A herança do Ministro da Educação é a bandalheira total. Nem um concurso para recrutar contínuos/pessoal auxiliar, é possível concluir a tempo tal a anarquia e caos que reinam nas escolas afogadas em burocracia e desgoverno. Milhares de professores e funcionários auxiliares recorrem a baixas médicas como instrumento para lidar com o caos e a confusão reinantes. Há escolas que encerram as portas à vez para evitar problemas de insegurança originados pela falta de pessoal auxiliar.
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
O socialismo empurra o país para o clube dos últimos
A verdade indesmentível é que o socialismo e a sua versão light, a social democracia, conduziram a economia do país, nos últimos 25 anos, à estagnação e perda de competitividade e empurraram o país para o clube dos últimos. Depois de ultrapassados pelos países bálticos e quase todos os restantes países do Leste Europeu, Portugal corre o risco de, a breve tempo, ombrear com a Grécia no clube dos últimos da zona euro. Cada vez divergimos mais da média europeia.
A corja socialista que desgoverna o país exulta com um crescimento de um por cento e mais uns pontinhos numa altura em que a economia mundial cresce a bom ritmo. Como será quando a economia mundial arrefecer?
Os países que apostaram em políticas liberais, baixas significativas de impostos e redução da despesa do Estado ultrapassaram Portugal e estão agora entre os que mais crescem na zona euro. Veja-se o caso da Irlanda e tirem-se as conclusões.
Se não afastarmos os socialistas do poder, continuaremos a "oferecer" aos velhos pensões miseráveis inferiores a 500 euros e vamos empurrar as novas gerações para a pobreza e a emigração.
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
Um Governo sem vergonha, duas nulidades na educação
O ministro da educação e o ministro do ensino superior são duas nulidades que transitam do anterior Governo. Um e outro nada fizeram em benefício da qualidade de ensino. Distinguiram-se ambos pelo ataque sem precedentes ao ensino privado. O primeiro reduziu a quase zero a liberdade de escolha das escolas pelos pais dos alunos, pondo fim aos contratos de associação.
Como qualquer socialista que se preze, receia que a liberdade de escolha crie cidadãos auto-suficientes dotados de soberania individual. Aquilo que o socialista mais despreza e teme é um cidadão que não precise do Estado para viver e que construa projetos de vida que não passem pela alçada do Estado.
É uma grande falta de vergonha e uma enorme insensibilidade dar continuidade a um ministro que deixou como herança 50 mil alunos sem professores passados 8 semanas do início das aulas. O resto da herança é conhecido: pôs fim aos exames nacionais nas transições de ciclo, dispersou o currículo e encharcou as escolas de ideologia socialista com a criação da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e, mais recentemente, com a introdução de uma opção no 12º ano com o nome de História, Culturas e Democracia.
Como qualquer socialista que se preze, receia que a liberdade de escolha crie cidadãos auto-suficientes dotados de soberania individual. Aquilo que o socialista mais despreza e teme é um cidadão que não precise do Estado para viver e que construa projetos de vida que não passem pela alçada do Estado.
É uma grande falta de vergonha e uma enorme insensibilidade dar continuidade a um ministro que deixou como herança 50 mil alunos sem professores passados 8 semanas do início das aulas. O resto da herança é conhecido: pôs fim aos exames nacionais nas transições de ciclo, dispersou o currículo e encharcou as escolas de ideologia socialista com a criação da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e, mais recentemente, com a introdução de uma opção no 12º ano com o nome de História, Culturas e Democracia.
Estas duas nulidades são a prova de que os socialistas perderam toda a vergonha e a única razão que os move é manterem-se no poder aumentando a clientela de dependentes do Estado.
Será um Governo avesso às reformas, incapaz de criar ambientes favoráveis ao investimento privado. Um Governo que dá continuidade ao saque fiscal.
É de esperar que, após quatro décadas de socialismo sem oposição, o novo Parlamento seja um espaço para o Chega e o Iniciativa Liberal denunciarem, com frontalidade, o saque fiscal, o roubo e a corrupção.
terça-feira, 15 de outubro de 2019
Não há falta de professores. O que há é um desperdício enorme na contratação de professores
Ficámos a saber que há 50 mil alunos ainda com falta de professores. São 2000 turmas sem professor. Isto acontece apenas nas escolas estatais. Por que razão, as escolas privadas têm todos os professores colocados no primeiro dia de aulas?
A falta de professores coincide com o fenómeno das dezenas de milhares de professores que são colocados em escolas onde não há horário letivo para eles. É o fenómeno eminentemente socialista dos milhares de docentes que todos os anos são colocados por razões específicas. sem turma atribuída e que vão cumprindo horário nas escolas quase sempre sem nada de útil para fazer.
O fenómeno estende-se a toda a administração pública: O Governo de esquerda recrutou, em 4 anos, mais 50 mil funcionários públicos, aumentando por essa via a sua clientela eleitoral, mas, apesar disso, nunca os serviços do Estado funcionaram tão mal como agora.
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
Duas mil turmas ainda sem professores. O socialismo traz burocracia, escassez e caos
Ficámos hoje a saber que, passados 8 semanas após o início das aulas, ainda há 2000 turmas sem professores.
A esquerdalha, sempre pronta a arranjar bode expiatórios para os problemas criados pelo socialismo, atribui as culpas aos senhorios especuladores. Os professores recusam colocações em Lisboa e Algarve porque não ganham o suficiente para pagar as rendas de casa nessas regiões do país.
Qualquer pessoa medianamente informada sabe que as alterações à Lei do Arrendamento e a aprovação da Lei de Bases da Habitação criaram uma onda de pânico e incerteza entre os senhorios que, como aconteceu no passado, retiraram muitas casas do mercado de arrendamento com receio de não poderem despejar os inquilinos incumpridores.
A esquerdalha não admite mas a verdade é que foram as leis demasiado protetoras dos inquilinos e os obstáculos aos despejos por incumprimento, bem como os recentes atentados legislativos ao direito de propriedade, que provocaram o aumento exponencial das rendas de casa.
Menos oferta provoca aumentos de preços. Qualquer pessoa sabe isso.
A falta de professores nas escolas estatais é também e sobretudo o resultado de um sistema de colocação de professores caótico, burocratizante e assente no critério do tempo de serviço. Os mais antigos estão protegidos e os novos têm muita dificuldade em entrar no sistema.
domingo, 13 de outubro de 2019
Socialismo traz sempre mais burocracia
As escolas estatais exigem cada vez mais burocracia aos professores. Com o socialismo, a burocracia não para de crescer. Os professores queixam-se do excesso de burocracia mas não têm a clarividência de associar mais socialismo a mais burocracia.
Confusão curricular, dispersão, caos, falta de professores nas escolas passados 2 meses do início do ano letivo, alterações na estrutura curricular e nos programas de ensino sem preparação prévia, sem avaliação digna desse nome são o retrato da escola socialista.
Enquanto isso, O ME e as suas estruturas de controlo burocrático e político põem em funcionamento um número crescente de aplicações informáticas para controlar o trabalho dos professores, esmagá-los com fichas e relatórios.
sábado, 12 de outubro de 2019
Há 3 partidos comunistas com representação na AR. São todos autoritários
Embora com três partidos comunistas representados na AR, o número de deputados que integram o projeto comunista no Parlamento diminuiu bastante. São agora menos 4 deputados comunistas.
O PCP perdeu cinco deputados e o Livre elegeu uma deputada. O primeiro ato público da nova deputada do Livre foi empunhar a bandeira da Guiné-Bissau. O segundo foi reivindicar mais tempo de intervenção no Parlamento pelo facto de ser gaga. O terceiro ato público foi afirmar que a entrada dela no Parlamento é um marco na guerra que ela trava. Não disse com quem mas lendo o programa do Livre fica-se a saber que a nova deputada está em guerra contra o capitalismo, o clima, o homem branco, a família patriarcal e sabe-se lá o que mais.
São três partidos autoritários com programas sectários. Eles estão no Parlamento para proibir e aumentar o controlo do Estado sobre as nossa vidas. São partidos que defendem o saque das empresas e das famílias. A filha do assaltante de bancos disse ao que vinha: "é preciso ir buscar o dinheiro aos que o acumulam" Com isto é todo um programa de roubo e saque repetidamente visto ao longo da História recente conduzido pelos partidos amigos onde quer que tomaram o poder.
Nenhuma destes pregadores do ódio se demarcou dos partidos irmãos que conduziram dezenas de milhões de pessoas à miséria e à morte. Ao invés, continuam a admirar-lhes a obra e se alguma coisa corre mal a culpa é sempre dos EUA, do Trump ou do Balsonaro.
Nenhuma destes pregadores do ódio se demarcou dos partidos irmãos que conduziram dezenas de milhões de pessoas à miséria e à morte. Ao invés, continuam a admirar-lhes a obra e se alguma coisa corre mal a culpa é sempre dos EUA, do Trump ou do Balsonaro.
O PCP e o BE pregam o ódio de classe e o desprezo pelos ricos com excepção dos que os financiam como é o caso da SONAE a suportar o mais do que falido Público, porta voz da esquerda comunista. O LIVRE, para além do ódio de classe, acrescenta o ódio contra o Homem Branco, o racismo anti-racista e o capitalismo visto pelos três partidos comunistas como a origem de todos os males.
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