sábado, 12 de outubro de 2019

Há 3 partidos comunistas com representação na AR. São todos autoritários

Embora com três partidos comunistas representados na AR, o número de deputados que integram o projeto comunista no Parlamento diminuiu bastante. São agora menos 4 deputados comunistas. 

O PCP perdeu cinco deputados e o Livre elegeu uma deputada. O  primeiro ato público da nova deputada do Livre foi empunhar a bandeira da Guiné-Bissau. O segundo foi reivindicar mais tempo de intervenção no Parlamento pelo facto de ser gaga. O terceiro ato público foi afirmar que a entrada dela no Parlamento é um marco na guerra que ela trava. Não disse com quem mas lendo o programa do Livre fica-se a saber que a nova deputada está em guerra contra o capitalismo, o clima, o homem branco, a família patriarcal e sabe-se lá o que mais.

São três partidos autoritários com programas sectários. Eles estão no Parlamento para proibir e aumentar o controlo do Estado sobre as nossa vidas. São partidos que defendem o saque das empresas e das famílias. A filha do assaltante de bancos disse ao que vinha: "é preciso ir buscar o dinheiro aos que o acumulam" Com isto é todo um programa de roubo e saque repetidamente visto ao longo da História recente conduzido pelos partidos amigos onde quer que tomaram o poder.

Nenhuma destes pregadores do ódio se demarcou dos partidos irmãos que conduziram dezenas de milhões de pessoas à miséria e à morte. Ao invés, continuam a admirar-lhes a obra e se alguma coisa corre mal a culpa é sempre dos EUA, do Trump ou do Balsonaro. 

O PCP e o BE pregam o ódio de classe e o desprezo pelos ricos com excepção dos que os financiam como é o caso da SONAE a suportar o mais do que falido Público, porta voz da esquerda comunista. O LIVRE, para além do ódio de classe, acrescenta o ódio contra o Homem Branco, o racismo anti-racista e o capitalismo visto pelos três partidos comunistas como a origem de todos os males.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Os liberais ganham voz no Parlamento

É a primeira vez que os liberais ganham assento na AR. A soma dos deputados dos dois partidos comunistas, BE e PCP, tem um claro significado: diminuiu e muito a presença dos comunistas no Parlamento. Os dois partidos comunistas perderam 175 mil votos. O PCP perdeu 5 deputados. De 17 passou para apenas 12 deputados. O BE, ao contrário do que os merdia socialistas querem fazer crer, perdeu 60 mil votos e ficou com o mesmo número de deputados que teve em 2015. Esteve à beira de perder o 19º deputado.

O PS teve um vitória escassa. Com tudo a favor e uma oposição fraca ficou bem longe da maioria absoluta.

O IL fica com um deputado e o CHEGA ganha outro. São duas vozes que clamam pela redução do peso do estado e pela defesa da livre iniciativa e da propriedade privada. Ambos se vão bater contra o esbulho fiscal. E se o fizerem com criatividade e coragem, vão tirar muitos votos ao PSD e ao CDS nas próximas eleições.

O PSD e o CDS saíram fortemente derrotados. Ou cortam radicalmente com o estatismo e o socialismo ou acabarão por ser engolidos pelo IL e pelo CHEGA. 



A escola ao serviço do socialismo conta com mais uma disciplina no 12º ano

Lemos o programa da nova disciplina História, Culturas e Democracia e verificmos facilmente que estão lá todos os ingredientes da lavagem ao cérebro em curso, agora reforçada com mais uma disciplina.

A nova disciplina visa questionar a sociedade, leia-se criticar o capitalismo e a democracia burguesa, rejeitar todas as formas de discriminação e de exclusão social, leia-se combater pelo socialismo e o controlo total do Estado sobre a economia e a vida privada dos cidadãos, promover a sustentabilidade económica, social, cultural e ambiental, leia-se endoutrinar os jovens na nova religião do clima que anuncia o catastrofismo e quiçá a extinção da humanidade ao virar da esquina.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Uma nova disciplina para fustigar o nosso passado e o presente

Com a criação, no 12º ano, da disciplina História, Culturas e Democracia, aprofunda-se o espaço e o tempo curricular para fustigar o nosso passado e o presente. Em vez de História a sério, baseada no conhecimento factual, temos a análise dos passados dolorosos, isto é, vamos ter um novo espaço curricular para "bater" na presença portuguesa em África, América do Sul e Ásia.

O que se pretende é inculcar nos jovens o preconceito de que nós somos os maus, os colonialistas e os esclavagistas, e que eles são as vítimas carregadas de pureza e de bondade.

Culturas, no plural, significa que a nossa cultura será confrontada com as culturas dos povos "colonizados" e a deles será apresentada como boa e pura e a nossa como intrinsecamente má e errada.

A "verdadeira" Democracia é para a esquerdalha o socialismo por oposição à democracia burguesa, vista como promotora de desigualdades.

Este será um espaço curricular para a defesa de quotas raciais e a promoção de um racismo negro em articulação com a agenda política da extrema esquerda no Parlamento. 

Fustigar, associar a Cultura Ocidental a tudo o que de mal e errado existe no Mundo, eis o objetivo da nova disciplina. A corja social comunista, tão presente no grupo profissional dos professores, esfrega as mãos de contente.

Guterres leva a ONU à falência

Guterres queixa-se de que já não tem dinheiro para pagar os salários dos funcionários da ONU. Era uma questão de tempo. Onde a esquerdalha social comunista mete as mãos, espatifa tudo.

Depois de ter fugido do país, deixando-o num pântano e à beira da bancarrota, o socialista Guterres foi fazer o mesmo para a ONU. 

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Mais lavagem ao cérebro no 12º ano

A esquerdalha usa o Ministério da Educação e as escolas estatais como instrumentos de lavagem ao cérebro dos jovens. Depois de criarem a disciplina de cidadania e desenvolvimento, obrigatória no 3º ciclo do ensino básico, apressam-se agora na criação de uma outra, de opção no 12º ano, com o sugestivo título de História, Culturas e Democracia e onde os jovens serão expostos a mais propaganda socialista. A ênfase é colocada nos conteúdos que mostrem até à exaustão a maldade intrínseca da Cultura Ocidental plasmada nos processos históricos "dolorosos". 

Com mais esta disciplina de propaganda socialista e marxista, os jovens sairão do ensino secundário mais preparados para odiarem as suas raízes culturais. O objetivo é esse, por um lado formar ignorantes com a pretensão de que sabem tudo; por outro, formatar as cabeças ocas com conteúdos destinados a alimentar o ódio contra a Cultura Ocidental. Pelo meio, há espaço para fazer crescer o ressentimento e a vitimização.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

A Greta do ecofascismo

Os ecofascistas não têm vergonha. Tudo vale, todos os meios são legítimos desde que sirvam a agenda anticapitalista e anti-ocidental. Andam há décadas a ameaçar-nos com catástrofes. A culpa das anunciadas catástrofes é sempre o Homem branco, ocidental e heterossexual. 

Na década de 60, os ecofascistas anunciavam o fim das terras aráveis devido ao excesso de população e à agricultura intensiva. A profecia não se cumpriu.

Na década de 70 ameaçaram com o esgotamento do petróleo. Cinquenta anos depois, o petróleo não esgotou. Longe disso.

Na década de 80 andaram a amedrontar-nos com o buraco de ozono. Segundo os adivinhos climáticos, o alargamento do buraco de ozono, provocado pelo uso intensivo de sprays, iria fritar a humanidade inteira. De repente, o buraco fechou e nunca mais se ouviu falar dele.

Agora, ameaçam com a mãe de todas as catástrofes com a emergência climática que, supostamente, vai submergir as cidades costeiras do planeta. O tonto do Guterres foi ao ponto de dizer que a Natureza está zangada com os humanos.

Querem o regresso à Idade Média, o fim da agricultura e pecuária intensivas, a descarbonização da economia, a imposição do veganismo e até o fim das viagens de avião. Todos os dias se lembram de uma proibição. São fascistas.

E servem-se de uma rapariga autista, de 16 anos e parcos estudos, para anunciarem o fim do mundo caso o capitalismo e o modo de vida ocidental não sejam substituídos por outra coisa que não sabemos bem o que será mas, adivinhamos, poder ser o regresso a uma Idade Média ou a uma espécie de comunismo à Khmers Vermelhos.

Levaram a Greta à ONU e colocaram-na a destilar ódio sobre tudo e todos. Basta olhar para aqueles olhos doentios, carregados de ódio e ressentimento, para perceber do que se trata. No fundo, os ecofascistas são uma espécie de nazis que espalham o seu ódio à Humanidade. Se tivessem poder total, é provável que accionassem o botão da autodestruição.