terça-feira, 15 de outubro de 2019

Não há falta de professores. O que há é um desperdício enorme na contratação de professores

Ficámos a saber que há 50 mil alunos ainda com falta de professores. São 2000 turmas sem professor. Isto acontece apenas nas escolas estatais. Por que razão, as escolas privadas têm todos os professores colocados no primeiro dia de aulas?

A falta de professores coincide com o fenómeno das dezenas de milhares de professores que são colocados em escolas onde não há horário letivo para eles. É o fenómeno eminentemente socialista dos milhares de docentes que todos os anos são colocados por razões específicas. sem turma atribuída e que vão cumprindo horário nas escolas  quase sempre sem nada de útil para fazer.

O fenómeno estende-se a toda a administração pública: O Governo de esquerda recrutou, em 4 anos, mais 50 mil funcionários públicos, aumentando por essa via a sua clientela eleitoral, mas, apesar disso, nunca os serviços do Estado funcionaram tão mal como agora.



segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Duas mil turmas ainda sem professores. O socialismo traz burocracia, escassez e caos

Ficámos hoje a saber que, passados 8 semanas após o início das aulas, ainda há 2000 turmas sem professores.

A esquerdalha, sempre pronta a arranjar bode expiatórios para os problemas criados pelo socialismo, atribui as culpas aos senhorios especuladores. Os professores recusam colocações em Lisboa e Algarve porque não ganham o suficiente para pagar as rendas de casa nessas regiões do país.

Qualquer pessoa medianamente informada sabe que as alterações à Lei do Arrendamento e a aprovação da Lei de Bases da Habitação criaram uma onda de pânico e incerteza entre os senhorios que, como aconteceu no passado, retiraram muitas casas do mercado de arrendamento com receio de não poderem despejar os inquilinos incumpridores. 

A esquerdalha não admite mas a verdade é que foram as leis demasiado protetoras dos inquilinos e os obstáculos aos despejos por incumprimento, bem como os recentes atentados legislativos ao direito de propriedade, que provocaram o aumento exponencial das rendas de casa. 

Menos oferta provoca aumentos de preços. Qualquer pessoa sabe isso.

A falta de professores nas escolas estatais é também e sobretudo o resultado de um sistema de colocação de professores caótico, burocratizante e assente no critério do tempo de serviço. Os mais antigos estão protegidos e os novos têm muita dificuldade em entrar no sistema.

domingo, 13 de outubro de 2019

Socialismo traz sempre mais burocracia

As escolas estatais exigem cada vez mais burocracia aos professores. Com o socialismo, a burocracia não para de crescer. Os professores queixam-se do excesso de burocracia mas não têm a clarividência de associar mais socialismo a mais burocracia.

Confusão curricular, dispersão, caos, falta de professores nas escolas passados 2 meses do início do ano letivo, alterações na estrutura curricular e nos programas de ensino sem preparação prévia, sem avaliação digna desse nome são o retrato da escola socialista.

Enquanto isso, O ME e as suas estruturas de controlo burocrático e político põem em funcionamento um número crescente de aplicações informáticas para controlar o trabalho dos professores, esmagá-los com fichas e relatórios.

sábado, 12 de outubro de 2019

Há 3 partidos comunistas com representação na AR. São todos autoritários

Embora com três partidos comunistas representados na AR, o número de deputados que integram o projeto comunista no Parlamento diminuiu bastante. São agora menos 4 deputados comunistas. 

O PCP perdeu cinco deputados e o Livre elegeu uma deputada. O  primeiro ato público da nova deputada do Livre foi empunhar a bandeira da Guiné-Bissau. O segundo foi reivindicar mais tempo de intervenção no Parlamento pelo facto de ser gaga. O terceiro ato público foi afirmar que a entrada dela no Parlamento é um marco na guerra que ela trava. Não disse com quem mas lendo o programa do Livre fica-se a saber que a nova deputada está em guerra contra o capitalismo, o clima, o homem branco, a família patriarcal e sabe-se lá o que mais.

São três partidos autoritários com programas sectários. Eles estão no Parlamento para proibir e aumentar o controlo do Estado sobre as nossa vidas. São partidos que defendem o saque das empresas e das famílias. A filha do assaltante de bancos disse ao que vinha: "é preciso ir buscar o dinheiro aos que o acumulam" Com isto é todo um programa de roubo e saque repetidamente visto ao longo da História recente conduzido pelos partidos amigos onde quer que tomaram o poder.

Nenhuma destes pregadores do ódio se demarcou dos partidos irmãos que conduziram dezenas de milhões de pessoas à miséria e à morte. Ao invés, continuam a admirar-lhes a obra e se alguma coisa corre mal a culpa é sempre dos EUA, do Trump ou do Balsonaro. 

O PCP e o BE pregam o ódio de classe e o desprezo pelos ricos com excepção dos que os financiam como é o caso da SONAE a suportar o mais do que falido Público, porta voz da esquerda comunista. O LIVRE, para além do ódio de classe, acrescenta o ódio contra o Homem Branco, o racismo anti-racista e o capitalismo visto pelos três partidos comunistas como a origem de todos os males.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Os liberais ganham voz no Parlamento

É a primeira vez que os liberais ganham assento na AR. A soma dos deputados dos dois partidos comunistas, BE e PCP, tem um claro significado: diminuiu e muito a presença dos comunistas no Parlamento. Os dois partidos comunistas perderam 175 mil votos. O PCP perdeu 5 deputados. De 17 passou para apenas 12 deputados. O BE, ao contrário do que os merdia socialistas querem fazer crer, perdeu 60 mil votos e ficou com o mesmo número de deputados que teve em 2015. Esteve à beira de perder o 19º deputado.

O PS teve um vitória escassa. Com tudo a favor e uma oposição fraca ficou bem longe da maioria absoluta.

O IL fica com um deputado e o CHEGA ganha outro. São duas vozes que clamam pela redução do peso do estado e pela defesa da livre iniciativa e da propriedade privada. Ambos se vão bater contra o esbulho fiscal. E se o fizerem com criatividade e coragem, vão tirar muitos votos ao PSD e ao CDS nas próximas eleições.

O PSD e o CDS saíram fortemente derrotados. Ou cortam radicalmente com o estatismo e o socialismo ou acabarão por ser engolidos pelo IL e pelo CHEGA. 



A escola ao serviço do socialismo conta com mais uma disciplina no 12º ano

Lemos o programa da nova disciplina História, Culturas e Democracia e verificmos facilmente que estão lá todos os ingredientes da lavagem ao cérebro em curso, agora reforçada com mais uma disciplina.

A nova disciplina visa questionar a sociedade, leia-se criticar o capitalismo e a democracia burguesa, rejeitar todas as formas de discriminação e de exclusão social, leia-se combater pelo socialismo e o controlo total do Estado sobre a economia e a vida privada dos cidadãos, promover a sustentabilidade económica, social, cultural e ambiental, leia-se endoutrinar os jovens na nova religião do clima que anuncia o catastrofismo e quiçá a extinção da humanidade ao virar da esquina.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Uma nova disciplina para fustigar o nosso passado e o presente

Com a criação, no 12º ano, da disciplina História, Culturas e Democracia, aprofunda-se o espaço e o tempo curricular para fustigar o nosso passado e o presente. Em vez de História a sério, baseada no conhecimento factual, temos a análise dos passados dolorosos, isto é, vamos ter um novo espaço curricular para "bater" na presença portuguesa em África, América do Sul e Ásia.

O que se pretende é inculcar nos jovens o preconceito de que nós somos os maus, os colonialistas e os esclavagistas, e que eles são as vítimas carregadas de pureza e de bondade.

Culturas, no plural, significa que a nossa cultura será confrontada com as culturas dos povos "colonizados" e a deles será apresentada como boa e pura e a nossa como intrinsecamente má e errada.

A "verdadeira" Democracia é para a esquerdalha o socialismo por oposição à democracia burguesa, vista como promotora de desigualdades.

Este será um espaço curricular para a defesa de quotas raciais e a promoção de um racismo negro em articulação com a agenda política da extrema esquerda no Parlamento. 

Fustigar, associar a Cultura Ocidental a tudo o que de mal e errado existe no Mundo, eis o objetivo da nova disciplina. A corja social comunista, tão presente no grupo profissional dos professores, esfrega as mãos de contente.