que vai cortar os fundos federais às universidades que não garantirem a liberdade de expressão. Ora isso é uma coisa boa. Tudo o que seja quebrar o controlo que os esquerdopatas exercem sobre as escolas e as universidades é de saudar.