sábado, 19 de outubro de 2019

Os socialistas são bons nos negócios com os camaradas

A normalidade socialista são os negócios com as famílias e os camaradas. Usam os dinheiros públicos para fazer negócios e dar a ganhar umas massas aos amigos e familiares. A esquerda acha-se dona do país e não vê problema alguma em usar o poder para fazer contratos diretos com os camaradas.

Foi o que a ex autarca de Abrantes, agora promovida a ministra, fez ao comprar a um camarada de partido  por ajuste direto oliveiras ao preço de 2000 euros cada. Segundo o CM de hoje, a referida autarca também deu a ganhar à empresa do filho de um conhecido deputado PS 500 mil euros para a realização de uns vídeos de promoção.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Escolas do distrito de Lisboa abrem à vez com falta de funcionários

A herança do Ministro da Educação é a bandalheira total. Nem um concurso para recrutar contínuos/pessoal auxiliar, é possível concluir a tempo tal a anarquia e caos que reinam nas escolas afogadas em burocracia e desgoverno. Milhares de professores e funcionários auxiliares recorrem a baixas médicas como instrumento para lidar com o caos e a confusão reinantes. Há escolas que encerram as portas à vez para evitar problemas de insegurança originados pela falta de pessoal auxiliar. 


O socialismo empurra o país para o clube dos últimos

A verdade indesmentível é que o socialismo e a sua versão light, a social democracia, conduziram a economia do país, nos últimos 25 anos, à estagnação e perda de competitividade e empurraram o país para o clube dos últimos. Depois de ultrapassados pelos países bálticos e quase todos os restantes países do Leste Europeu, Portugal corre o risco de, a breve tempo, ombrear com a Grécia no clube dos últimos da zona euro. Cada vez divergimos mais da média europeia.

A corja socialista que desgoverna o país exulta com um crescimento de um por cento e mais uns pontinhos numa altura em que a economia mundial cresce a bom ritmo. Como será quando a economia mundial arrefecer?

Os países que apostaram em políticas liberais, baixas significativas de impostos e redução da despesa do Estado ultrapassaram Portugal e estão agora entre os que mais crescem na zona euro. Veja-se o caso da Irlanda e tirem-se as conclusões.

Se não afastarmos os socialistas do poder, continuaremos a "oferecer" aos velhos pensões miseráveis inferiores a 500 euros e vamos empurrar as novas gerações para a pobreza e a emigração.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Um Governo sem vergonha, duas nulidades na educação

O ministro da educação e o ministro do ensino superior são duas nulidades que transitam do anterior Governo. Um e outro nada fizeram em benefício da qualidade de ensino. Distinguiram-se ambos pelo ataque sem precedentes ao ensino privado. O primeiro reduziu a quase zero a liberdade de escolha das escolas pelos pais dos alunos, pondo fim aos contratos de associação.

Como qualquer socialista que se preze, receia que a liberdade de escolha crie cidadãos auto-suficientes dotados de soberania individual. Aquilo que o socialista mais despreza e teme é um cidadão que não precise do Estado para viver e que construa projetos de vida que não passem pela alçada do Estado.

É uma grande falta de vergonha e uma enorme insensibilidade dar continuidade a um ministro que deixou como herança 50 mil alunos sem professores passados 8 semanas do início das aulas. O resto  da herança é conhecido: pôs fim aos exames nacionais nas transições de ciclo, dispersou o currículo e encharcou as escolas de ideologia socialista com a criação da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e, mais recentemente, com a introdução de uma opção no 12º ano com o nome de História, Culturas e Democracia.

Estas duas nulidades são a prova de que os socialistas perderam toda a vergonha e a única razão que os move é manterem-se no poder  aumentando a clientela de dependentes do Estado.

Será um Governo avesso às reformas, incapaz de criar ambientes favoráveis ao investimento privado. Um Governo que dá continuidade ao saque fiscal.

É de esperar que, após quatro décadas de socialismo sem oposição, o novo Parlamento seja um espaço para o Chega e o Iniciativa Liberal denunciarem, com frontalidade,  o saque fiscal, o roubo e a corrupção.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Não há falta de professores. O que há é um desperdício enorme na contratação de professores

Ficámos a saber que há 50 mil alunos ainda com falta de professores. São 2000 turmas sem professor. Isto acontece apenas nas escolas estatais. Por que razão, as escolas privadas têm todos os professores colocados no primeiro dia de aulas?

A falta de professores coincide com o fenómeno das dezenas de milhares de professores que são colocados em escolas onde não há horário letivo para eles. É o fenómeno eminentemente socialista dos milhares de docentes que todos os anos são colocados por razões específicas. sem turma atribuída e que vão cumprindo horário nas escolas  quase sempre sem nada de útil para fazer.

O fenómeno estende-se a toda a administração pública: O Governo de esquerda recrutou, em 4 anos, mais 50 mil funcionários públicos, aumentando por essa via a sua clientela eleitoral, mas, apesar disso, nunca os serviços do Estado funcionaram tão mal como agora.



segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Duas mil turmas ainda sem professores. O socialismo traz burocracia, escassez e caos

Ficámos hoje a saber que, passados 8 semanas após o início das aulas, ainda há 2000 turmas sem professores.

A esquerdalha, sempre pronta a arranjar bode expiatórios para os problemas criados pelo socialismo, atribui as culpas aos senhorios especuladores. Os professores recusam colocações em Lisboa e Algarve porque não ganham o suficiente para pagar as rendas de casa nessas regiões do país.

Qualquer pessoa medianamente informada sabe que as alterações à Lei do Arrendamento e a aprovação da Lei de Bases da Habitação criaram uma onda de pânico e incerteza entre os senhorios que, como aconteceu no passado, retiraram muitas casas do mercado de arrendamento com receio de não poderem despejar os inquilinos incumpridores. 

A esquerdalha não admite mas a verdade é que foram as leis demasiado protetoras dos inquilinos e os obstáculos aos despejos por incumprimento, bem como os recentes atentados legislativos ao direito de propriedade, que provocaram o aumento exponencial das rendas de casa. 

Menos oferta provoca aumentos de preços. Qualquer pessoa sabe isso.

A falta de professores nas escolas estatais é também e sobretudo o resultado de um sistema de colocação de professores caótico, burocratizante e assente no critério do tempo de serviço. Os mais antigos estão protegidos e os novos têm muita dificuldade em entrar no sistema.

domingo, 13 de outubro de 2019

Socialismo traz sempre mais burocracia

As escolas estatais exigem cada vez mais burocracia aos professores. Com o socialismo, a burocracia não para de crescer. Os professores queixam-se do excesso de burocracia mas não têm a clarividência de associar mais socialismo a mais burocracia.

Confusão curricular, dispersão, caos, falta de professores nas escolas passados 2 meses do início do ano letivo, alterações na estrutura curricular e nos programas de ensino sem preparação prévia, sem avaliação digna desse nome são o retrato da escola socialista.

Enquanto isso, O ME e as suas estruturas de controlo burocrático e político põem em funcionamento um número crescente de aplicações informáticas para controlar o trabalho dos professores, esmagá-los com fichas e relatórios.

sábado, 12 de outubro de 2019

Há 3 partidos comunistas com representação na AR. São todos autoritários

Embora com três partidos comunistas representados na AR, o número de deputados que integram o projeto comunista no Parlamento diminuiu bastante. São agora menos 4 deputados comunistas. 

O PCP perdeu cinco deputados e o Livre elegeu uma deputada. O  primeiro ato público da nova deputada do Livre foi empunhar a bandeira da Guiné-Bissau. O segundo foi reivindicar mais tempo de intervenção no Parlamento pelo facto de ser gaga. O terceiro ato público foi afirmar que a entrada dela no Parlamento é um marco na guerra que ela trava. Não disse com quem mas lendo o programa do Livre fica-se a saber que a nova deputada está em guerra contra o capitalismo, o clima, o homem branco, a família patriarcal e sabe-se lá o que mais.

São três partidos autoritários com programas sectários. Eles estão no Parlamento para proibir e aumentar o controlo do Estado sobre as nossa vidas. São partidos que defendem o saque das empresas e das famílias. A filha do assaltante de bancos disse ao que vinha: "é preciso ir buscar o dinheiro aos que o acumulam" Com isto é todo um programa de roubo e saque repetidamente visto ao longo da História recente conduzido pelos partidos amigos onde quer que tomaram o poder.

Nenhuma destes pregadores do ódio se demarcou dos partidos irmãos que conduziram dezenas de milhões de pessoas à miséria e à morte. Ao invés, continuam a admirar-lhes a obra e se alguma coisa corre mal a culpa é sempre dos EUA, do Trump ou do Balsonaro. 

O PCP e o BE pregam o ódio de classe e o desprezo pelos ricos com excepção dos que os financiam como é o caso da SONAE a suportar o mais do que falido Público, porta voz da esquerda comunista. O LIVRE, para além do ódio de classe, acrescenta o ódio contra o Homem Branco, o racismo anti-racista e o capitalismo visto pelos três partidos comunistas como a origem de todos os males.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Os liberais ganham voz no Parlamento

É a primeira vez que os liberais ganham assento na AR. A soma dos deputados dos dois partidos comunistas, BE e PCP, tem um claro significado: diminuiu e muito a presença dos comunistas no Parlamento. Os dois partidos comunistas perderam 175 mil votos. O PCP perdeu 5 deputados. De 17 passou para apenas 12 deputados. O BE, ao contrário do que os merdia socialistas querem fazer crer, perdeu 60 mil votos e ficou com o mesmo número de deputados que teve em 2015. Esteve à beira de perder o 19º deputado.

O PS teve um vitória escassa. Com tudo a favor e uma oposição fraca ficou bem longe da maioria absoluta.

O IL fica com um deputado e o CHEGA ganha outro. São duas vozes que clamam pela redução do peso do estado e pela defesa da livre iniciativa e da propriedade privada. Ambos se vão bater contra o esbulho fiscal. E se o fizerem com criatividade e coragem, vão tirar muitos votos ao PSD e ao CDS nas próximas eleições.

O PSD e o CDS saíram fortemente derrotados. Ou cortam radicalmente com o estatismo e o socialismo ou acabarão por ser engolidos pelo IL e pelo CHEGA. 



A escola ao serviço do socialismo conta com mais uma disciplina no 12º ano

Lemos o programa da nova disciplina História, Culturas e Democracia e verificmos facilmente que estão lá todos os ingredientes da lavagem ao cérebro em curso, agora reforçada com mais uma disciplina.

A nova disciplina visa questionar a sociedade, leia-se criticar o capitalismo e a democracia burguesa, rejeitar todas as formas de discriminação e de exclusão social, leia-se combater pelo socialismo e o controlo total do Estado sobre a economia e a vida privada dos cidadãos, promover a sustentabilidade económica, social, cultural e ambiental, leia-se endoutrinar os jovens na nova religião do clima que anuncia o catastrofismo e quiçá a extinção da humanidade ao virar da esquina.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Uma nova disciplina para fustigar o nosso passado e o presente

Com a criação, no 12º ano, da disciplina História, Culturas e Democracia, aprofunda-se o espaço e o tempo curricular para fustigar o nosso passado e o presente. Em vez de História a sério, baseada no conhecimento factual, temos a análise dos passados dolorosos, isto é, vamos ter um novo espaço curricular para "bater" na presença portuguesa em África, América do Sul e Ásia.

O que se pretende é inculcar nos jovens o preconceito de que nós somos os maus, os colonialistas e os esclavagistas, e que eles são as vítimas carregadas de pureza e de bondade.

Culturas, no plural, significa que a nossa cultura será confrontada com as culturas dos povos "colonizados" e a deles será apresentada como boa e pura e a nossa como intrinsecamente má e errada.

A "verdadeira" Democracia é para a esquerdalha o socialismo por oposição à democracia burguesa, vista como promotora de desigualdades.

Este será um espaço curricular para a defesa de quotas raciais e a promoção de um racismo negro em articulação com a agenda política da extrema esquerda no Parlamento. 

Fustigar, associar a Cultura Ocidental a tudo o que de mal e errado existe no Mundo, eis o objetivo da nova disciplina. A corja social comunista, tão presente no grupo profissional dos professores, esfrega as mãos de contente.

Guterres leva a ONU à falência

Guterres queixa-se de que já não tem dinheiro para pagar os salários dos funcionários da ONU. Era uma questão de tempo. Onde a esquerdalha social comunista mete as mãos, espatifa tudo.

Depois de ter fugido do país, deixando-o num pântano e à beira da bancarrota, o socialista Guterres foi fazer o mesmo para a ONU. 

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Mais lavagem ao cérebro no 12º ano

A esquerdalha usa o Ministério da Educação e as escolas estatais como instrumentos de lavagem ao cérebro dos jovens. Depois de criarem a disciplina de cidadania e desenvolvimento, obrigatória no 3º ciclo do ensino básico, apressam-se agora na criação de uma outra, de opção no 12º ano, com o sugestivo título de História, Culturas e Democracia e onde os jovens serão expostos a mais propaganda socialista. A ênfase é colocada nos conteúdos que mostrem até à exaustão a maldade intrínseca da Cultura Ocidental plasmada nos processos históricos "dolorosos". 

Com mais esta disciplina de propaganda socialista e marxista, os jovens sairão do ensino secundário mais preparados para odiarem as suas raízes culturais. O objetivo é esse, por um lado formar ignorantes com a pretensão de que sabem tudo; por outro, formatar as cabeças ocas com conteúdos destinados a alimentar o ódio contra a Cultura Ocidental. Pelo meio, há espaço para fazer crescer o ressentimento e a vitimização.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

A Greta do ecofascismo

Os ecofascistas não têm vergonha. Tudo vale, todos os meios são legítimos desde que sirvam a agenda anticapitalista e anti-ocidental. Andam há décadas a ameaçar-nos com catástrofes. A culpa das anunciadas catástrofes é sempre o Homem branco, ocidental e heterossexual. 

Na década de 60, os ecofascistas anunciavam o fim das terras aráveis devido ao excesso de população e à agricultura intensiva. A profecia não se cumpriu.

Na década de 70 ameaçaram com o esgotamento do petróleo. Cinquenta anos depois, o petróleo não esgotou. Longe disso.

Na década de 80 andaram a amedrontar-nos com o buraco de ozono. Segundo os adivinhos climáticos, o alargamento do buraco de ozono, provocado pelo uso intensivo de sprays, iria fritar a humanidade inteira. De repente, o buraco fechou e nunca mais se ouviu falar dele.

Agora, ameaçam com a mãe de todas as catástrofes com a emergência climática que, supostamente, vai submergir as cidades costeiras do planeta. O tonto do Guterres foi ao ponto de dizer que a Natureza está zangada com os humanos.

Querem o regresso à Idade Média, o fim da agricultura e pecuária intensivas, a descarbonização da economia, a imposição do veganismo e até o fim das viagens de avião. Todos os dias se lembram de uma proibição. São fascistas.

E servem-se de uma rapariga autista, de 16 anos e parcos estudos, para anunciarem o fim do mundo caso o capitalismo e o modo de vida ocidental não sejam substituídos por outra coisa que não sabemos bem o que será mas, adivinhamos, poder ser o regresso a uma Idade Média ou a uma espécie de comunismo à Khmers Vermelhos.

Levaram a Greta à ONU e colocaram-na a destilar ódio sobre tudo e todos. Basta olhar para aqueles olhos doentios, carregados de ódio e ressentimento, para perceber do que se trata. No fundo, os ecofascistas são uma espécie de nazis que espalham o seu ódio à Humanidade. Se tivessem poder total, é provável que accionassem o botão da autodestruição.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

O meu voto vai para a Iniciativa Liberal

Voto na Iniciativa Liberal por 3 razões:
1) quero uma baixa significativa dos impostos que coloque mais dinheiro nos bolsos dos contribuintes;
2) quero uma simplificação radical do IRS com a criação de apenas um ou dois escalões;
3) quero liberdade de escolha na educação e na saúde.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

A esquerda é dona disto tudo

A esquerda social comunista vale, neste momento, mais de 60% dos votos e a tendência é de crescimento. 

Está presente em todo o lado, controla praticamente todos os mass media, com particular destaque as televisões generalistas, redesenha, de forma continuada e persistente, todo o currículo do ensino básico e secundário, manda nas escolas e departamentos de formação de professores, é dona e senhora de todas as revistas de educação e de ciências sociais do país, policia a linguagem e o pensamento, impõe normas, valores e costumes, dirige as novas comissões de censura, e não deixa margem para o contraditório porque conseguiu paralisar a direita, vergá-la. humilhá-la, colocando-a fora da nova tábua de virtudes. 

A esquerda é dona disto tudo. Conseguiu desqualificar a direita, empurrou-a para as margens da legalidade, forçou-a a recuar e a praticar a autocensura. A direita não tem discurso, nem programa, nem valores.

A direita precisa de encontrar ou criar um novo espaço alternativo, onde possa exprimir de novo os seus valores, sem medo, sem recuos, com uma linguagem própria, a partir de onde poderá reconstruir um programa de governo e de poder.

Veja-se o caso do BE. Para além de ocupar o espaço de quase todos os mass  media, gozando do apreço e cumplicidade activa de quase todos os jornalistas e comentadores de serviço, possui um jornal online, o esquerdanet, feito com enorme profissionalismo. A direita não tem espaço digital. Escorraçada das televisões e jornais nacionais, a direita não foi capaz de criar espaços digitais alternativos feitos com profissionalismo e dotados de criadores de conteúdos competentes e dedicados. Para a direita se reerguer precisa de criar estruturas e canais próprios de comunicação e propaganda, à semelhança do que a esquerda faz.

Caso não o faça, corre o risco de se tornar insignificante.

Veja-se  a forma como a esquerda fabrica toda a espécie de catastrofismos, servindo-se das prometidas catástrofes para cavalgar a onda dos activismos, ocupando, dessa forma, todo o espaço disponível dos mass media mainstreem. O recente caso dos incêndios na Amazónia é um bom exemplo de como a esquerda cria mentiras, anuncia catástrofes e se dispõe a oferecer ao eleitorado um projecto salvífico que, como a História ensina, se aplicado, cria mais problemas do que aqueles que promete resolver.

Ao contrário do que a esquerda afirma, os incêndios registados este ano na Amazónia estão em linha com a média de incêndios e área ardida da última década. São dados da NASA. Contudo, perante o silêncio da direita, o que chega ao eleitorado é o contrário, fazendo parecer que os incêndios deste ano são culpa do Balsonaro e em número muito superior ao dos anos anteriores. Activistas de esquerda chegaram ao ponto de vaticinar o fim  da Amazónia daqui a 30 anos. Já o tinham feito com o buraco do ozono uma década atrás. E antes disso, a esquerda anunciou muitas outras catástrofes que, felizmente, não passaram de mentiras.

A direita cala-se perante as mentiras. Seria de esperar, caso a direita tivesse estruturas e canais de comunicação e propaganda competentes, um discurso lógico e claro de denúncia das mentiras transmitidas pela esquerda.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A endoutrinação através da disciplina de cidadania e desenvolvimento

A disciplina de cidadania e desenvolvimento é a principal porta de entrada da ideologia socialista nas escolas. A ideologia socialista esconde-se atrás de inúmeros disfarces, máscaras que ocultam a verdadeira realidade do socialismo, escondendo-se atrás das causas fracturantes e activismos que visam responder a falsos catastrofismos. Ontem era o buraco do ozono, hoje a destruição da Amazónia - os catastrofistas já dizem que dentro de 30 anos não há floresta na Amazónia ., há 50 anos atrás antecipavam o fim das terras aráveis, há 40 anos, diziam que o petróleo estava prestes a esgotar-se.

Os activismos, criados para responder aos catastrofismos inventados pelos esquerdistas, prestam-se a ser os conteúdos primordiais da disciplina de cidadania e desenvolvimento. Junte-se aos catastrofismos, as causas a favor das minorias LGBTI+, e ficamos com um retrato algo fiel da formatação e endoutrinação a que os esquerdistas sujeitam os alunos, tendo em vista a construção de uma mente acrítica, dependente e conformista, na qual a razão é substituída pelas paixões.

Para os esquerdistas, a educação para a cidadania só foca a dimensão social e política dos valores. É-lhes alheia a ideia de que a escola se destina a formar boas pessoas, decentes, razoáveis, autónomas, honestas, responsáveis, respeitadoras, temperadas e justas.  Só lhes interessa a formatação do novo cidadão, qual Homem Novo,  eternamente comprometido com as ilusões e distopias dos que se acham ungidos para salvar o Mundo e levar a todos uma determinada ideia de felicidade.

sábado, 24 de agosto de 2019

Escolas privadas obrigadas a aplicar o despacho da identidade de género?

A associação de colégios privados veio a público informar que os colégios privados não vão aplicar o despacho.O ME respondeu que "nim". Formalmente têm de aplicar, na prática podem fugir.

Se olharmos para o cada vez maior centralismo e jacobinismo do ME, em particular para o discurso esquerdista do secretário de estado da educação, altamente contaminado pela retórica do  BE, é fácil antecipar que o ME, através das suas brigadas de endoutrinação, de inspeção e de delacção, vai obrigar os colégios a aplicarem o despacho.

Fazem bem os colégios em recusarem aplicar o despacho. Tudo o que permita diferenciar as escolas privadas das escolas estatais é bom para as primeiras. O país precisa de uma rede nacional de colégios privados e começa a haver procura para tal. Quanto mais parvoíces e confusão curricular o ME criar nas escolas estatais, mais encarregados de educação olharão para o investimento na educação dos filhos como uma excelente opção. Os colégios privados são os únicos capazes de dar retorno ao investimento.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

A Escola estatal é o braço não armado da construção do socialismo

O recente episódio do despacho 7247/2019 que regulamenta o modo como as escolas vigiam e fazem a gestão das sexualidades LGBTI+ é apenas mais uma etapa na supressão das liberdades individuais, tendo em vista aumentar o controlo e interferência do estado até na mais privada das intimidades.

A escola estatal é o braço não armado do Estado na construção do socialismo, criando dependências, autocensura e uma tábua de virtudes que remetem o homem branco, ocidental e heteressexual para as margens do sistema.

A pouco e pouco o homem branco, ocidental e heteressexual é visto pelo Estado socialista como alguém que carrega os pecados do Mundo, responsável único por todas as desgraças, sejam elas climáticas, veja-se a histeria em torno dos incêndios na Amazónia, sejam elas económicas ou sociais.

Pelo contrário, as pessoas que se deixam enquadrar e etiquetar numa das muitas identidades sexuais minoritárias são vistas como portadoras de virtude e pureza, residindo nelas, quiçá, a salvação do Mundo e a felicidade dos oprimidos.

Abandonados pelo operariado industrial, outrora a classe ungida dos esquerdistas, os socialistas têm vindo a recentrar o seu objeto e recursos salvíficos no lumpen.proleatriado, nos marginais, nos criminosos, nas minorias sexuais e, no fundo, em todos os grupos que tenham contas a ajustar com a civilização do Ocidente. Essa mudança de objeto e de recursos começou logo depois da 2ª guerra mundial, com os trabalhos da chamada Escola de Frankfurt, em particular Herbert Marcuse, e mais recentemente, com os trabalhos de Foucoult.

É à luz deste recentrar da esquerda em novos objetos e recursos salvíficos que se deve entender o despacho que regulamenta o controlo que a escola é chamada a fazer em matéria de sexualidades minoritárias.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Casa da Moeda devolve leis mal escritas

Alguns jornais noticiaram esta semana que a Casa da Moeda tem devolvido leis com a justificação de estarem escritas em mau português.

A ocorrência não me causou surpresa, habituado que estou a lidar com diplomas publicados em Diário da República com uma péssima sintaxe.

Verborreia, má sintaxe e deficiente pontuação são os problemas mais comuns encontrados na legislação produzida.

Esse acto que deveria envergonhar os deputados é o resultado da pressa com que se legisla e do excesso de legislação produzida. Acrescento uma terceira razão: o deficiente ensino do português.