sábado, 16 de fevereiro de 2019

Político brasileiro comprometido com a extrema esquerda e a agenda LGBTI refugia-se em Portugal

Mais um que se refugia no "inferno" capitalista pese embora ter a boca cheia de insultos ao capitalismo e louvores ao socialismo chavista. Tão perto que ele estava do paraíso - era só atravessar a fronteira para a Venezuela -. e o desgraçado hipócrita escolhe o inferno para viver.

Esta hipocrisia está no cerne da ideologia que estes hipócritas mentirosos professam. A escola estatal é boa e as privadas não prestam mas a esquerdalha mete os filhos nos melhores colégios. Os hospitais do Estado é que são bons mas a esquerdalha, quando está em apuros, acolhe-se nos hospitais privados. 

Cidadania marxista nas escolas: para que serve?

A introdução no currículo de uma coisa chamada cidadania e desenvolvimento é mais um veículo criado pela extrema esquerda para reforçar o poder e a influência nas escolas. Criam novos espaços curriculares, aumentam as clientelas e conseguem mais espaço no controlo do mercado das bolsas, subsídios estatais, editores e revistas de educação.

Para além do caráter tóxico dos conteúdos, manifesto na primazia dada à agenda LGBTI, desdém pela família tradicional apelidada de patriarcal e difusão da ideologia do género, a cidadania e desenvolvimento cria e transfere poder para os grupos de ativistas  entrarem nas escolas e mandarem nos professores.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Como eu poderia ter sido uma vítima da destruição do SNS levado a cabo pela frente de esquerda

Fui internado de urgência para uma cirurgia de alguma complexidade. Estou internado, num hospital privado com convenção com a ADSE, em período pós.operatório, há 4 dias. Não sei anda quando terei alta. 

Não fosse a ADSE e eu seria mais uma vítima da perseguição que o governo da Frente de Esquerda move aos doentes portugueses e aos prestadores privados de cuidados de saúde.

A minha cirurgia ainda estaria por fazer, seria colocado numa lista de espera e, quem sabe, acabaria por morrer sem assistência adequada. Teria o destino comum a muitos portugueses perante a indiferença generalizada dos partidos de esquerda e de milhões de idiotas úteis agarrados às migalhas que ainda recebem do Estado socialista. Seria mais uma vítima da perseguição que a Governo de frente de esquerda move aos doentes. Mais um mês e estaria sem proteção e sem cuidados adequados. 

A guerra que os esquerdistas fazem aos hospitais privados é um guerra aos doentes. Ponham os olhos na Venezuela e vejam do que a extrema esquerda é capaz. Que morram os doentes com falta de cuidados de saúde mas que se  salve a ideologia maléfica professada por estes doidos varridos e psicopatas insensíveis!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Como a Frente de Esquerda vai destruindo o SNS por motivos meramente ideológicos

Para além da crescente inacessibilidade dos portugueses  a consultas da especialidade, as quais chegam a ter tempos de demora superiores a dois anos, para além do caos nas urgências, dos falhanços do INEM e de largos setores da proteção civil, surge agora aquilo que nem o mais pessimista dos portugueses julgaria ser possível: Os Hospitais da CUF suspendem os acordos com a ADSE a partir de abril. Essa suspensão será seguida por outras entidades privadas prestadoras de cuidados de saúde.

Este caso dramático para os mais de 1 milhão de subscritores da ADSE é produto do ódio que este Governo das esquerdas vota a tudo o que é privado e funciona com qualidade. É o fruto também da chegada recente dos comunistas do BE e do PCP aos orgãos dirigentes da ADSE. Em troca do apoio político que sustenta a geringonça, António Costa vai distribuindo os lugares cimeiros e intermédios da administração pública pelos seus parceiros de governação.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Os comunistas do BE querem acabar com os exames do 9º ano

Primeiro é preciso saber quem é a gente que se esconde sob a máscara do BE. São a soma de vários partidos de extrema esquerda, uns maoistas outros trotskistas. E esses partidos continuam a existir e a comandar a estratégia política do BE e dão pelos nomes de UDP e PSR. Nunca lhes ouvimos uma autocrítica, continuam tão comunistas e extremistas como eram nos tempos em que não tinham votos suficientes para ganhar um deputado.

Muito mudou desde então, sobretudo a partir do momento em que o PS os trouxe para esfera do Governo e a comunicação social passou a dar-lhes um tempo de antena muito superior aos 10% dos votos obtidos nas últimas eleições legislativas.

Quando o BE faz uma exigência, o PS de Costa executa. Foi assim com o fim dos exames no 4º ano e será também com os exames do 9º ano.

Objetivo: impedir que haja dados comparativos fiáveis que permitam revelar o gigantesco fiasco educativo de um número crescente de escolas estatais impregnadas de violência, confusão curricular e absentismo docente. Sem dados comparativos, o BE pode continuar a mentir sem contraditório.

O BE de agora é mais perigoso do que o BE da UDP e PSR porque agora esconde o seu verdadeiro projeto que não é mais do que  construir uma sociedade e economia comunistas. O discurso político do BE é mistificador, enganador e mentiroso. Em vez de comunismo falam em sociedade igualitária; em vez de luta de classes, tem um discurso que opõe as reivindicações identitárias ao domínio da família tradicional, empresários e todos aqueles que criam riqueza, apelidando-os de especuladores e exploradores, responsáveis por todos os males de que padece a sociedade.


O estudo sobre o projeto piloto do ensino vocacional que a frente de esquerda quis esconder

Este foi o estudo realizado por uma equipa coordenada pelo Prof. Paulo Dias e da qual fiz parte, e que a frente de esquerda quis esconder: ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DO ENSINO VOCACIONALBÁSICO EM PORTUGAL NAS TREZE ESCOLAS DOPROJETO-PILOTO.

Rejeitado por todas as principais revistas de educação e de sociologia do país, acabou por ser publicado na Revista Online Interações. 

Os pareceres negativos dos editores das revistas neomarxistas, todas elas dominadas por professores universitários da área da educação ligados à extrema esquerda, basearam-se em pura ideologia e preconceito contra o ensino vocacional, associado por essa gente à promoção das desigualdades. Nem tiveram a decência de ler criticamente o longo texto de 45 páginas que os autores lhes enviaram. 

Uma vez que o projeto em análise e avaliação estava associado a políticas educativas de Nuno Crato, o estudo não merecia ver a luz do dia. Foi silenciado pelos censores neomarxistas. Rejeitado por todas as principais revistas de educação do país.

Sem espaço para muito mais, deixo os leitores com uma das conclusões do estudo:

Urge salientar que, embora uma parte dos alunos que frequentam o ensino vocacional possam fazê-lo como última alternativa por, globalmente, o nosso sistema ter sido incapaz de lhes dar uma resposta, o nosso estudo parece indicar outras situações em que tal procura decorre de uma tendência essencialmente «natural» de reprodução das profissões do contexto familiar pois, desde logo, nestes cursos (porque em muitos casos as profissões dos pais serão consentâneas) os alunos não se sentem tão afastados das aprendizagens pedidas mas, pelo contrário, podem até apresentar níveis motivacionais elevados porque o saber que trazem de casa (contrariamente ao que acontecia no ensino regular) é requerido, faz falta e é valorizado neste cursos, dando-lhes por esta via uma vantagem acrescida em frequentá-los, correspondentemente ao que acontece com os seus colegas mais favorecidos que frequentam o ensino regular.


domingo, 10 de fevereiro de 2019

O processo de destruição da escola pública está em marcha e conta com o apoio da frente de esquerda

O Expresso online de sábado passado dava conta da crescente dificuldade na contratação de professores para as escolas de Lisboa, sendo cada vez mais comuns casos de alunos que ficam 4 semanas sem aulas, à espera de um professor substituto. Isso acontece com todas as disciplinas mas é particularmente grave com a Matemática e o Português.

Depois da saúde, é a educação pública. Dois bens essenciais que a frente de esquerda tornou cada vez menos acessíveis.

O processo de destruição em curso da escola pública passou por diversas fases desde 2015 para cá. 

Primeiro, a frente de esquerda terminou com os contratos de associação, impedindo a liberdade de escolha das famílias e empurrando as crianças e jovens mais pobres para a frequência de escolas estatais sem qualidade, insalubres, impregnadas de violência e da cultura de gangues.

Depois, criou a anarquia curricular, a qual sob a capa da autonomia pedagógica e da flexibilização provocou a anarquia e desordem curriculares e a redução da carga horária das disciplinas estruturantes: matemática e português.

Por fim, graças a um sistema caótico e kafkiano de contratação de professores obriga os alunos a ficarem sem professores durante semanas.

A frente de esquerda conduz uma política criminosa que está a afastar cada vez mais os portugueses mais pobres do acesso a cuidados de saúde e de educação de qualidade.

Silenciar esta atividade criminosa é cumplicidade. Não se pode ficar calado. Acordai, patriotas, antes que seja tarde.