quarta-feira, 6 de março de 2019

A fragmentação curricular é um obstáculo à melhoria da qualidade de ensino

Entre 2011 e 2015, sob a direção de Nuno Crato, o sistema educativo caminhou na direção certa: centralização curricular, definição de objetivos e conteúdos precisos e claros para cada ano de escolaridade,  aumento do número de horas dedicadas às disciplinas estruturantes, em particular a matemática e o português, e reforço dos exames nacionais (nos 4º, 6º e 9º anos).

Com a chegada da frente de esquerda ao Governo, o sistema caminhou em sentido inverso: fim dos exames nacionais, flexibilização e fragmentação curriculares, suspensão das metas curriculares nacionais definidas pelo ME durante o Governo de PPC e redução dos tempos dedicados ao ensino do português e matemática.

Um currículo central, desenhado em torno de um conjunto de matérias que representam o que de melhor a Humanidade foi criando, descobrindo e construindo, tanto no domínio das ciências como das artes e humanidades, constitui um fator que correlaciona fortemente com a qualidade da aprendizagem. Não sendo uma condição suficiente, é uma condição necessária ao bom desempenho.

Para que a qualidade de aprendizagem esteja garantida são necessários outros fatores, Entre eles, um ambiente escolar marcado pela ordem, cumprimento de regras, civilidade e respeito pelos professores e colegas.

Outro fator de extrema importância é a assiduidade de alunos e professores.

Professores bem preparados, não em generalidades e preconceitos ideológicos, mas nas matérias de ensino, constituem outra condição necessária,





terça-feira, 5 de março de 2019

Comunistas do BE lideram movimento para saneamento de juiz

Os comunistas do BE querem sanear um juiz que redigiu despachos com considerações históricas e culturais que não agradaram ao BE. Lançaram uma campanha de bullying e de insultos que faz lembrar as campanhas sujas ocorridas durante o PREC contra as forças e instituições que, nessa altura, se opunham ao comunismo.

Se os comunistas do BE conseguirem sanear o juiz, abrem o caminho para o fim da separação de poderes. De ora em diante, seriam os comunistas a avaliar, na praça pública, o desempenho dos juizes, condicionando as decisões deles.

Não admira que a campanha de insultos seja dirigida pelos comunistas do BE. São especialistas na matéria. Hoje como há 40 anos atrás, no tempo em que os bloquistas se dividiam pela UDP e pelo PSR, continuam adeptos da justiça popular, uma justiça ao serviço do projeto revolucionário, que ignora factos e se baseia em opiniões e preconceitos ideológicos.


domingo, 3 de março de 2019

Agressões a professoras já nem são notícia

Já repararam que o PS, o BE e o PCP silenciam as agressões às professoras, aos polícias e aos médicos? As agressões a autoridades legítimas, no exercício das suas funções legítimas, são vistas como eventos normais isentos de culpa e responsabilidade.

Na semana passada, mais uma professora do Porto foi agredida barbaramente à entrada da escola pela mãe de um aluno. Silêncio total. Os comunistas do BE e do PCP nada disseram sobre o assunto.

Os eventos que reduzam os poderes das autoridades legítimas e que, por consequência, criem desordem e caos na sociedade são vistos pelos comunistas do BE, do PCP e seus infiltrados no PS como legítimos, justificáveis e portadores de futuro.

Agressões a polícias e professores são encaradas como  respostas naturais a uma sociedade repressiva e opressora. Já quando essas autoridades respondem às agressões, ainda que com proporcionalidade, essas respostas são vistas como censuráveis e dignas de punição. E são pretextos para os indignados profissionais, a tropa de choque dos sociais comunistas pendurados nas ONG financiadas pelo Estado, ocuparem as ruas e os media com acusações e insultos às autoridades legítimas que se limitaram a dar uma resposta proporcional aos profissionais da agressão.

Enquanto a esmagadora maioria dos portugueses ficam em silêncio, com medo de caírem na massa anónima dos "deploráveis", os ativistas ocupam todos os espaços, físicos e digitais, comportando-se como se tivessem o apoio da maioria silenciosa e fossem os donos do país.

sábado, 2 de março de 2019

A liberdade de escolha na saúde e na educação é o pesadelo dos sociais comunistas

O preço a pagar pela viabilização do governo da frente de esquerda tem sido a degradação progressiva do SNS e do sistema estatal de ensino.

A degradação na saúde manifesta-se, diariamente, pelo crescente tempo de espera para consultas da especialidade, corredores de hospitais repletos de doentes, cirurgias adiadas, falta de fármacos, colapso da ADSE e falta de médicos. 

As urgências dos hospitais do Estado estão transformadas num inferno. Pensar que podemos ter de recorrer às urgências de um hospital estatal é o suficiente para ficarmos com pesadelos e elevados níveis de ansiedade. 

Três anos de governo de frente de esquerda foram suficientes para degradar o sistema estatal de saúde. Como a esquerda tem pavor à liberdade, pôs fim ao acesso dos beneficiários da ADSE, mais de um milhão de portugueses, aos hospitais privados da CUF, da Luz e dos Lusíadas, entre outros, obrigando-os a recorrer aos hospitais do Estado, apesar de continuarem a pagar para a ADSE 3,5% do vencimento bruto mensal.

Com as escolas passou-se algo de semelhante. Uma das primeiras reversões teve que ver com o fim dos contratos de associação com os colégios privados, anulando a liberdade de escolha de dezenas de milhares de alunos.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Desregulamentar a contratação de professores e acabar com a captura das escolas pelos sindicatos

As escolas privadas têm duas enormes diferenças face às escolas estatais: nas primeiras, os alunos têm mais aulas e a qualidade do ensino é, regra geral, maior nos estabelecimentos privados. Quem tiver dúvidas, olhe para os rankings.

O sistema de colocação e contratação de professores foi desenhado pelos sindicatos com o objetivo de o tornar incompreensível para quem esteja fora  dos sindicatos. Um sistema centralizado, burocratizado e lento impede que as escolas contratem os melhores docentes e a tempo de impedir que os alunos fiquem sem aulas durante semanas e meses.

O que está a acontecer na cidade de Lisboa, com alunos sem aulas durante meses porque não há candidatos interessados em ocupar lugares nas escolas da capital devido, principalmente, ao elevado preço dos quartos, é um escândalo.

Não conheço um único país que tenha um sistema de colocação de professores como o nosso. Em quase todo o lado, as escolas têm capacidade para proceder à contratação de docentes tendo em conta o perfil e o projeto educativo de cada estabelecimento escolar. O processo é simples: uma determinada escola precisa de contratar um docente de matemática? A escola coloca um anúncio com o perfil pretendido e o vencimento oferecido e, de seguida, faz entrevista aos candidatos, analisa o CV e contrata. Simples.

Que eu saiba só há um partido com proposta semelhante: Iniciativa Liberal que tem como cabeça de lista às europeias o economista Ricardo Arroja, por acaso um dos melhores analistas de política económica do país.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Quanto mais uso de telemóvel menor é a aprendizagem

Mais um estudo publicado na revista Computers and Education (Fevereiro de 2018) que confirma a existência de uma relação entre uso excessivo de telemóvel pelas crianças e jovens e fraca aprendizagem. Quanto maior é o uso menor é a aprendizagem. E o uso do telemóvel na ala de aula piora ainda mais a aprendizagem.

Havendo cada vez mais estudos que confirmam os efeitos negativos que o uso excessivo de telemóveis nas aprendizagens, justifica-se perguntar:

- Por que razão, volta e meia, o ME lança uma campanha para a introdução de mais tecnologias digitais nas salas de aula? Será que essas campanhas se destinam a servir interesses económicos que se escondem atrás do ME e do Governo?

O que é feito das salas de aula do futuro? Quanto é que o Estado gastou com elas?

E que dizer dos quadros digitais? Quantos milhares de euros se desperdiçaram? Alguém os usa?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Ativista brasileiro de extrema esquerda não fugiu para a Venezuela, porquê?

Um tal Jean Wyllys, ativista brasileiro, ex-concorrente ao Big Brother do Brasil, fugiu para Portugal em protesto pela vitória de Bolsonaro e logo encontrou guarida e palco na Universidade de Coimbra, sob a proteção do sempre eterno professor e investigador, o octogenário Boaventura Sousa Santos.

Sendo Jean Wyllys um defensor do comunismo e um protagonista da agenda LGBTI!?xy...., por que razão não deu o salto para a Venezuela onde, com toda a certeza, encontraria com facilidade o paraíso socialista das prateleiras vazias, crianças e jovens a comerem do lixo, doentes a morrerem por falta de medicamentes e coletivos chavistas a perseguirem e aterrorizarem os que teimam em não ver em Maduro o guardião do paraíso?

Querem apostar que o dito ativista vai ficar por cá com uma bolsa de investigação ganha por ajuste direto, sem precisar de se sujeitar a concursos? Mais um mamão a viver dos nossos impostos!

Desburocratizar e simplificar as escolas

Uma pessoa visita escolas na Alemanha e fica surpreendido com o que vê. Aulas só da parte da manhã, escolas dirigidas por um único diretor, secretarias com dois funcionários e pessoal auxiliar nem vê-lo. E tudo decorre com tranquilidade. 

Os professores ficam libertos a partir das 13 horas, uns vão para casa outros preparam aulas nos gabinetes da escola. Não se vê um professor exausto, não há alunos sem aulas. As escolas respiram tranquilidade e ordem.

As salas não têm requintes tecnológicos, apenas um quadro, mesas, cadeiras e pouco mais. Mas, no Inverno têm aquecimento. Os alunos dirigem-se para a escola a pé ou de bicicleta. Cantina que sirva almoços não há. Um pequeno bar com uma funcionária e é o que basta. As escolas alemãs estão ao serviço dos alunos e do ensino, as portuguesas servem a agenda dos sindicatos de professores que as transformaram, nuns casos, em inferno, noutros, em manicómios.

É tempo de a verdadeira direita, não a falsa direita do PSD de Rio, defender uma agenda para a reforma do ensino com base em coisas simples mas realistas: acabar com os projetos que se destinam a roubar tempo à componente de instrução, pôr fim aos mega agrupamentos de escolas e regressar aos pequenos estabelecimentos escolares dirigidos por um único professor, dizer claramente que a finalidade da escola é o ensino e a instrução, reduzir a componente curricular ao essencial, menos disciplinas mais horas dedicadas ao ensino do português e da matemática, anular as restantes funções da escola, pôr fim à dupla prestação de contas, autarquias e direções gerais, e basear a supervisão e avaliação das escolas num único indicador: exames nacionais nos 4º, 6º, 9º e 12º anos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Do profissionalismo mediático do BE ao amadorismo do PSD

Há uma diferença abismal entre o modo como os comunistas do BE ocupam o espaço mediático e o amadorismo, desleixo e falta de energia do PSD.

Os comunistas do BE são os herdeiros diretos de várias organizações maoistas e trotskistas que datam de finais da década de 60. Fernando Rosas, Luís fazendas e Francisco Louçã são profissionais que levam a política muito a sério fazendo do projeto revolucionário comunista a essência das suas vidas. E souberam passar o testemunho à nova geração, a qual foi devidamente treinada e formada para ocupar a liderança da organização.

Basta comparar o órgão oficial do BE,  Equerdanet, com a pobreza dos websites do PSD e a sua quase ausência nas redes sociais para termos a noção das diferenças.

Acresce o facto de os comunistas do BE gozarem da simpatia e apoio de praticamente todos os media tradicionais, com a sua atual coordenadora a marcar a agenda política e a ocupar espaço nas televisões várias vezes ao dia. Ela está em todo o lado e revela enorme entusiasmo e dedicação à causa, tudo aquilo que falta ao atual líder do PSD.

Estou curioso para saber qual vai ser o desempenho das novas organizações de direita surgidas recentemente mas a tempo de participarem nas eleições de maio. Se revelarem profissionalismo e dedicação na ocupação de espaço mediático e se passarem uma mensagem clara, que se apresente como alternativa ao socialismo, talvez tenha chegado o momento de a direita sem complexos, conservadora e liberal, ocupar pela primeira vez desde 1974 o lugar que lhe é devido e o Povo exige e necessita.




Governo da Frente de Esquerda gasta menos em Educação do que o Governo de Pedro Passos Coelho

A mentira tem perna curta. O Governo da Frente de Esquerda investiu menos na educação do que o governo de Pedro Passos Coelho. E essa descida da percentagem do PIB em gastos com a educação foi aprovada pelos comunistas do BE e do PCP. Na altura de votarem os orçamentos, o BE e o PCP alinharam com o Governo. 

Nas ruas, demarcaram-se do Governo e exigiram mais despesa. São dois partidos que se alimentam da mentira e duplicidade.

Cá fora, criticaram as cativações e a penúria a que o governo votou as escolas e os hospitais. Na hora da verdade, votaram a favor do Governo.

Ora vejamos:

Em 20011, com a troika a aplicar um forte programa de resgate e a exigir elevadas doses de austeridade, o país gastou com a educação 4,5% do PIB. Em 2012, gastou 3,9%; em 2013, gastou 4,2%; em 2014, 4,1%; em 2015, 3,8%; em 2016, 3,8%; e em 2017, 3,7%. (Fone: INE).

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Os comunistas do BE sabem como alcançar a felicidade do Mundo


Preparem-se, vem aí uma greve feminista internacional, está marcada para o dia 8 de março, os objetivos da greve são de rir à gargalhada mas este bando de loucos vai ser levado a sério pelos media. Ora reparem, nas justificações apresentadas:

"Contra as políticas neoliberais, porque elas são predatórias, destroem a biodiversidade, provocam alterações climáticas e originam milhões de migrantes ambientais, o que dificulta de forma muito particular a vida e a sobrevivência de mulheres”, e solidarizam-se “com as mulheres indígenas que resistem à globalização e estão comprometidas com as lutas contra as alterações climáticas, contra a dependência de energias fósseis e em defesa da soberania alimentar”. As feministas dizem ainda não à guerra e à perseguição às pessoas migrantes. “Levantamo-nos pelo fim das guerras, pelo acolhimento das pessoas migrantes e em defesa da alteração da lei da nacionalidade. No mundo ninguém é ilegal! Quem nasce em Portugal é português/portuguesa!” (In Esquerdanet).

E que tal esta pérola? "Porque exigem ser protagonistas das suas vidas e donas dos seus corpos, as ativistas recusam o negócio em torno da sua sexualidade e saúde reprodutiva e reclamam a gratuitidade dos produtos de higiene".

Vamos lá descodificar este palavreado:

Até agora tínhamos migrantes fugidos das guerras e da pobreza, agora também temos os "migrantes ambientais". 

E têm como objetivo atingir a "soberania alimentar". O que é que estes malucos querem dizer com a "soberania alimentar"? Só pode ser o regresso à economia pré-capitalista, de autossubsistência, uma economia de trocas, onde o dinheiro é visto como instrumento do pecado, leia-se do inferno neoliberal. 

Para além da habitação e alimentação, que são um direito, logo de usufruto gratuito, também exigem "produtos de higiene" gratuitos. No limite, para estes doidos varridos, o Estado tem a obrigação de assegurar a gratuitidade de tudo; quem paga não lhes interessa. Num primeiro momento, saqueiam tudo o que há para roubar, seguindo a linha apontada pela Mortágua-filha-do-assaltante-de-bancos, "vamos buscar o dinheiro onde houver acumulação de dinheiro". Quando não houver mais ricos para roubar, o problema fica resolvido porque está criada uma sociedade de iguais, isto é de pedintes, iguais na pobreza e na miséria.

São doidos varridos, ou não são?

Os comunistas do BE sabem qual é a maneira de trazer felicidade ao Mundo: insistir nas políticas que provocam a miséria, a pobreza e o êxodo das populações e esperar que as mesmas causas provoquem resultados diferentes. 

Ou seja, os problemas resolvem-se deixando entrar toda a gente em qualquer país, acabando com as fronteiras, a nacionalidade e dando a toda a gente que o pretenda autorização de residência e até mesmo a nacionalidade. De uma assentada, toda a gente passa a poder escolher o país onde pretende viver. Eu exijo, desde já, a nacionalidade neozelandesa porque sempre olhei para a Nova Zelândia como o melhor sítio para viver!

Descodificando, a felicidade do Mundo atinge-se criando uma anarquia e caos à escala planetária. O que o BE pretende é criar desordem e anarquia para depois serem eles a juntar os cacos e apresentarem-se como salvadores. Fazem o que sempre fizeram os comunistas: primeira escavacam a economia e destroem a sociedade, depois aparecem como salvadores.

Sim, esta retórica é uma maluqueira pegada mas os media vão abrir os telejornais e os espaços de comentário a doidos varridos que entrarão em nossas casas, via televisão, a lançarem  pérolas desse tipo.

E, claro, onde quer que se juntem dez malucos a vociferar contra o patriarcado, a família tradicional e a heterossexualidade, os jornalistas marcarão presença para acolher e difundir as parvoíces deste bando de doidos varridos.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Comunistas do BE culpam o petróleo pela tragédia venezuelana

Num artigo publicado hoje no Esquerdanet, assinado por um ex-conselheiro de Chavez e Maduro, faz-se o elogio dos "enormes" progressos atingidos durante a era de Chavez e atribuem-se culpas da "crise" atual na Venezuela aos norte-americanos e à baixa do preço do petróleo.

Para os desgraçados do BE, que mais não fazem do que espalhar miséria onde metem as mãos, a causa das prateleiras vazias nos supermercados e nas farmácias e a razão que motiva a fuga de milhões de venezuelanos do país é o preço do petróleo.

O padrão repete-se uma, outra vez e sempre: as experiências socialistas acabam sempre em miséria para o povo, vida luxuosa para a elite comunista, prateleiras vazias, prisões cheias, êxodo da população que consegue fugir antes de os comunistas fecharem as fronteiras e fazerem do país uma gigantesca prisão.

Não seria de esperar outra análise, vinda de comunistas, porque faz parte da natureza do ser comunista a defesa da crueldade, desumanidade, chacina e genocídio. A mentira é a sua arma.

Estes artigos, publicados diariamente, no órgão oficial do BE, revelam a verdadeira identidade dos comunistas do  BE e contrariam a visão liht que eles procuram mostrar nas televisões.

O comunismo é uma crença irracional que obedece ao princípio do eterno retorno. O projeto comunista provoca sempre os mesmos  resultados, pobreza, miséria, genocídio e êxodo, mas a crença sobrevive à realidade porque os crentes e os que apoiam a crença por omissão, regressam sempre ao princípio da coisa, continuam a acreditar nela não importa os resultados. Os resultados são sempre maus mas a crença é "boa" porque aspira à finalidade maior: o comunismo. A realidade mostra sempre que a crença falhou mas os crentes ou não reconhecem o falhanço ou justificam-no com erros de metodologia. Da próxima vez, resulta, pensam os crentes. Não resulta, a realidade volta a desmentir a crença.


A propósito da morte do aspirante a genocida, Arnaldo Matos: A simpatia dos jornalistas pela causa do comunismo

A histeria em volta da morte do pequeno, em altura e em estatuto, aspirante a ditador, Arnaldo Matos, é mais uma prova da simpatia com que os jornalistas e os media tradicionais em geral votam à causa do comunismo e aos que a promovem e protagonizam.

Há sempre uma palavra de apreço para com um comunista que morre, como se a ausência de mais uma figura comprometida, por atos, palavras ou omissão,  com os maiores genocídios que a História conhece, lhes deixasse um vazio difícil de preencher.

De repente Arnaldo Matos surge em tudo o que é espaço de jornal, comentário televisivo ou noticiário. E até o Presidente da República, num ato de cumplicidade para com o aspirante a genocida, Arnaldo Matos, lhe dedica um elogio público afirmando que o dito foi um grande combatente pela liberdade e pela justiça social. 

Dizer isto de um homem que, ainda há pouco tempo, elogiava os ataques terroristas que provocaram centenas de mortos em Paris é de uma gravidade enorme e mostra bem a falta de firmeza e de honestidade intelectual de Marcelo.

Ver um presidente da república tecer tais elogios a um pequeno homem que dedicou uma vida inteira a prometer "morte aos traidores", "morte à burguesia", "classe contra classe", "viva a ditadura do proletariado" e, simultaneamente, avisava que a revolução não seria um convite para jantar mas sim uma convocatória para estar presente na morgue, mostra bem o tipo de homem e político que ocupa a mais alta magistratura do país.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Tropa de Maduro atira a matar na fronteira com o Brasil

O ditador Maduro segue o caminho da Coreia do Norte: enquanto o povo morre sem cuidados médicos nem comida, o ditador fecha fronteiras e coloca o exército a disparar sobre a população que procura alcançar a ajuda humanitária. Incidentes na fronteira com o Brasil fizeram dois mortos e vários feridos. Face a isto,  os comunistas do BE e do PCP ou silenciam ou atiram as culpas para a oposição democrática.

Matar o povo à fome, à doença e ao tiro é um cenário habitual em todas as experiências comunistas. Foi assim com a RDA e o Muro, é assim na Coreia do Norte e em Cuba.

Os comunistas do BE e do PCP colocam a ideologia acima do bem estar do povo porque  são movidos por uma ética que se explica numa simples frase: os fins justificam os meios.

Julgando-se os portadores e intérpretes do futuro, os comunistas não olham a meios para atingir os fins e, por mais que a realidade e a História os desmintam, sentem-se confortáveis com a miséria, a doença e as chacinas generalizadas, provocadas pelas políticas deles, porque umas e outras são o preço a pagar para atingir a sociedade comunista. O discurso, a ética e a prática dos comunistas são cruéis e desumanas e essa crueldade faz parte da sua natureza. Os comunistas são cruéis e desumanos porque essa é a natureza do ser comunista. 

Comunistas do BE apoiam o chavismo venezuelano

Os comunistas do BE são mestres no disfarce, mentira e dissimulação. Para desocultar a dissimulação temos de ir às fontes e visitar, por mais que custe, o órgão oficial do partido, o Esquerda.Net, onde eles abrem a cortina de fumo e mostram a sua verdadeira natureza.

Não podemos limitar a nossa análise ao discurso do BE apenas por aquilo que os líderes dizem, diariamente, várias vezes ao dia, nas televisões. Quando em frente a uma câmara de televisão, os bloquistas mostram a sua versão light, aparentemente moderada enganar o povo. No Esquerda. Net mostram a sua verdadeira natureza, são brutais, cruéis, tão comunistas como no tempo em que Louçã dava vivas a Trotsky e a Rosa Luxemburgo, Luís Fazenda elogiava o regime comunista albanês e o Fernando Rosas percorria as ruas de Lisboa com slogans do tipo "longa vida ao Presidente Mao" e "Que viva Estaline".

São os mesmos, não mudaram nada. Nunca se lhes ouviu uma autocrítica. 

No Esquerda. Net de hoje pode ler-se um dossier em louvor da revolução comunista  alemã, tentada, na Alemanha pelos comunistas liderados por Rosa Luxemburgo. E pode ler-se também uma acusação aos democratas venezuelanos, acusando-os de, ao desafiarem a ditadura de Maduro, empurrarem o país para uma guerra civil.

Ora bem, de acordo com estes sociopatas, são as forças democráticas as culpadas pela situação dramática que se vive na Venezuela. São os democratas e não os comunistas os culpados por  haver milhares de crianças e idosos a morrerem com falta de medicamentos e de comida, prateleiras de supermercados vazias, farmácias sem nada para vender e um exército a bloquear os acessos à ajuda humanitária.

A cegueira ideológica dos comunistas do BE impede-os de ver as crianças com forme, os doentes sem cuidados de saúde nem acesso a medicamentos e um exército de narcotraficantes a impedirem a entrega de toneladas de comida e de fármacos.

Na hora da verdade, os comunistas do BE colocam-se ao lado dos narcotraficantes, dos coletivos chavistas que espalham o terror nas ruas e nos bairros, dos que impedem a ajuda humanitária de chegar aos que se encontram doentes e com fome.

Desiludam-se os idiotas úteis que votam no BE. Ao fazê-lo estão a dar poder a um partido que se coloca ao lado dos genocidas, dos que espalham o terror, dos que prendem arbitrariamente e dos que matam à fome e à lei da bala quem se lhes opõe. Os idiotas úteis - e há tantos entre os professores- que apoiam os bloquistas são também cúmplices da desgraça que atinge os venezuelanos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

ME envia comissários políticos para avaliar escolas

O ME aperta o cerco aos professores e às escolas que resistam à retórica do "trabalhar as competência" e "promover a inclusão", leia-se abandonar a função de instrução e avaliar os alunos não na base do que aprenderam e sabem mas em fundamentos de caráter ideológico e pertenças identitárias.

O novo ciclo de avaliação externa das escolas terá assistência a aulas com caráter obrigatório e essas assistências serão feitas por dois inspetores e dois peritos externos. Como a ênfase da avaliação das escolas passa a estar não no que os professores ensinam e os alunos aprendem, nem no ambiente pedagógico propício ao ensino e aprendizagem ou quaisquer outros indicadores pedagógicos factuais, as escolas com classificações mais elevadas passarão a ser as que promovem percursos diretos de sucesso, leia-se que passam todos os alunos mesmo que eles não saibam nada.

Escolas com projetos que promovam causas identitárias e fracturantes ocuparão os primeiros lugares e aquelas que teimam em ensinar conteúdos relevantes estarão nos últimos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Não ponham os comunistas a gerir as minhas contribuições para a ADSE

Já repararam que foi preciso os comunistas entrarem nos órgãos diretivos da ADSE para que os prestadores de cuidados de saúde privados se vissem forçados a suspender as convenções com a ADSE? 

Um tal Eugénio Rosa, nomeado pelo PCP para integrar a direção da ADSE, lançou hoje gasolina para cima do problema cortando pontes que permitam o entendimento, exigindo o pagamento de dezenas de milhões de euros de faturação supostamente a mais.

Depois de, em 3 anos de desgoverno, darem cabo do SNS, os comunistas têm agora como novo objetivo destruir a ADSE tal como a conhecemos apenas porque são ideologicamente contra a liberdade de escolha.

Se for preciso escolherem entre a ideologia e a saúde dos portugueses, os comunistas escolhem a primeira.

Ponham os olhos no que se passa na Venezuela. PCP e BE não só não se demarcam do regime comunista venezuelano como o elogiam sempre que podem.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Como a frente de esquerda martela estatísticas de sucesso e cria factos alternativos para esconder a realidade

A frente de esquerda não gosta de rankings de escolas porque eles mostram a realidade que os esquerdistas escondem: as escolas privadas prestam um melhor serviço do que as estatais; há escolas estatais que são tóxicas e há muito deveriam estar fechadas; concessionar o serviço público de educação a privados com provas dadas é mais barato e cria mais valor para todas as partes.

A forma que a frente de esquerda encontrou para esconder a realidade foi a criação de um facto alternativo que dá pelo nome de percursos diretos de sucesso. As escolas estatais têm maus resultados nos exames e ocupam os últimos lugares dos rankings?  Então, criemos um ranking alternativo que permita maquilhar a realidade e fazer de um mau serviço educativo um indicador de sucesso. 

As escolas estatais que não têm qualidade agarraram na ideia e descobriram que basta passar de ano os alunos todos para que, por magia, ocupem lugares cimeiros. E deram-lhe um nome que diz tudo: percursos diretos de sucesso.

Querem apostar que, se os comunistas do BE forem para o Governo, as reprovações acabam não só até ao 9º ano mas também no ensino secundário e, se lhes derem tempo para isso, até no superior?Eles já andam a avisar que é preciso acabar com os exames do 9º ano. E quando os comunistas do BE exigem, o Costa cumpre.

Uma verdadeira corja com alto poder destrutivo.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Escola António Arroios fechada devido a problemas com a eletricidade

Mais uma escola estatal que fecha devido a falta de investimento na manutenção e renovação das instalações. Desta vez, foi a icónica Escola António Arroios. A coisa está assim: escolas que fecham, professores que faltam semanas seguidas sem serem substituídos, disciplinas para as quais não se encontram professores disponíveis, alunos sem aulas.

Quando a esquerda socialista se une à extrema esquerda comunista acontecem coisas destas. É assim com a degradação do ensino estatal, é também assim com o descalabro dos hospitais estatais. Bem podem os comunistas do BE encher as rotundas de "out-doors" com frases do tipo "saúde pública para todos" que nós sabemos o que eles querem dizer com o slogan de propaganda: "vamos condenar todos os portugueses às intermináveis listas de espera para consultas de especialidade e cirurgias, mas - descansem! . seremos todos iguais na penúria de cuidados de saúde". Onde é que eu já vi disto? Na Venezuela|

À generalização da penúria os comunistas chamam igualdade.

Se tiverem de escolher entre a ideologia e a saúde dos portugueses, os comunistas não hesitam e escolhem a primeira. A História demonstra-o, em todo o lado onde estes perigosos doidos varridos, fanáticos doentios, se prolongam no poder. O ataque infame à ADSE e às convenções com os hospitais privados mostra bem o que os comunistas querem.


Formação humanista ou formação socialista?

O inenarrável secretário de estado, um tal João Costa, proferiu esta pérola a propósito dos rankings das escolas, rankings esses que o citado (des)governante não pára de tentar esconder, martelando estatísticas e torturando dados:

"...se os melhores resultados não estiverem associados ao desenvolvimento de um perfil que leva os alunos a colocar os seus conhecimentos ao serviço da construção de uma melhor sociedade, a escola não está a formar bem. Há escolas que desenvolvem um trabalho admirável na promoção de projetos de cidadania, serviço social, trabalho cooperativo. Um 17 a biologia de quem não considera os outros vale menos do que um 15 de um aluno respeitador e solidário" (Sol, 16/2/2019).

É preciso descodificar o discurso dos esquerdistas. Quando dizem solidário querem dizer pôr o Estado a roubar alguns para distribuir pela tropa que apoia a oligarquia; quando  dizem projetos de cidadania, querem dizer abrir as escolas aos ativistas e impregnar o currículo de causas fraturantes e retórica socialista; quando afirmam que vão pôr a escola ao serviço da construção de uma sociedade melhor e igualitária, querem dizer instrumentalizar a escola ao serviço do projeto revolucionário socialista.

Esta gente é extremamente perigosa. É necessário descodificar o discurso da oligarquia socialista porque os esquerdistas são mestres na mentira e na dissimulação. George Orwell tinha razão. Os esquerdistas usam um linguajar, uma novilíngua que precisa de escrutínio e descodificação constantes.

Para os esquerdistas, a verdade é a mentira, liberdade é opressão, solidariedade é extorsão e assim por diante.