segunda-feira, 16 de setembro de 2019

O meu voto vai para a Iniciativa Liberal

Voto na Iniciativa Liberal por 3 razões:
1) quero uma baixa significativa dos impostos que coloque mais dinheiro nos bolsos dos contribuintes;
2) quero uma simplificação radical do IRS com a criação de apenas um ou dois escalões;
3) quero liberdade de escolha na educação e na saúde.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

A esquerda é dona disto tudo

A esquerda social comunista vale, neste momento, mais de 60% dos votos e a tendência é de crescimento. 

Está presente em todo o lado, controla praticamente todos os mass media, com particular destaque as televisões generalistas, redesenha, de forma continuada e persistente, todo o currículo do ensino básico e secundário, manda nas escolas e departamentos de formação de professores, é dona e senhora de todas as revistas de educação e de ciências sociais do país, policia a linguagem e o pensamento, impõe normas, valores e costumes, dirige as novas comissões de censura, e não deixa margem para o contraditório porque conseguiu paralisar a direita, vergá-la. humilhá-la, colocando-a fora da nova tábua de virtudes. 

A esquerda é dona disto tudo. Conseguiu desqualificar a direita, empurrou-a para as margens da legalidade, forçou-a a recuar e a praticar a autocensura. A direita não tem discurso, nem programa, nem valores.

A direita precisa de encontrar ou criar um novo espaço alternativo, onde possa exprimir de novo os seus valores, sem medo, sem recuos, com uma linguagem própria, a partir de onde poderá reconstruir um programa de governo e de poder.

Veja-se o caso do BE. Para além de ocupar o espaço de quase todos os mass  media, gozando do apreço e cumplicidade activa de quase todos os jornalistas e comentadores de serviço, possui um jornal online, o esquerdanet, feito com enorme profissionalismo. A direita não tem espaço digital. Escorraçada das televisões e jornais nacionais, a direita não foi capaz de criar espaços digitais alternativos feitos com profissionalismo e dotados de criadores de conteúdos competentes e dedicados. Para a direita se reerguer precisa de criar estruturas e canais próprios de comunicação e propaganda, à semelhança do que a esquerda faz.

Caso não o faça, corre o risco de se tornar insignificante.

Veja-se  a forma como a esquerda fabrica toda a espécie de catastrofismos, servindo-se das prometidas catástrofes para cavalgar a onda dos activismos, ocupando, dessa forma, todo o espaço disponível dos mass media mainstreem. O recente caso dos incêndios na Amazónia é um bom exemplo de como a esquerda cria mentiras, anuncia catástrofes e se dispõe a oferecer ao eleitorado um projecto salvífico que, como a História ensina, se aplicado, cria mais problemas do que aqueles que promete resolver.

Ao contrário do que a esquerda afirma, os incêndios registados este ano na Amazónia estão em linha com a média de incêndios e área ardida da última década. São dados da NASA. Contudo, perante o silêncio da direita, o que chega ao eleitorado é o contrário, fazendo parecer que os incêndios deste ano são culpa do Balsonaro e em número muito superior ao dos anos anteriores. Activistas de esquerda chegaram ao ponto de vaticinar o fim  da Amazónia daqui a 30 anos. Já o tinham feito com o buraco do ozono uma década atrás. E antes disso, a esquerda anunciou muitas outras catástrofes que, felizmente, não passaram de mentiras.

A direita cala-se perante as mentiras. Seria de esperar, caso a direita tivesse estruturas e canais de comunicação e propaganda competentes, um discurso lógico e claro de denúncia das mentiras transmitidas pela esquerda.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A endoutrinação através da disciplina de cidadania e desenvolvimento

A disciplina de cidadania e desenvolvimento é a principal porta de entrada da ideologia socialista nas escolas. A ideologia socialista esconde-se atrás de inúmeros disfarces, máscaras que ocultam a verdadeira realidade do socialismo, escondendo-se atrás das causas fracturantes e activismos que visam responder a falsos catastrofismos. Ontem era o buraco do ozono, hoje a destruição da Amazónia - os catastrofistas já dizem que dentro de 30 anos não há floresta na Amazónia ., há 50 anos atrás antecipavam o fim das terras aráveis, há 40 anos, diziam que o petróleo estava prestes a esgotar-se.

Os activismos, criados para responder aos catastrofismos inventados pelos esquerdistas, prestam-se a ser os conteúdos primordiais da disciplina de cidadania e desenvolvimento. Junte-se aos catastrofismos, as causas a favor das minorias LGBTI+, e ficamos com um retrato algo fiel da formatação e endoutrinação a que os esquerdistas sujeitam os alunos, tendo em vista a construção de uma mente acrítica, dependente e conformista, na qual a razão é substituída pelas paixões.

Para os esquerdistas, a educação para a cidadania só foca a dimensão social e política dos valores. É-lhes alheia a ideia de que a escola se destina a formar boas pessoas, decentes, razoáveis, autónomas, honestas, responsáveis, respeitadoras, temperadas e justas.  Só lhes interessa a formatação do novo cidadão, qual Homem Novo,  eternamente comprometido com as ilusões e distopias dos que se acham ungidos para salvar o Mundo e levar a todos uma determinada ideia de felicidade.

sábado, 24 de agosto de 2019

Escolas privadas obrigadas a aplicar o despacho da identidade de género?

A associação de colégios privados veio a público informar que os colégios privados não vão aplicar o despacho.O ME respondeu que "nim". Formalmente têm de aplicar, na prática podem fugir.

Se olharmos para o cada vez maior centralismo e jacobinismo do ME, em particular para o discurso esquerdista do secretário de estado da educação, altamente contaminado pela retórica do  BE, é fácil antecipar que o ME, através das suas brigadas de endoutrinação, de inspeção e de delacção, vai obrigar os colégios a aplicarem o despacho.

Fazem bem os colégios em recusarem aplicar o despacho. Tudo o que permita diferenciar as escolas privadas das escolas estatais é bom para as primeiras. O país precisa de uma rede nacional de colégios privados e começa a haver procura para tal. Quanto mais parvoíces e confusão curricular o ME criar nas escolas estatais, mais encarregados de educação olharão para o investimento na educação dos filhos como uma excelente opção. Os colégios privados são os únicos capazes de dar retorno ao investimento.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

A Escola estatal é o braço não armado da construção do socialismo

O recente episódio do despacho 7247/2019 que regulamenta o modo como as escolas vigiam e fazem a gestão das sexualidades LGBTI+ é apenas mais uma etapa na supressão das liberdades individuais, tendo em vista aumentar o controlo e interferência do estado até na mais privada das intimidades.

A escola estatal é o braço não armado do Estado na construção do socialismo, criando dependências, autocensura e uma tábua de virtudes que remetem o homem branco, ocidental e heteressexual para as margens do sistema.

A pouco e pouco o homem branco, ocidental e heteressexual é visto pelo Estado socialista como alguém que carrega os pecados do Mundo, responsável único por todas as desgraças, sejam elas climáticas, veja-se a histeria em torno dos incêndios na Amazónia, sejam elas económicas ou sociais.

Pelo contrário, as pessoas que se deixam enquadrar e etiquetar numa das muitas identidades sexuais minoritárias são vistas como portadoras de virtude e pureza, residindo nelas, quiçá, a salvação do Mundo e a felicidade dos oprimidos.

Abandonados pelo operariado industrial, outrora a classe ungida dos esquerdistas, os socialistas têm vindo a recentrar o seu objeto e recursos salvíficos no lumpen.proleatriado, nos marginais, nos criminosos, nas minorias sexuais e, no fundo, em todos os grupos que tenham contas a ajustar com a civilização do Ocidente. Essa mudança de objeto e de recursos começou logo depois da 2ª guerra mundial, com os trabalhos da chamada Escola de Frankfurt, em particular Herbert Marcuse, e mais recentemente, com os trabalhos de Foucoult.

É à luz deste recentrar da esquerda em novos objetos e recursos salvíficos que se deve entender o despacho que regulamenta o controlo que a escola é chamada a fazer em matéria de sexualidades minoritárias.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Casa da Moeda devolve leis mal escritas

Alguns jornais noticiaram esta semana que a Casa da Moeda tem devolvido leis com a justificação de estarem escritas em mau português.

A ocorrência não me causou surpresa, habituado que estou a lidar com diplomas publicados em Diário da República com uma péssima sintaxe.

Verborreia, má sintaxe e deficiente pontuação são os problemas mais comuns encontrados na legislação produzida.

Esse acto que deveria envergonhar os deputados é o resultado da pressa com que se legisla e do excesso de legislação produzida. Acrescento uma terceira razão: o deficiente ensino do português.

A escola socialista metida na gestão das sexualidades e identidades de género

Com a publicação do Despacho 7247/2019,  as escolas  assumem uma nova função: a gestão e administração das sexualidades e identidades de género. 

Atingem um novo patamar de intervenção na vida privada dos alunos e, a pretexto da tolerância, sigilo e confidencialidade, constroem um enorme big brother, sacando informações sobre a vida sexual dos alunos, gerindo a vida sexual deles, com particular destaque para todos os que evidenciarem comportamentos e atitudes que os controladores sexuais  cataloguem como caindo na categoria gay, lésbico, bi-sexual, trans-sxual, inter-sexual, etc. 

Os controladores sexuais gostam de criar categorias e identidades específicas pelo que o número de categorias não cessará de aumentar com o passar do tempo e o exercício de imaginação dos controladores.

O referido despacho é um bom exemplo do como a mente revolucionária opera: cria categorias específicas, saídas da imaginação dos ativistas, associa essas categorias a discriminação e opressão e, de seguida, cria uma estrutura política e burocrática para as combater. Para que a estrutura política e burocrática possa engordar, o número de categorias e identidades específicas, não pode parar de crescer. 

O despacho obriga as escolas a nomearem um controlador, alguém com um perfil adequado às funções exigidas: andar a meter o nariz na vida sexual dos alunos, recolher informação "confidencial", criar um caso de opressão ou discriminação, meter os alunos alvo de opressão sexual numa categoria, gay, lésbico, bi-sexual,  trans-sexual ou inter-sexual, acompanhar e reforçar as identidades  específicas e, por último, dar formação, leia-se, fazer lavagem ao cérebro, aos restantes docentes da escola.