segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Governo socialista vai proibir retenções até ao 9º ano. Mais uma martelada na meritocracia

Está no programa do Governo. Os professores ficam proibidos de reprovar alunos até ao 9º ano. Passam todos mesmo os que não atingem os mínimos de coisa nenhuma. Obviamente, o passo seguinte será pôr fim aos exames nacionais no 12º ano. Prepararem-se: a esquerdalha é inimiga do mérito e do esforço e quer impor a igualdade  à martelada.

Com a extinção dos exames nacionais, ficam abertas as portas das quotas raciais, o "tesourinho" escondido no programa do PS com rabo de fora. Ou muito me engano ou a meio desta legislatura e para aguentar o Governo PS, vamos assistir à negociata das quotas raciais para "comprar" o apoio do BE na aprovação dos orçamentos.

Quem rejubila com mais este prego no caixão da escola pública são os colégios privados. Quanto mais caos, confusão e facilitismo houver nas escolas públicas mais encarregados de educação olham para  a escola como um investimento e, porque não são burros, irão colocar os filhos nos colégios privados.

Atenção, os socialistas não são burros e, claro está, já optaram há muito pelos colégios privados,os que têm mensalidades superiores a 500 euros, do tipo Colégio Alemão, Colégio Moderno, etc. Anarquia curricular é para os pobres e para a classe média cada vez mais encostada ao salário mínimo. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Governo desvaloriza indisciplina e violência nas escolas. É o socialismo, pá!

Reagindo à recente vaga de violência de alunos e encarregados de educação contra professores, o ministro da educação disse que é um problema residual. Há muitos anos que os governos desvalorizam a indisciplina e a violência nas escolas. Então, se a violência provém do "grupo étnico de que não se pode dizer o nome", todos se encolhem, todos ignoram com medo de serem acusados de racismo e xenofobia.

Os professores ficam entregues a eles mesmos e a maioria das vezes,comem e calam, porque de nada vale apresentar uma queixa contra um aluno ou um encarregado de educação violentos. Apresentar queixa assemelha-se a uma confissão de culpado e para efeitos de avaliação de desempenho tal confissão é entendida como incapacidade para lidar com os alunos.

O professor que apresenta queixa por indisciplina ou violência é considerado pela ortodoxia pedagógica dominante como uma mau profissional. Para a ortodoxia pedagógica que controla as escolas e o currículo, o aluno tem sempre razão.

O socialismo também é isso: aluno indisciplinado ou violento é visto como um futuro cidadão revolucionário, rebelde, capaz de afrontar as autoridades legítimas e de abraçar as causas fracturantes manifestas na ocupação das ruas e do espaço mediático.

Mas os professores não saem bem de tudo isto porque são incapazes de reconhecer que a desvalorização da violência contra professores é um produto da cultura socialista. É caso para dizer: "quanto mais me bates mais gosto de ti".

terça-feira, 22 de outubro de 2019

O caos chegou ao Governo

Tinha de ser. O socialismo traz com ele sempre mais burocracia, confusão e caos. Depois de lançar toda a administração pública e escolas numa tremenda confusão e caos, o socialismo, na sua mais pura natureza, chegou à estrutura central do Governo com a loucura das 50 secretarias de estado com nomes tão loucos como estes:

secretaria de estado do desenvolvimento rural; secretaria de estado da descentralização; secretaria de estado do ordenamento do território; secretaria de estado da valorização do interior; secretaria de estado da mobilidade, secretaria de estado das infra-estruturas; secretaria de estado da transição digital; secretaria de estado do planeamento, etc.

Imaginem a quantidade de despachos e portarias para complicar a vida portugueses que estes 50 secretários de estado vão criar com o objetivo de darem provas de vida e de justificarem a sua existência.

Já estou a ver o secretário de estado da mobilidade a aprovar regulamentos e proibições com o objetivo de dificultar a mobilidade de quem precisa de circular para trabalhar.

É a loucura total.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O socialismo contra o mérito

O socialismo precisa de dois fatores para se instalar num território: a existência de uma elite que se julga legitimada para interpretar e executar a "vontade do Povo", porque pensa que é portadora do destino histórico, e um Povo que deixou de acreditar na soberania e autodeterminação e, em consequência, entregou os seus destinos à elite iluminada que controla o Partido e o Estado.

Quando os socialistas se encontram no processo de conquista do poder, o seu principal inimigo é a meritocracia. Por isso é tão importante o controlo do currículo e das escolas. É aí que se torna mais fácil impedir que o mérito seja o critério principal de escolha e seleção. O Povo tende a acreditar nas vigarices e mentiras socialistas e acaba por aceitar a ideia de que o mérito  é incompatível com a igualdade e a inclusão. Portugal está nessa fase há algumas décadas para cá. Nunca esteve tão perto de preencher todos os requisitos de um país socialista, ainda que com as nuances europeias.

Fora das escolas, na administração pública e nas empresas estatais, os socialistas dão continuidade à supressão do mérito, entregando os cargos e lugares de decisão à elite e respetiva família. O Povo e os media avençados desculpabilizam a corrupção e o nepotismo dos socialistas porque crêm que o fazem com boas intenções, prosseguindo uma finalidade maior e boa: a igualdade e a inclusão.

É pois normal que, logo os socialistas controlem o Estado, eles recrutem para os lugares de responsabilidade e decisão os seus familiares porque eles, uma vez instalados, são, na verdade, os donos disto tudo. Controlado o Estado e a economia o processo fica quase concluído, bastando para tal a criação de um sistema e uma rede de subsidiodependência que garanta aos socialistas uma base eleitoral ganhadora. Ora, uma coisa e outra já se verifica em Portugal. 

Os socialistas não são parvos. Ao invés, andam nisto há vários séculos e sabem muito sobre como conquistar e conservar o poder. Para poderem distribuir riqueza e manter o Povo subsidiodependente no limiar da pobreza ou um pouco acima, necessitam de empresas privadas que aceitem o papel de financiadoras forçadas do sistema à custa do saque fiscal. Não esquecer que, para os socialistas, a propriedade é um roubo. Por isso estão legitimados para "ir atrás dos criadores e acumuladores de riqueza".

Parlamento Europeu equipara o comunismo ao nazismo

Os merdia socialistas ignoraram o assunto.  Mas a deliberação do PE merece saudação. Embora se saiba que o número de mortos provocados pelo comunismo é muito maior do que os mortos provocados pelo nazismo, os merdia e comentadores avençados insistem em colocar o comunismo no lado bom da História. Só na ex URSS, o comunismo provocou diretamente a morte de mais de 60 milhões de russos e ucranianos; na China de Mao o número de mortos foi ainda maior. No Cambodja foram cerca de 1 milhão. E por aí fora num frenesim de sociopatia e crueldade sem paralelo.

Apesar da evidência que estes número mostram, as Universidades e escolas estão repletas de pessoas que se recusam a ver. Os professores são, provavelmente, o grupo profissional mais formatado pela ideologia socialista. Não admira. Tome-se em conta a natureza dos programas de formação inicial e contínua de professores - repletos de socialismo - e facilmente se conclui que não poderia ser de outra maneira. Os professores são, em Portugal, o instrumento mais poderoso de inculcação da ideologia socialista. E fazem-no com convicção e boa fé. Muitos pensam que o socialismo é amigo dos pobrezinhos e das causas que fazem avançar os direitos dos mais pobres.

Se tivessem um pouco mais de espírito crítico e conhecimentos de História  veriam que é exatamente o contrário. O socialismo traz sempre pobreza, miséria, dependência e heterodeterminação. A natureza do socialismo é criar dependentes e entregar o poder de decisão, incluindo em matérias do foro individual, a uma elite de iluminados que julgam ter legitimidade para impor aos outros um projeto fechado de sociedade.

No final do dia, os socialistas aspiram ao controlo total da sociedade, das famílias e dos indivíduos, colocando ao seu serviço os recursos e riqueza criada pelos indivíduos.

sábado, 19 de outubro de 2019

Os socialistas são bons nos negócios com os camaradas

A normalidade socialista são os negócios com as famílias e os camaradas. Usam os dinheiros públicos para fazer negócios e dar a ganhar umas massas aos amigos e familiares. A esquerda acha-se dona do país e não vê problema alguma em usar o poder para fazer contratos diretos com os camaradas.

Foi o que a ex autarca de Abrantes, agora promovida a ministra, fez ao comprar a um camarada de partido  por ajuste direto oliveiras ao preço de 2000 euros cada. Segundo o CM de hoje, a referida autarca também deu a ganhar à empresa do filho de um conhecido deputado PS 500 mil euros para a realização de uns vídeos de promoção.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Escolas do distrito de Lisboa abrem à vez com falta de funcionários

A herança do Ministro da Educação é a bandalheira total. Nem um concurso para recrutar contínuos/pessoal auxiliar, é possível concluir a tempo tal a anarquia e caos que reinam nas escolas afogadas em burocracia e desgoverno. Milhares de professores e funcionários auxiliares recorrem a baixas médicas como instrumento para lidar com o caos e a confusão reinantes. Há escolas que encerram as portas à vez para evitar problemas de insegurança originados pela falta de pessoal auxiliar.