sexta-feira, 1 de novembro de 2019

A ambição da esquerdalha: estamos a caminho de sermos todos iguais na pobreza.

O programa de governo do PS é o mais esquerdista programa de governo desde 1978. É tão esquerdista que o BE se queixa de o PS lhe estar a roubar ideias. 

Os socialistas querem mais progressividade no IRS, leia-se mais saque sobre a classe média e a classe alta; englobamento obrigatório dos rendimentos prediais no IRS, provocando, por essa via, um enorme aumento de impostos dos que investiram em casas para arrendamento.

Portugal já é o quinto país mais pobre da UE e o terceiro mais pobre da zona euro. Tem sido ultrapassado por quase todos os países que outrora pertenceram ao bloco soviético. Eram todos mais pobres do que nós. Três décadas de liberdade económica e baixos impostos colocaram-nos acima de nós.

A ambição da corja socialista é colocar o nosso país no último lugar. Em breve, os portugueses serão os mais pobres da UE mas serão todos iguais na pobreza. Os sinais estão à vista: o salário médio em Portugal está cada vez mais encostado ao salário mínimo.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Espatifam tudo: ADSE com défice em 2020

Os socialistas espatifam tudo. Olham para o Estado como coisa deles e colocam ao serviço das respetivas famílias os recurso do país e a riqueza criada pelos cidadãos e empresas. 

Soubemos hoje que a ADSE entra em défice para o ano e que esse défice se deve à crescente dívida do Estado.

Já sabíamos que as comparticipações da ADSE são cada vez menores. Ficámos agora a saber que os socialistas fazem com a ADSE aquilo que é habitual: "lá vai calote!"

terça-feira, 29 de outubro de 2019

O PS é marxista?

Nunca se assistiu a um PS tão radical como agora. As raízes ideológicas do PS são mistas: o jacobinismo radical da 1ª República, a social democracia alemã e o comunismo reformista do MES.

Durante 4 décadas, predominou a corrente social democrata e o PS foi um travão ao comunismo. A queda dos principais partidos socialistas europeus provocou um alinhamento à esquerda com a consequente hegemonia da corrente marxista.

Hoje o PS é um partido profundamente comprometido com a construção do socialismo. Essa hegemonia foi possível graças aos infiltrados, gente que veio dos partidos que se fundiram no BE e outros que militaram no MES e no PCP.

A corrente social democrata está fora das estruturas dirigentes do PS e remeteu-se ao silêncio e apagamento. 

Portugal é hoje o país mais socialista da UE e caminha a passos lentos mas seguros para uma economia e sociedade socialistas.

Os partidos marxistas colheram nas últimas eleições quase 70% dos votos expressos. Não existe nada assim na Europa.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Governo socialista vai proibir retenções até ao 9º ano. Mais uma martelada na meritocracia

Está no programa do Governo. Os professores ficam proibidos de reprovar alunos até ao 9º ano. Passam todos mesmo os que não atingem os mínimos de coisa nenhuma. Obviamente, o passo seguinte será pôr fim aos exames nacionais no 12º ano. Prepararem-se: a esquerdalha é inimiga do mérito e do esforço e quer impor a igualdade  à martelada.

Com a extinção dos exames nacionais, ficam abertas as portas das quotas raciais, o "tesourinho" escondido no programa do PS com rabo de fora. Ou muito me engano ou a meio desta legislatura e para aguentar o Governo PS, vamos assistir à negociata das quotas raciais para "comprar" o apoio do BE na aprovação dos orçamentos.

Quem rejubila com mais este prego no caixão da escola pública são os colégios privados. Quanto mais caos, confusão e facilitismo houver nas escolas públicas mais encarregados de educação olham para  a escola como um investimento e, porque não são burros, irão colocar os filhos nos colégios privados.

Atenção, os socialistas não são burros e, claro está, já optaram há muito pelos colégios privados,os que têm mensalidades superiores a 500 euros, do tipo Colégio Alemão, Colégio Moderno, etc. Anarquia curricular é para os pobres e para a classe média cada vez mais encostada ao salário mínimo. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Governo desvaloriza indisciplina e violência nas escolas. É o socialismo, pá!

Reagindo à recente vaga de violência de alunos e encarregados de educação contra professores, o ministro da educação disse que é um problema residual. Há muitos anos que os governos desvalorizam a indisciplina e a violência nas escolas. Então, se a violência provém do "grupo étnico de que não se pode dizer o nome", todos se encolhem, todos ignoram com medo de serem acusados de racismo e xenofobia.

Os professores ficam entregues a eles mesmos e a maioria das vezes,comem e calam, porque de nada vale apresentar uma queixa contra um aluno ou um encarregado de educação violentos. Apresentar queixa assemelha-se a uma confissão de culpado e para efeitos de avaliação de desempenho tal confissão é entendida como incapacidade para lidar com os alunos.

O professor que apresenta queixa por indisciplina ou violência é considerado pela ortodoxia pedagógica dominante como uma mau profissional. Para a ortodoxia pedagógica que controla as escolas e o currículo, o aluno tem sempre razão.

O socialismo também é isso: aluno indisciplinado ou violento é visto como um futuro cidadão revolucionário, rebelde, capaz de afrontar as autoridades legítimas e de abraçar as causas fracturantes manifestas na ocupação das ruas e do espaço mediático.

Mas os professores não saem bem de tudo isto porque são incapazes de reconhecer que a desvalorização da violência contra professores é um produto da cultura socialista. É caso para dizer: "quanto mais me bates mais gosto de ti".

terça-feira, 22 de outubro de 2019

O caos chegou ao Governo

Tinha de ser. O socialismo traz com ele sempre mais burocracia, confusão e caos. Depois de lançar toda a administração pública e escolas numa tremenda confusão e caos, o socialismo, na sua mais pura natureza, chegou à estrutura central do Governo com a loucura das 50 secretarias de estado com nomes tão loucos como estes:

secretaria de estado do desenvolvimento rural; secretaria de estado da descentralização; secretaria de estado do ordenamento do território; secretaria de estado da valorização do interior; secretaria de estado da mobilidade, secretaria de estado das infra-estruturas; secretaria de estado da transição digital; secretaria de estado do planeamento, etc.

Imaginem a quantidade de despachos e portarias para complicar a vida portugueses que estes 50 secretários de estado vão criar com o objetivo de darem provas de vida e de justificarem a sua existência.

Já estou a ver o secretário de estado da mobilidade a aprovar regulamentos e proibições com o objetivo de dificultar a mobilidade de quem precisa de circular para trabalhar.

É a loucura total.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O socialismo contra o mérito

O socialismo precisa de dois fatores para se instalar num território: a existência de uma elite que se julga legitimada para interpretar e executar a "vontade do Povo", porque pensa que é portadora do destino histórico, e um Povo que deixou de acreditar na soberania e autodeterminação e, em consequência, entregou os seus destinos à elite iluminada que controla o Partido e o Estado.

Quando os socialistas se encontram no processo de conquista do poder, o seu principal inimigo é a meritocracia. Por isso é tão importante o controlo do currículo e das escolas. É aí que se torna mais fácil impedir que o mérito seja o critério principal de escolha e seleção. O Povo tende a acreditar nas vigarices e mentiras socialistas e acaba por aceitar a ideia de que o mérito  é incompatível com a igualdade e a inclusão. Portugal está nessa fase há algumas décadas para cá. Nunca esteve tão perto de preencher todos os requisitos de um país socialista, ainda que com as nuances europeias.

Fora das escolas, na administração pública e nas empresas estatais, os socialistas dão continuidade à supressão do mérito, entregando os cargos e lugares de decisão à elite e respetiva família. O Povo e os media avençados desculpabilizam a corrupção e o nepotismo dos socialistas porque crêm que o fazem com boas intenções, prosseguindo uma finalidade maior e boa: a igualdade e a inclusão.

É pois normal que, logo os socialistas controlem o Estado, eles recrutem para os lugares de responsabilidade e decisão os seus familiares porque eles, uma vez instalados, são, na verdade, os donos disto tudo. Controlado o Estado e a economia o processo fica quase concluído, bastando para tal a criação de um sistema e uma rede de subsidiodependência que garanta aos socialistas uma base eleitoral ganhadora. Ora, uma coisa e outra já se verifica em Portugal. 

Os socialistas não são parvos. Ao invés, andam nisto há vários séculos e sabem muito sobre como conquistar e conservar o poder. Para poderem distribuir riqueza e manter o Povo subsidiodependente no limiar da pobreza ou um pouco acima, necessitam de empresas privadas que aceitem o papel de financiadoras forçadas do sistema à custa do saque fiscal. Não esquecer que, para os socialistas, a propriedade é um roubo. Por isso estão legitimados para "ir atrás dos criadores e acumuladores de riqueza".