As escolas estatais exigem cada vez mais burocracia aos professores. Com o socialismo, a burocracia não para de crescer. Os professores queixam-se do excesso de burocracia mas não têm a clarividência de associar mais socialismo a mais burocracia.
Confusão curricular, dispersão, caos, falta de professores nas escolas passados 2 meses do início do ano letivo, alterações na estrutura curricular e nos programas de ensino sem preparação prévia, sem avaliação digna desse nome são o retrato da escola socialista.
Enquanto isso, O ME e as suas estruturas de controlo burocrático e político põem em funcionamento um número crescente de aplicações informáticas para controlar o trabalho dos professores, esmagá-los com fichas e relatórios.