terça-feira, 5 de março de 2019

Comunistas do BE lideram movimento para saneamento de juiz

Os comunistas do BE querem sanear um juiz que redigiu despachos com considerações históricas e culturais que não agradaram ao BE. Lançaram uma campanha de bullying e de insultos que faz lembrar as campanhas sujas ocorridas durante o PREC contra as forças e instituições que, nessa altura, se opunham ao comunismo.

Se os comunistas do BE conseguirem sanear o juiz, abrem o caminho para o fim da separação de poderes. De ora em diante, seriam os comunistas a avaliar, na praça pública, o desempenho dos juizes, condicionando as decisões deles.

Não admira que a campanha de insultos seja dirigida pelos comunistas do BE. São especialistas na matéria. Hoje como há 40 anos atrás, no tempo em que os bloquistas se dividiam pela UDP e pelo PSR, continuam adeptos da justiça popular, uma justiça ao serviço do projeto revolucionário, que ignora factos e se baseia em opiniões e preconceitos ideológicos.


domingo, 3 de março de 2019

Agressões a professoras já nem são notícia

Já repararam que o PS, o BE e o PCP silenciam as agressões às professoras, aos polícias e aos médicos? As agressões a autoridades legítimas, no exercício das suas funções legítimas, são vistas como eventos normais isentos de culpa e responsabilidade.

Na semana passada, mais uma professora do Porto foi agredida barbaramente à entrada da escola pela mãe de um aluno. Silêncio total. Os comunistas do BE e do PCP nada disseram sobre o assunto.

Os eventos que reduzam os poderes das autoridades legítimas e que, por consequência, criem desordem e caos na sociedade são vistos pelos comunistas do BE, do PCP e seus infiltrados no PS como legítimos, justificáveis e portadores de futuro.

Agressões a polícias e professores são encaradas como  respostas naturais a uma sociedade repressiva e opressora. Já quando essas autoridades respondem às agressões, ainda que com proporcionalidade, essas respostas são vistas como censuráveis e dignas de punição. E são pretextos para os indignados profissionais, a tropa de choque dos sociais comunistas pendurados nas ONG financiadas pelo Estado, ocuparem as ruas e os media com acusações e insultos às autoridades legítimas que se limitaram a dar uma resposta proporcional aos profissionais da agressão.

Enquanto a esmagadora maioria dos portugueses ficam em silêncio, com medo de caírem na massa anónima dos "deploráveis", os ativistas ocupam todos os espaços, físicos e digitais, comportando-se como se tivessem o apoio da maioria silenciosa e fossem os donos do país.

sábado, 2 de março de 2019

A liberdade de escolha na saúde e na educação é o pesadelo dos sociais comunistas

O preço a pagar pela viabilização do governo da frente de esquerda tem sido a degradação progressiva do SNS e do sistema estatal de ensino.

A degradação na saúde manifesta-se, diariamente, pelo crescente tempo de espera para consultas da especialidade, corredores de hospitais repletos de doentes, cirurgias adiadas, falta de fármacos, colapso da ADSE e falta de médicos. 

As urgências dos hospitais do Estado estão transformadas num inferno. Pensar que podemos ter de recorrer às urgências de um hospital estatal é o suficiente para ficarmos com pesadelos e elevados níveis de ansiedade. 

Três anos de governo de frente de esquerda foram suficientes para degradar o sistema estatal de saúde. Como a esquerda tem pavor à liberdade, pôs fim ao acesso dos beneficiários da ADSE, mais de um milhão de portugueses, aos hospitais privados da CUF, da Luz e dos Lusíadas, entre outros, obrigando-os a recorrer aos hospitais do Estado, apesar de continuarem a pagar para a ADSE 3,5% do vencimento bruto mensal.

Com as escolas passou-se algo de semelhante. Uma das primeiras reversões teve que ver com o fim dos contratos de associação com os colégios privados, anulando a liberdade de escolha de dezenas de milhares de alunos.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Desregulamentar a contratação de professores e acabar com a captura das escolas pelos sindicatos

As escolas privadas têm duas enormes diferenças face às escolas estatais: nas primeiras, os alunos têm mais aulas e a qualidade do ensino é, regra geral, maior nos estabelecimentos privados. Quem tiver dúvidas, olhe para os rankings.

O sistema de colocação e contratação de professores foi desenhado pelos sindicatos com o objetivo de o tornar incompreensível para quem esteja fora  dos sindicatos. Um sistema centralizado, burocratizado e lento impede que as escolas contratem os melhores docentes e a tempo de impedir que os alunos fiquem sem aulas durante semanas e meses.

O que está a acontecer na cidade de Lisboa, com alunos sem aulas durante meses porque não há candidatos interessados em ocupar lugares nas escolas da capital devido, principalmente, ao elevado preço dos quartos, é um escândalo.

Não conheço um único país que tenha um sistema de colocação de professores como o nosso. Em quase todo o lado, as escolas têm capacidade para proceder à contratação de docentes tendo em conta o perfil e o projeto educativo de cada estabelecimento escolar. O processo é simples: uma determinada escola precisa de contratar um docente de matemática? A escola coloca um anúncio com o perfil pretendido e o vencimento oferecido e, de seguida, faz entrevista aos candidatos, analisa o CV e contrata. Simples.

Que eu saiba só há um partido com proposta semelhante: Iniciativa Liberal que tem como cabeça de lista às europeias o economista Ricardo Arroja, por acaso um dos melhores analistas de política económica do país.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Quanto mais uso de telemóvel menor é a aprendizagem

Mais um estudo publicado na revista Computers and Education (Fevereiro de 2018) que confirma a existência de uma relação entre uso excessivo de telemóvel pelas crianças e jovens e fraca aprendizagem. Quanto maior é o uso menor é a aprendizagem. E o uso do telemóvel na ala de aula piora ainda mais a aprendizagem.

Havendo cada vez mais estudos que confirmam os efeitos negativos que o uso excessivo de telemóveis nas aprendizagens, justifica-se perguntar:

- Por que razão, volta e meia, o ME lança uma campanha para a introdução de mais tecnologias digitais nas salas de aula? Será que essas campanhas se destinam a servir interesses económicos que se escondem atrás do ME e do Governo?

O que é feito das salas de aula do futuro? Quanto é que o Estado gastou com elas?

E que dizer dos quadros digitais? Quantos milhares de euros se desperdiçaram? Alguém os usa?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Ativista brasileiro de extrema esquerda não fugiu para a Venezuela, porquê?

Um tal Jean Wyllys, ativista brasileiro, ex-concorrente ao Big Brother do Brasil, fugiu para Portugal em protesto pela vitória de Bolsonaro e logo encontrou guarida e palco na Universidade de Coimbra, sob a proteção do sempre eterno professor e investigador, o octogenário Boaventura Sousa Santos.

Sendo Jean Wyllys um defensor do comunismo e um protagonista da agenda LGBTI!?xy...., por que razão não deu o salto para a Venezuela onde, com toda a certeza, encontraria com facilidade o paraíso socialista das prateleiras vazias, crianças e jovens a comerem do lixo, doentes a morrerem por falta de medicamentes e coletivos chavistas a perseguirem e aterrorizarem os que teimam em não ver em Maduro o guardião do paraíso?

Querem apostar que o dito ativista vai ficar por cá com uma bolsa de investigação ganha por ajuste direto, sem precisar de se sujeitar a concursos? Mais um mamão a viver dos nossos impostos!

Desburocratizar e simplificar as escolas

Uma pessoa visita escolas na Alemanha e fica surpreendido com o que vê. Aulas só da parte da manhã, escolas dirigidas por um único diretor, secretarias com dois funcionários e pessoal auxiliar nem vê-lo. E tudo decorre com tranquilidade. 

Os professores ficam libertos a partir das 13 horas, uns vão para casa outros preparam aulas nos gabinetes da escola. Não se vê um professor exausto, não há alunos sem aulas. As escolas respiram tranquilidade e ordem.

As salas não têm requintes tecnológicos, apenas um quadro, mesas, cadeiras e pouco mais. Mas, no Inverno têm aquecimento. Os alunos dirigem-se para a escola a pé ou de bicicleta. Cantina que sirva almoços não há. Um pequeno bar com uma funcionária e é o que basta. As escolas alemãs estão ao serviço dos alunos e do ensino, as portuguesas servem a agenda dos sindicatos de professores que as transformaram, nuns casos, em inferno, noutros, em manicómios.

É tempo de a verdadeira direita, não a falsa direita do PSD de Rio, defender uma agenda para a reforma do ensino com base em coisas simples mas realistas: acabar com os projetos que se destinam a roubar tempo à componente de instrução, pôr fim aos mega agrupamentos de escolas e regressar aos pequenos estabelecimentos escolares dirigidos por um único professor, dizer claramente que a finalidade da escola é o ensino e a instrução, reduzir a componente curricular ao essencial, menos disciplinas mais horas dedicadas ao ensino do português e da matemática, anular as restantes funções da escola, pôr fim à dupla prestação de contas, autarquias e direções gerais, e basear a supervisão e avaliação das escolas num único indicador: exames nacionais nos 4º, 6º, 9º e 12º anos.