terça-feira, 13 de agosto de 2019

Os inimigos da liberdade capturaram o currículo do ensino básico

A última legislatura foi marcada pela crescente captura do currículo do ensino básico pelos inimigos da liberdade. A frente social comunista, composta pela coligação PS, PCP e BE, os três partidos inimigos da liberdade, tem vindo a executar um conjunto de medidas tendo em vista o redesenho do currículo, reduzindo o espaço para os conteúdos, validados pela Ciência e pela Tradição, e ampliando e reforçando o espaço para as causas fraturantes, as bandeiras políticas do projeto revolucionário encabeçado pelos inimigos da liberdade. 

Entre as medidas de reforço da captura do currículo estão o fim dos exames nacionais nos 4º e 6º anos, a redução dos tempos letivos da matemática, português e história em benefício da afirmação curricular da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, o cavalo de Tróia dos inimigos da liberdade.

A publicação dos referenciais para a Cidadania e Desenvolvimento permite não só aumentar o poder e a influência dos ativistas na escola, sejam eles professores ou membros das ONG, mas também formatar as mentes dos jovens, preparando-os para aceitar acriticamente o projeto revolucionário.

Uma das estratégias que facilita a adesão acrítica dos jovens aos projeto revolucionário anti-capitalista e anti-ocidental é a transmissão das visões catastrofistas sobre alterações climáticas, entendidas como o resultado direto da economia capitalista.

Outra estratégia é o envolvimento dos jovens em projetos de combate a todas formas de assédio - moral, sexual e laboral, reais ou imaginários, - fazendo de cada aluno um militante ativo na construção de uma sociedade anti-patriarcal e anti-família tradicional. Neste quadro, assume importância particular a exposição dos alunos, desde logo do 1º ciclo do ensino básico, com particular reforço nos 2º e 3º ciclos, às novas sexualidades, tais como evidenciadas militantemente pelas organizações LGBTI+.

Os referenciais publicados pelo ME têm em vista a construção de cidadãos participativos, capazes de combaterem ativamente pela igualdade e inclusão tendo em vista o exercício da cidadania ativa. Entenda-se por cidadania ativa a participação nos movimentos transformadores enquadrados pelas bandeiras e causas que dão forma ao projeto revolucionário encabeçado pelos três partidos inimigos da liberdade: PS, PCP e BE.

A pouco e pouco as escolas vão sendo policiadas pelas brigadas dos costumes, da linguagem e do pensamento, brigadas essas que impõem a nova "normalidade"e prescrevem o que é proibido e objeto de censura e perseguição. Na escola, como na sociedade mais geral.

A nova normalidade associa a bondade virtuosa às novas sexualidades e aos novos arranjos familiares e estabelece uma causalidade entre o estatuto e o poder do homem branco ocidental e a violência doméstica e a opressão das mulheres.

terça-feira, 23 de julho de 2019

A igualdade de género é uma ideologia. A escola não deve ensinar ideologias

Há uma razão simples e cristalina para afastar a igualdade de género do currículo escolar: na escola não se deve ensinar ideologias, sejam elas quais forem, de extrema direita ou de extrema esquerda.

O currículo deve estar impregnado apenas de factos, noções e conceitos validados pelo conhecimento científico. Para além disso, deve haver lugar para a aprendizagem de competências: uma espécie de conhecimento em ação. As competências fazem parte da práxis curricular e visam dotar os alunos de um saber fazer de utilidade comprovada pela tradição.

Os factos, noções e conceitos integram o legado daquilo que de melhor a Humanidade foi criando com o passar dos tempos. São apenas aquilo que resistiu ao crivo do tempo e da razão. O seu caráter não é apenas utilitários ao contrário das competências que se limitam ao uso.

O conhecimento existe para ser fruído, apreciado, corrigido e acrescentado.  O currículo é limitado pelos recursos. O recurso mais finito é o tempo. Não faz sentido dar tempo curricular a ideologias. O tempo é demasiado precioso para ser desperdiçado na promoção de preconceitos.


domingo, 21 de julho de 2019

As tretas transversais são o cavalo de tróia do esquerdismo nas escolas

O PREC que dá pelo nome de flexibilização e autonomia curricular dá poder aos ativistas para reconstruir o currículo, tirando tempos letivos a umas disciplinas para dar às transversalidades inclusivas e outras tretas socialistas escondidas sob o manto da nova unidade curricular social comunista que dá pelo nome de Cidadania e Desenvolvimento: o cavalo de tróia da lavagem ao cérebro a que são submetidos os alunos portugueses.

O resultado desta engenharia curricular é o esperado sempre que o poder de desenhar o currículo cai nas mãos dos ativistas: menos tempo letivos para a matemática e português e mais tempos letivos para as tretas transversais.

As tretas transversais são o instrumento criado pelos sociais comunistas para a construção do "novo cidadão", comprometido acriticamente com todas a causas desencadeadas pelos ativistas, sejam elas a agenda LGBTI?!+, o ativismo vegan, os direitos dos animais ou as mudanças climáticas. No essencial, todas as causas são boas se forem instrumentalizadas no combate mais geral ao capitalismo e aos valores da civilização ocidental. Nesse combate, vale tudo.

Os melhores cidadãos são os que criam ou aderem às novas comissões de censura e polícias do pensamento e dos costumes. Ai de quem se atravessa no caminho dos novos inquisidores pidescos. Quem resistir à nova língua e aos novos valores habilita-se a ser enxovalhado nas redes sociais, perseguido no local de trabalho e lançado na lama pela polícia da linguagem, do pensamento e dos costumes. No mínimo, fica sem espaço para falar, sem interlocutores para conversar, sem sítio onde morar. À semelhança do que acontecia com os "maus cidadãos" na Grécia Antiga, perdem a voz e são apagados do espaço público.

As tretas transversais, cavalo de tróia da  formatação das mentes socialistas, ganham terreno e espaço curricular às disciplinas com conteúdo, sendo estas encaradas como instrumentos de dominação e de criação de desigualdades. A inclusão, palavra mágica que visa fabricar uma igualdade rasteira e mentirosa, faz-se combatendo o poder das disciplinas que têm conteúdos e que exigem rigor e esforço no processo de aquisição do conhecimento.


quinta-feira, 18 de julho de 2019

A aliança social comunista que suporta o Governo inunda as escolas de burrocracia

Não fosse a seriedade do assunto e eu poderia chamar-lhes uma cambada de tontos com enorme influência nas escolas e entre os professores. Estão em todo o lado, controlam todos os espaços onde se discute e toma decisões sobre as escolas e a educação.

À pala da flexibilização e autonomia curricular, a esquerda social comunista está a transformar as escolas estatais em autênticos manicómios e os professores em idiotas úteis de uma estratégia revolucionária focada na maior lavagem ao cérebro que alguma vez foi feita nas escolas desde 1975.

A flexibilização e autonomia curricular é o nome que se dá hoje a uma espécie de PREC que visa manipular os professores e alunos, tornando-os receptivos à ideologia socialista e a essa coisa que dá pelo nome de igualdade de género. O principal meio para atingir esses objetivos ideológicos é levar os professores à exaustão, submetendo-os a reuniões sucessivas e intermináveis, à semelhança do que acontecia no PREC (1975), nas quais os professores sensatos eram obrigados a desistir de pensar, acabando por se render à insensatez enlouquecida dos ativistas de extrema esquerda.

A Fenprof veio agora denunciar a morte em trabalho de alguns professores, caídos devido à exaustão provocada por intermináveis reuniões, planos e relatórios de "melhoria" e outras tonteiras que capturam o tempo e a energia dos professores. A Fenprof chega tarde. Convém lembrar a Fenprof de que ela tem sido conivente com a trapalhada burrocrática em que as escolas e o currículo escolar se transformaram. É a velha estratégia nazi: deitar fogo ao Reichtag e acusar os inimigos de o terem feito. Com as escolas há uma estratégia semelhante: criar a desordem e o caos pedagógico e curricular para, de seguida, aparecerem com mais um plano salvador, que mais não é do que um reforço da burrocracia e da ideologia social comunista.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Bandalheira total na política de contratação de professores

É a bandalheira total! Estima-se que um em cada três professores não têm serviço letivo atribuído. Não dão aulas. São colocados perto de casa, sem horário letivo, ao abrigo de uma coisa chamada de colocação por condições específicas.

Se somarmos a isto o número de professores com baixas prolongadas, ficamos com um retrato aproximado da bandalheira que sucessivos governos e sindicatos foram criando nas últimas décadas.

E depois, temos uns bacanos que vêm para a praça pública vaticinar uma putativa falta de professores nos anos mais próximos.

Para a esquerda social comunista, a bandalheira faz todo o sentido: quanto mais professores no sistema, ainda que sem turma atribuída, mais votos conseguem obter. No limite, esta esquerda mentirosa e corrupta gostaria de ter um país onde todos fossem empregados do Estado.

O que custa mais é ver a pseudo direita do PSD e do CDS a darem o seu consentimento à bandalheira.

terça-feira, 25 de junho de 2019

O caos chega às escolas estatais

À pala da autonomia e flexibilização curricular, vai-se instalando o caos nas escolas. No seio dos professores abundam os extremistas de extrema esquerda e os idiotas que andam sempre à procura da última novidade, engolindo-a sem avaliarem a sua toxicidade. Deixados à solta, são um perigo para as crianças e jovens deste país.

Abundam notícias sobre escolas que deixam de dar classificações aos alunos com o pretexto de que classificar promove a desigualdade. Outras reduzem os tempos curriculares, tirando da matemática, história e português para darem às transversalidades e outras tretas.

Entretanto, a burocracia cresce por todo o lado. Relatórios e planos de melhoria ocupam grande parte dos tempos não letivos dos professores. As escolas dedicam cada vez mais recursos a tarefas que estão para além das aprendizagens. A avaliação do desempenho de professores e funcionários ocupa uma centralidade que deixou de ser dada ao ensino. 

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Currículo cangalhada

Não me ocorre melhor designação: currículo cangalhada. É de uma cangalhada que se trata. Ora vejamos. 

Cada escola redesenha o currículo como lhe aprouver e redistribui a carga horária, pelo menos 30%, criando as disciplinas que bem entender. O caos criado sob a justificação da autonomia e flexibilidade curricular será de natureza monumental. Quem fica a perder são as disciplinas essenciais, aquelas que permitem a transmissão do legado cultural e científico que a Humanidade tem vindo a criar e a construir. Menos horas para a matemática e para o português e história para acomodar uma série de inutilidades curriculares que as mentes revolucionarias vão engendrar.

A ideia meio louca de permitir que as escolas escolham a avaliação por trimestre ou por semestre vai prejudicar a mobilidade dos alunos.

O Governo de esquerda deu um passo gigantesco para a criação do currículo cangalhada perante o silêncio cúmplice da oposição dita de direita.