quinta-feira, 10 de outubro de 2019

A escola ao serviço do socialismo conta com mais uma disciplina no 12º ano

Lemos o programa da nova disciplina História, Culturas e Democracia e verificmos facilmente que estão lá todos os ingredientes da lavagem ao cérebro em curso, agora reforçada com mais uma disciplina.

A nova disciplina visa questionar a sociedade, leia-se criticar o capitalismo e a democracia burguesa, rejeitar todas as formas de discriminação e de exclusão social, leia-se combater pelo socialismo e o controlo total do Estado sobre a economia e a vida privada dos cidadãos, promover a sustentabilidade económica, social, cultural e ambiental, leia-se endoutrinar os jovens na nova religião do clima que anuncia o catastrofismo e quiçá a extinção da humanidade ao virar da esquina.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Uma nova disciplina para fustigar o nosso passado e o presente

Com a criação, no 12º ano, da disciplina História, Culturas e Democracia, aprofunda-se o espaço e o tempo curricular para fustigar o nosso passado e o presente. Em vez de História a sério, baseada no conhecimento factual, temos a análise dos passados dolorosos, isto é, vamos ter um novo espaço curricular para "bater" na presença portuguesa em África, América do Sul e Ásia.

O que se pretende é inculcar nos jovens o preconceito de que nós somos os maus, os colonialistas e os esclavagistas, e que eles são as vítimas carregadas de pureza e de bondade.

Culturas, no plural, significa que a nossa cultura será confrontada com as culturas dos povos "colonizados" e a deles será apresentada como boa e pura e a nossa como intrinsecamente má e errada.

A "verdadeira" Democracia é para a esquerdalha o socialismo por oposição à democracia burguesa, vista como promotora de desigualdades.

Este será um espaço curricular para a defesa de quotas raciais e a promoção de um racismo negro em articulação com a agenda política da extrema esquerda no Parlamento. 

Fustigar, associar a Cultura Ocidental a tudo o que de mal e errado existe no Mundo, eis o objetivo da nova disciplina. A corja social comunista, tão presente no grupo profissional dos professores, esfrega as mãos de contente.

Guterres leva a ONU à falência

Guterres queixa-se de que já não tem dinheiro para pagar os salários dos funcionários da ONU. Era uma questão de tempo. Onde a esquerdalha social comunista mete as mãos, espatifa tudo.

Depois de ter fugido do país, deixando-o num pântano e à beira da bancarrota, o socialista Guterres foi fazer o mesmo para a ONU. 

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Mais lavagem ao cérebro no 12º ano

A esquerdalha usa o Ministério da Educação e as escolas estatais como instrumentos de lavagem ao cérebro dos jovens. Depois de criarem a disciplina de cidadania e desenvolvimento, obrigatória no 3º ciclo do ensino básico, apressam-se agora na criação de uma outra, de opção no 12º ano, com o sugestivo título de História, Culturas e Democracia e onde os jovens serão expostos a mais propaganda socialista. A ênfase é colocada nos conteúdos que mostrem até à exaustão a maldade intrínseca da Cultura Ocidental plasmada nos processos históricos "dolorosos". 

Com mais esta disciplina de propaganda socialista e marxista, os jovens sairão do ensino secundário mais preparados para odiarem as suas raízes culturais. O objetivo é esse, por um lado formar ignorantes com a pretensão de que sabem tudo; por outro, formatar as cabeças ocas com conteúdos destinados a alimentar o ódio contra a Cultura Ocidental. Pelo meio, há espaço para fazer crescer o ressentimento e a vitimização.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

A Greta do ecofascismo

Os ecofascistas não têm vergonha. Tudo vale, todos os meios são legítimos desde que sirvam a agenda anticapitalista e anti-ocidental. Andam há décadas a ameaçar-nos com catástrofes. A culpa das anunciadas catástrofes é sempre o Homem branco, ocidental e heterossexual. 

Na década de 60, os ecofascistas anunciavam o fim das terras aráveis devido ao excesso de população e à agricultura intensiva. A profecia não se cumpriu.

Na década de 70 ameaçaram com o esgotamento do petróleo. Cinquenta anos depois, o petróleo não esgotou. Longe disso.

Na década de 80 andaram a amedrontar-nos com o buraco de ozono. Segundo os adivinhos climáticos, o alargamento do buraco de ozono, provocado pelo uso intensivo de sprays, iria fritar a humanidade inteira. De repente, o buraco fechou e nunca mais se ouviu falar dele.

Agora, ameaçam com a mãe de todas as catástrofes com a emergência climática que, supostamente, vai submergir as cidades costeiras do planeta. O tonto do Guterres foi ao ponto de dizer que a Natureza está zangada com os humanos.

Querem o regresso à Idade Média, o fim da agricultura e pecuária intensivas, a descarbonização da economia, a imposição do veganismo e até o fim das viagens de avião. Todos os dias se lembram de uma proibição. São fascistas.

E servem-se de uma rapariga autista, de 16 anos e parcos estudos, para anunciarem o fim do mundo caso o capitalismo e o modo de vida ocidental não sejam substituídos por outra coisa que não sabemos bem o que será mas, adivinhamos, poder ser o regresso a uma Idade Média ou a uma espécie de comunismo à Khmers Vermelhos.

Levaram a Greta à ONU e colocaram-na a destilar ódio sobre tudo e todos. Basta olhar para aqueles olhos doentios, carregados de ódio e ressentimento, para perceber do que se trata. No fundo, os ecofascistas são uma espécie de nazis que espalham o seu ódio à Humanidade. Se tivessem poder total, é provável que accionassem o botão da autodestruição.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

O meu voto vai para a Iniciativa Liberal

Voto na Iniciativa Liberal por 3 razões:
1) quero uma baixa significativa dos impostos que coloque mais dinheiro nos bolsos dos contribuintes;
2) quero uma simplificação radical do IRS com a criação de apenas um ou dois escalões;
3) quero liberdade de escolha na educação e na saúde.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

A esquerda é dona disto tudo

A esquerda social comunista vale, neste momento, mais de 60% dos votos e a tendência é de crescimento. 

Está presente em todo o lado, controla praticamente todos os mass media, com particular destaque as televisões generalistas, redesenha, de forma continuada e persistente, todo o currículo do ensino básico e secundário, manda nas escolas e departamentos de formação de professores, é dona e senhora de todas as revistas de educação e de ciências sociais do país, policia a linguagem e o pensamento, impõe normas, valores e costumes, dirige as novas comissões de censura, e não deixa margem para o contraditório porque conseguiu paralisar a direita, vergá-la. humilhá-la, colocando-a fora da nova tábua de virtudes. 

A esquerda é dona disto tudo. Conseguiu desqualificar a direita, empurrou-a para as margens da legalidade, forçou-a a recuar e a praticar a autocensura. A direita não tem discurso, nem programa, nem valores.

A direita precisa de encontrar ou criar um novo espaço alternativo, onde possa exprimir de novo os seus valores, sem medo, sem recuos, com uma linguagem própria, a partir de onde poderá reconstruir um programa de governo e de poder.

Veja-se o caso do BE. Para além de ocupar o espaço de quase todos os mass  media, gozando do apreço e cumplicidade activa de quase todos os jornalistas e comentadores de serviço, possui um jornal online, o esquerdanet, feito com enorme profissionalismo. A direita não tem espaço digital. Escorraçada das televisões e jornais nacionais, a direita não foi capaz de criar espaços digitais alternativos feitos com profissionalismo e dotados de criadores de conteúdos competentes e dedicados. Para a direita se reerguer precisa de criar estruturas e canais próprios de comunicação e propaganda, à semelhança do que a esquerda faz.

Caso não o faça, corre o risco de se tornar insignificante.

Veja-se  a forma como a esquerda fabrica toda a espécie de catastrofismos, servindo-se das prometidas catástrofes para cavalgar a onda dos activismos, ocupando, dessa forma, todo o espaço disponível dos mass media mainstreem. O recente caso dos incêndios na Amazónia é um bom exemplo de como a esquerda cria mentiras, anuncia catástrofes e se dispõe a oferecer ao eleitorado um projecto salvífico que, como a História ensina, se aplicado, cria mais problemas do que aqueles que promete resolver.

Ao contrário do que a esquerda afirma, os incêndios registados este ano na Amazónia estão em linha com a média de incêndios e área ardida da última década. São dados da NASA. Contudo, perante o silêncio da direita, o que chega ao eleitorado é o contrário, fazendo parecer que os incêndios deste ano são culpa do Balsonaro e em número muito superior ao dos anos anteriores. Activistas de esquerda chegaram ao ponto de vaticinar o fim  da Amazónia daqui a 30 anos. Já o tinham feito com o buraco do ozono uma década atrás. E antes disso, a esquerda anunciou muitas outras catástrofes que, felizmente, não passaram de mentiras.

A direita cala-se perante as mentiras. Seria de esperar, caso a direita tivesse estruturas e canais de comunicação e propaganda competentes, um discurso lógico e claro de denúncia das mentiras transmitidas pela esquerda.