sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Tropa de Maduro atira a matar na fronteira com o Brasil

O ditador Maduro segue o caminho da Coreia do Norte: enquanto o povo morre sem cuidados médicos nem comida, o ditador fecha fronteiras e coloca o exército a disparar sobre a população que procura alcançar a ajuda humanitária. Incidentes na fronteira com o Brasil fizeram dois mortos e vários feridos. Face a isto,  os comunistas do BE e do PCP ou silenciam ou atiram as culpas para a oposição democrática.

Matar o povo à fome, à doença e ao tiro é um cenário habitual em todas as experiências comunistas. Foi assim com a RDA e o Muro, é assim na Coreia do Norte e em Cuba.

Os comunistas do BE e do PCP colocam a ideologia acima do bem estar do povo porque  são movidos por uma ética que se explica numa simples frase: os fins justificam os meios.

Julgando-se os portadores e intérpretes do futuro, os comunistas não olham a meios para atingir os fins e, por mais que a realidade e a História os desmintam, sentem-se confortáveis com a miséria, a doença e as chacinas generalizadas, provocadas pelas políticas deles, porque umas e outras são o preço a pagar para atingir a sociedade comunista. O discurso, a ética e a prática dos comunistas são cruéis e desumanas e essa crueldade faz parte da sua natureza. Os comunistas são cruéis e desumanos porque essa é a natureza do ser comunista. 

Comunistas do BE apoiam o chavismo venezuelano

Os comunistas do BE são mestres no disfarce, mentira e dissimulação. Para desocultar a dissimulação temos de ir às fontes e visitar, por mais que custe, o órgão oficial do partido, o Esquerda.Net, onde eles abrem a cortina de fumo e mostram a sua verdadeira natureza.

Não podemos limitar a nossa análise ao discurso do BE apenas por aquilo que os líderes dizem, diariamente, várias vezes ao dia, nas televisões. Quando em frente a uma câmara de televisão, os bloquistas mostram a sua versão light, aparentemente moderada enganar o povo. No Esquerda. Net mostram a sua verdadeira natureza, são brutais, cruéis, tão comunistas como no tempo em que Louçã dava vivas a Trotsky e a Rosa Luxemburgo, Luís Fazenda elogiava o regime comunista albanês e o Fernando Rosas percorria as ruas de Lisboa com slogans do tipo "longa vida ao Presidente Mao" e "Que viva Estaline".

São os mesmos, não mudaram nada. Nunca se lhes ouviu uma autocrítica. 

No Esquerda. Net de hoje pode ler-se um dossier em louvor da revolução comunista  alemã, tentada, na Alemanha pelos comunistas liderados por Rosa Luxemburgo. E pode ler-se também uma acusação aos democratas venezuelanos, acusando-os de, ao desafiarem a ditadura de Maduro, empurrarem o país para uma guerra civil.

Ora bem, de acordo com estes sociopatas, são as forças democráticas as culpadas pela situação dramática que se vive na Venezuela. São os democratas e não os comunistas os culpados por  haver milhares de crianças e idosos a morrerem com falta de medicamentos e de comida, prateleiras de supermercados vazias, farmácias sem nada para vender e um exército a bloquear os acessos à ajuda humanitária.

A cegueira ideológica dos comunistas do BE impede-os de ver as crianças com forme, os doentes sem cuidados de saúde nem acesso a medicamentos e um exército de narcotraficantes a impedirem a entrega de toneladas de comida e de fármacos.

Na hora da verdade, os comunistas do BE colocam-se ao lado dos narcotraficantes, dos coletivos chavistas que espalham o terror nas ruas e nos bairros, dos que impedem a ajuda humanitária de chegar aos que se encontram doentes e com fome.

Desiludam-se os idiotas úteis que votam no BE. Ao fazê-lo estão a dar poder a um partido que se coloca ao lado dos genocidas, dos que espalham o terror, dos que prendem arbitrariamente e dos que matam à fome e à lei da bala quem se lhes opõe. Os idiotas úteis - e há tantos entre os professores- que apoiam os bloquistas são também cúmplices da desgraça que atinge os venezuelanos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

ME envia comissários políticos para avaliar escolas

O ME aperta o cerco aos professores e às escolas que resistam à retórica do "trabalhar as competência" e "promover a inclusão", leia-se abandonar a função de instrução e avaliar os alunos não na base do que aprenderam e sabem mas em fundamentos de caráter ideológico e pertenças identitárias.

O novo ciclo de avaliação externa das escolas terá assistência a aulas com caráter obrigatório e essas assistências serão feitas por dois inspetores e dois peritos externos. Como a ênfase da avaliação das escolas passa a estar não no que os professores ensinam e os alunos aprendem, nem no ambiente pedagógico propício ao ensino e aprendizagem ou quaisquer outros indicadores pedagógicos factuais, as escolas com classificações mais elevadas passarão a ser as que promovem percursos diretos de sucesso, leia-se que passam todos os alunos mesmo que eles não saibam nada.

Escolas com projetos que promovam causas identitárias e fracturantes ocuparão os primeiros lugares e aquelas que teimam em ensinar conteúdos relevantes estarão nos últimos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Não ponham os comunistas a gerir as minhas contribuições para a ADSE

Já repararam que foi preciso os comunistas entrarem nos órgãos diretivos da ADSE para que os prestadores de cuidados de saúde privados se vissem forçados a suspender as convenções com a ADSE? 

Um tal Eugénio Rosa, nomeado pelo PCP para integrar a direção da ADSE, lançou hoje gasolina para cima do problema cortando pontes que permitam o entendimento, exigindo o pagamento de dezenas de milhões de euros de faturação supostamente a mais.

Depois de, em 3 anos de desgoverno, darem cabo do SNS, os comunistas têm agora como novo objetivo destruir a ADSE tal como a conhecemos apenas porque são ideologicamente contra a liberdade de escolha.

Se for preciso escolherem entre a ideologia e a saúde dos portugueses, os comunistas escolhem a primeira.

Ponham os olhos no que se passa na Venezuela. PCP e BE não só não se demarcam do regime comunista venezuelano como o elogiam sempre que podem.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Como a frente de esquerda martela estatísticas de sucesso e cria factos alternativos para esconder a realidade

A frente de esquerda não gosta de rankings de escolas porque eles mostram a realidade que os esquerdistas escondem: as escolas privadas prestam um melhor serviço do que as estatais; há escolas estatais que são tóxicas e há muito deveriam estar fechadas; concessionar o serviço público de educação a privados com provas dadas é mais barato e cria mais valor para todas as partes.

A forma que a frente de esquerda encontrou para esconder a realidade foi a criação de um facto alternativo que dá pelo nome de percursos diretos de sucesso. As escolas estatais têm maus resultados nos exames e ocupam os últimos lugares dos rankings?  Então, criemos um ranking alternativo que permita maquilhar a realidade e fazer de um mau serviço educativo um indicador de sucesso. 

As escolas estatais que não têm qualidade agarraram na ideia e descobriram que basta passar de ano os alunos todos para que, por magia, ocupem lugares cimeiros. E deram-lhe um nome que diz tudo: percursos diretos de sucesso.

Querem apostar que, se os comunistas do BE forem para o Governo, as reprovações acabam não só até ao 9º ano mas também no ensino secundário e, se lhes derem tempo para isso, até no superior?Eles já andam a avisar que é preciso acabar com os exames do 9º ano. E quando os comunistas do BE exigem, o Costa cumpre.

Uma verdadeira corja com alto poder destrutivo.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Escola António Arroios fechada devido a problemas com a eletricidade

Mais uma escola estatal que fecha devido a falta de investimento na manutenção e renovação das instalações. Desta vez, foi a icónica Escola António Arroios. A coisa está assim: escolas que fecham, professores que faltam semanas seguidas sem serem substituídos, disciplinas para as quais não se encontram professores disponíveis, alunos sem aulas.

Quando a esquerda socialista se une à extrema esquerda comunista acontecem coisas destas. É assim com a degradação do ensino estatal, é também assim com o descalabro dos hospitais estatais. Bem podem os comunistas do BE encher as rotundas de "out-doors" com frases do tipo "saúde pública para todos" que nós sabemos o que eles querem dizer com o slogan de propaganda: "vamos condenar todos os portugueses às intermináveis listas de espera para consultas de especialidade e cirurgias, mas - descansem! . seremos todos iguais na penúria de cuidados de saúde". Onde é que eu já vi disto? Na Venezuela|

À generalização da penúria os comunistas chamam igualdade.

Se tiverem de escolher entre a ideologia e a saúde dos portugueses, os comunistas não hesitam e escolhem a primeira. A História demonstra-o, em todo o lado onde estes perigosos doidos varridos, fanáticos doentios, se prolongam no poder. O ataque infame à ADSE e às convenções com os hospitais privados mostra bem o que os comunistas querem.


Formação humanista ou formação socialista?

O inenarrável secretário de estado, um tal João Costa, proferiu esta pérola a propósito dos rankings das escolas, rankings esses que o citado (des)governante não pára de tentar esconder, martelando estatísticas e torturando dados:

"...se os melhores resultados não estiverem associados ao desenvolvimento de um perfil que leva os alunos a colocar os seus conhecimentos ao serviço da construção de uma melhor sociedade, a escola não está a formar bem. Há escolas que desenvolvem um trabalho admirável na promoção de projetos de cidadania, serviço social, trabalho cooperativo. Um 17 a biologia de quem não considera os outros vale menos do que um 15 de um aluno respeitador e solidário" (Sol, 16/2/2019).

É preciso descodificar o discurso dos esquerdistas. Quando dizem solidário querem dizer pôr o Estado a roubar alguns para distribuir pela tropa que apoia a oligarquia; quando  dizem projetos de cidadania, querem dizer abrir as escolas aos ativistas e impregnar o currículo de causas fraturantes e retórica socialista; quando afirmam que vão pôr a escola ao serviço da construção de uma sociedade melhor e igualitária, querem dizer instrumentalizar a escola ao serviço do projeto revolucionário socialista.

Esta gente é extremamente perigosa. É necessário descodificar o discurso da oligarquia socialista porque os esquerdistas são mestres na mentira e na dissimulação. George Orwell tinha razão. Os esquerdistas usam um linguajar, uma novilíngua que precisa de escrutínio e descodificação constantes.

Para os esquerdistas, a verdade é a mentira, liberdade é opressão, solidariedade é extorsão e assim por diante.