quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Guterres leva a ONU à falência

Guterres queixa-se de que já não tem dinheiro para pagar os salários dos funcionários da ONU. Era uma questão de tempo. Onde a esquerdalha social comunista mete as mãos, espatifa tudo.

Depois de ter fugido do país, deixando-o num pântano e à beira da bancarrota, o socialista Guterres foi fazer o mesmo para a ONU. 

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Mais lavagem ao cérebro no 12º ano

A esquerdalha usa o Ministério da Educação e as escolas estatais como instrumentos de lavagem ao cérebro dos jovens. Depois de criarem a disciplina de cidadania e desenvolvimento, obrigatória no 3º ciclo do ensino básico, apressam-se agora na criação de uma outra, de opção no 12º ano, com o sugestivo título de História, Culturas e Democracia e onde os jovens serão expostos a mais propaganda socialista. A ênfase é colocada nos conteúdos que mostrem até à exaustão a maldade intrínseca da Cultura Ocidental plasmada nos processos históricos "dolorosos". 

Com mais esta disciplina de propaganda socialista e marxista, os jovens sairão do ensino secundário mais preparados para odiarem as suas raízes culturais. O objetivo é esse, por um lado formar ignorantes com a pretensão de que sabem tudo; por outro, formatar as cabeças ocas com conteúdos destinados a alimentar o ódio contra a Cultura Ocidental. Pelo meio, há espaço para fazer crescer o ressentimento e a vitimização.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

A Greta do ecofascismo

Os ecofascistas não têm vergonha. Tudo vale, todos os meios são legítimos desde que sirvam a agenda anticapitalista e anti-ocidental. Andam há décadas a ameaçar-nos com catástrofes. A culpa das anunciadas catástrofes é sempre o Homem branco, ocidental e heterossexual. 

Na década de 60, os ecofascistas anunciavam o fim das terras aráveis devido ao excesso de população e à agricultura intensiva. A profecia não se cumpriu.

Na década de 70 ameaçaram com o esgotamento do petróleo. Cinquenta anos depois, o petróleo não esgotou. Longe disso.

Na década de 80 andaram a amedrontar-nos com o buraco de ozono. Segundo os adivinhos climáticos, o alargamento do buraco de ozono, provocado pelo uso intensivo de sprays, iria fritar a humanidade inteira. De repente, o buraco fechou e nunca mais se ouviu falar dele.

Agora, ameaçam com a mãe de todas as catástrofes com a emergência climática que, supostamente, vai submergir as cidades costeiras do planeta. O tonto do Guterres foi ao ponto de dizer que a Natureza está zangada com os humanos.

Querem o regresso à Idade Média, o fim da agricultura e pecuária intensivas, a descarbonização da economia, a imposição do veganismo e até o fim das viagens de avião. Todos os dias se lembram de uma proibição. São fascistas.

E servem-se de uma rapariga autista, de 16 anos e parcos estudos, para anunciarem o fim do mundo caso o capitalismo e o modo de vida ocidental não sejam substituídos por outra coisa que não sabemos bem o que será mas, adivinhamos, poder ser o regresso a uma Idade Média ou a uma espécie de comunismo à Khmers Vermelhos.

Levaram a Greta à ONU e colocaram-na a destilar ódio sobre tudo e todos. Basta olhar para aqueles olhos doentios, carregados de ódio e ressentimento, para perceber do que se trata. No fundo, os ecofascistas são uma espécie de nazis que espalham o seu ódio à Humanidade. Se tivessem poder total, é provável que accionassem o botão da autodestruição.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

O meu voto vai para a Iniciativa Liberal

Voto na Iniciativa Liberal por 3 razões:
1) quero uma baixa significativa dos impostos que coloque mais dinheiro nos bolsos dos contribuintes;
2) quero uma simplificação radical do IRS com a criação de apenas um ou dois escalões;
3) quero liberdade de escolha na educação e na saúde.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

A esquerda é dona disto tudo

A esquerda social comunista vale, neste momento, mais de 60% dos votos e a tendência é de crescimento. 

Está presente em todo o lado, controla praticamente todos os mass media, com particular destaque as televisões generalistas, redesenha, de forma continuada e persistente, todo o currículo do ensino básico e secundário, manda nas escolas e departamentos de formação de professores, é dona e senhora de todas as revistas de educação e de ciências sociais do país, policia a linguagem e o pensamento, impõe normas, valores e costumes, dirige as novas comissões de censura, e não deixa margem para o contraditório porque conseguiu paralisar a direita, vergá-la. humilhá-la, colocando-a fora da nova tábua de virtudes. 

A esquerda é dona disto tudo. Conseguiu desqualificar a direita, empurrou-a para as margens da legalidade, forçou-a a recuar e a praticar a autocensura. A direita não tem discurso, nem programa, nem valores.

A direita precisa de encontrar ou criar um novo espaço alternativo, onde possa exprimir de novo os seus valores, sem medo, sem recuos, com uma linguagem própria, a partir de onde poderá reconstruir um programa de governo e de poder.

Veja-se o caso do BE. Para além de ocupar o espaço de quase todos os mass  media, gozando do apreço e cumplicidade activa de quase todos os jornalistas e comentadores de serviço, possui um jornal online, o esquerdanet, feito com enorme profissionalismo. A direita não tem espaço digital. Escorraçada das televisões e jornais nacionais, a direita não foi capaz de criar espaços digitais alternativos feitos com profissionalismo e dotados de criadores de conteúdos competentes e dedicados. Para a direita se reerguer precisa de criar estruturas e canais próprios de comunicação e propaganda, à semelhança do que a esquerda faz.

Caso não o faça, corre o risco de se tornar insignificante.

Veja-se  a forma como a esquerda fabrica toda a espécie de catastrofismos, servindo-se das prometidas catástrofes para cavalgar a onda dos activismos, ocupando, dessa forma, todo o espaço disponível dos mass media mainstreem. O recente caso dos incêndios na Amazónia é um bom exemplo de como a esquerda cria mentiras, anuncia catástrofes e se dispõe a oferecer ao eleitorado um projecto salvífico que, como a História ensina, se aplicado, cria mais problemas do que aqueles que promete resolver.

Ao contrário do que a esquerda afirma, os incêndios registados este ano na Amazónia estão em linha com a média de incêndios e área ardida da última década. São dados da NASA. Contudo, perante o silêncio da direita, o que chega ao eleitorado é o contrário, fazendo parecer que os incêndios deste ano são culpa do Balsonaro e em número muito superior ao dos anos anteriores. Activistas de esquerda chegaram ao ponto de vaticinar o fim  da Amazónia daqui a 30 anos. Já o tinham feito com o buraco do ozono uma década atrás. E antes disso, a esquerda anunciou muitas outras catástrofes que, felizmente, não passaram de mentiras.

A direita cala-se perante as mentiras. Seria de esperar, caso a direita tivesse estruturas e canais de comunicação e propaganda competentes, um discurso lógico e claro de denúncia das mentiras transmitidas pela esquerda.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A endoutrinação através da disciplina de cidadania e desenvolvimento

A disciplina de cidadania e desenvolvimento é a principal porta de entrada da ideologia socialista nas escolas. A ideologia socialista esconde-se atrás de inúmeros disfarces, máscaras que ocultam a verdadeira realidade do socialismo, escondendo-se atrás das causas fracturantes e activismos que visam responder a falsos catastrofismos. Ontem era o buraco do ozono, hoje a destruição da Amazónia - os catastrofistas já dizem que dentro de 30 anos não há floresta na Amazónia ., há 50 anos atrás antecipavam o fim das terras aráveis, há 40 anos, diziam que o petróleo estava prestes a esgotar-se.

Os activismos, criados para responder aos catastrofismos inventados pelos esquerdistas, prestam-se a ser os conteúdos primordiais da disciplina de cidadania e desenvolvimento. Junte-se aos catastrofismos, as causas a favor das minorias LGBTI+, e ficamos com um retrato algo fiel da formatação e endoutrinação a que os esquerdistas sujeitam os alunos, tendo em vista a construção de uma mente acrítica, dependente e conformista, na qual a razão é substituída pelas paixões.

Para os esquerdistas, a educação para a cidadania só foca a dimensão social e política dos valores. É-lhes alheia a ideia de que a escola se destina a formar boas pessoas, decentes, razoáveis, autónomas, honestas, responsáveis, respeitadoras, temperadas e justas.  Só lhes interessa a formatação do novo cidadão, qual Homem Novo,  eternamente comprometido com as ilusões e distopias dos que se acham ungidos para salvar o Mundo e levar a todos uma determinada ideia de felicidade.

sábado, 24 de agosto de 2019

Escolas privadas obrigadas a aplicar o despacho da identidade de género?

A associação de colégios privados veio a público informar que os colégios privados não vão aplicar o despacho.O ME respondeu que "nim". Formalmente têm de aplicar, na prática podem fugir.

Se olharmos para o cada vez maior centralismo e jacobinismo do ME, em particular para o discurso esquerdista do secretário de estado da educação, altamente contaminado pela retórica do  BE, é fácil antecipar que o ME, através das suas brigadas de endoutrinação, de inspeção e de delacção, vai obrigar os colégios a aplicarem o despacho.

Fazem bem os colégios em recusarem aplicar o despacho. Tudo o que permita diferenciar as escolas privadas das escolas estatais é bom para as primeiras. O país precisa de uma rede nacional de colégios privados e começa a haver procura para tal. Quanto mais parvoíces e confusão curricular o ME criar nas escolas estatais, mais encarregados de educação olharão para o investimento na educação dos filhos como uma excelente opção. Os colégios privados são os únicos capazes de dar retorno ao investimento.