Para além da crescente inacessibilidade dos portugueses a consultas da especialidade, as quais chegam a ter tempos de demora superiores a dois anos, para além do caos nas urgências, dos falhanços do INEM e de largos setores da proteção civil, surge agora aquilo que nem o mais pessimista dos portugueses julgaria ser possível: Os Hospitais da CUF suspendem os acordos com a ADSE a partir de abril. Essa suspensão será seguida por outras entidades privadas prestadoras de cuidados de saúde.
Este caso dramático para os mais de 1 milhão de subscritores da ADSE é produto do ódio que este Governo das esquerdas vota a tudo o que é privado e funciona com qualidade. É o fruto também da chegada recente dos comunistas do BE e do PCP aos orgãos dirigentes da ADSE. Em troca do apoio político que sustenta a geringonça, António Costa vai distribuindo os lugares cimeiros e intermédios da administração pública pelos seus parceiros de governação.