quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Sacar, sacar até sermos todos pobres

Com a aliança social comunista a entrar no quinto ano de governação, começa a notar-se aquilo que acontece sempre a qualquer processo de construção do socialismo: o dinheiro dos outros começa a acabar-se e o festim aproxima-se do fim.

Os primeiros sacrificados são os portugueses da classe média, aqueles que têm um rendimento familiar mensal superior a 2000 euros brutos, a quem os socialistas chamam de ricos.

A classe média sofre de várias maneiras: através de novas manipulações dos escalões do IRS de modo a torná-lo ainda mais progressivo, pela degradação dos serviços públicos, sobretudo escolas, hospitais e transportes, e pelo aumento dos impostos sobre os combustíveis e sobre o património.

Preparem-se! Vem aí o englobamento obrigatório dos rendimentos prediais e provavelmente também de capitais. Resultado do esbulho socialista: a oferta de casas para arrendar diminui, o preço das rendas aumenta, os incentivos à poupança e ao investimento das famílias aproximam-se do zero, o imobiliário entra numa nova crise e a classe média empobrece.


terça-feira, 19 de novembro de 2019

Governo social comunista empurra o país para nova crise

A degradação dos serviços públicos não para de surpreender. Comboios suprimidos um pouco por todo o lado com especial incidência na Linha de Sintra, estradas e auto-estradas sem manutenção adequada,  serviços hospitalares encerrados por falta de médicos especialistas, falta de medicamentos, instalações hospitalares degradadas, listas de espera crescentes nas consultas de especialidade, escolas encerradas por falta de pessoal, milhares de alunos sem professores e avarias diárias no Metro de Lisboa.

A pouco e pouco fica a descoberto a esperteza saloia do Centeno que conseguiu reduzir o défice à conta das cativações, calotes gigantescos dos hospitais à indústria farmacêutica e manipulação das estatísticas.

Se a zona euro entrar em recessão, e tudo aponta para aí, Portugal será fortemente atingido dada a fraqueza da sua economia, dívida gigantesca, crédito mal parado e imparidades bancárias.

A culpa será inteirinha do Governo que não aproveitou o crescimento da economia mundial para fazer reformas e, pelo contrário, reverteu as poucas que o Governo de Passos Coelho fez.



A destruição do SNS pelas mãos da aliança social comunista

O que está a acontecer com o serviço nacional de saúde já foi visto em todos os países na fase de construção do socialismo: primeiro, lançam o caos; depois, amarram os médicos aos hospitais do Estado.

A ministra que canta a Internacional quer construir um muro que impeça os médicos de prestarem serviço nos hospitais privados. Visa prender a população mais frágil a um serviço nacional de saúde cada vez mais cubanizado.

O caos está à vista de todos: doentes despejados e abandonados nos corredores, serviços médicos parados por falta de especialistas, medicamentos em falta, tratamentos adiados, dívidas gigantescas às farmacêuticas...

Habituem-se: este é o novo normal do socialismo. 

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Uma ministra da saúde que gosta de cantar a Internacional

Querem socialismo? O socialismo está à vista de todos sobretudo no caos que reina nos hospitais. Serviços de urgência parados, tempos de espera para consultas de especialidade cada vez maiores, doentes largados nos corredores dos hospitais, falta de medicamentos, etc.

O caos aumenta na saúde e a ministra responde cantando a Internacional.

domingo, 17 de novembro de 2019

O Parlamento transformado num forum activista do extremismo esquerdista

O Parlamento está transformado num espaço de activismo capturado pelos extremistas de esquerda. O PS, BE, PCP e PAN competem como crianças atrás de brinquedos pelas causas fracturantes. É um activismo idiota mas perigoso porque visa destruir as raízes culturais que estão na base da civilização mais bem sucedida da História Humana: a civilização ocidental de matriz judaico-cristã.

A corja esquerdista não quer deixar nada de pé, quer destruir toda a axiologia estabelecida e reconstruir, a partir dos escombros, uma civilização que esteja para além do Bem e do Mal, inteiramente amoral, totalmente relativista, onde tudo o que é tradição é alvo de proibição e censura e tudo o que é novo é erigido em norma de cumprimento obrigatório e carácter absoluto.

Veja-se o espectáculo degradante que a canalha dá no Parlamento, a propósito da eutanásia, numa competição sem lógica nem racionalidade para ver quem fica à frente do extremismo.

São de facto uma corja sem contraditório porque o PSD e o CDS se encostaram ao espaço socialista e são hoje duas inutilidades completas.

Restam o CHEGA e o IL, com um deputado cada e apenas 90 minutos para interpelarem o alarve; não me parece que consigam fazer oposição aos que empurram Portugal para o socialismo.


sexta-feira, 15 de novembro de 2019

O Governo da esquerdalha lança o caos nos transportes públicos

Depois das renacionalizações das maiores empresas de transportes de Lisboa e Porto, o caos começou a instalar-se e o tempo de espera dos utentes não parou de subir. Esse foi o preço a pagar pela demagogia esquerdista que conduziu à devolução das empresas privatizadas à esfera do Estado e das autarquias.

O eleitorado esquerdista é fácil de enganar: acenam-lhe com a cenoura do Estado, dizem-lhe que os privados só querem lucro e que as empresas públicas são de todos e os eleitores do PS, BE e PCP esfregam as mãos de contentes. 

São movidos pela inveja. Julgam que administrações nas mãos de membros dos partidos de esquerda são mais amigas dos utentes. Passados 4 anos de renacionalizações, o resultado é este: falta de autocarros, avarias constantes nas linhas de metro, supressão de comboios, sobrelotação dos barcos que fazem a travessia do Tejo, autocarros apinhados de pessoas, tempos de espera cada vez maiores.

Ou seja: quatro anos de governo esquerdista e os transportes públicos estão ao nível de qualquer país em processo de construção do socialismo. Querem socialismo? Levam com degradação e caos.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Vem aí o agravamento do saque fiscal e a intensificação do caos nos serviços públicos

O alarve que nos desgoverna teve o desplante de afirmar que o aumento de impostos que aí vem  se justifica porque os impostos é que permitem a modernização do país, Que grande alarvidade! Se assim fosse, Portugal estaria entre os países mais competitivos e modernos da UE porque é um dos que obriga os cidadãos ao maior esforço fiscal.

Apertado pelo deputado do CHEGA e pelo Deputado do Iniciativa Liberal, o alarve teve de admitir o que já se sabia: vamos ter novo aumento da carga fiscal. O saque vai atingir como habitualmente as empresas e os cidadãos com salários médios e altos.

O voto no CHEGA e no Iniciativa Liberal vale ouro.

Há um grupo que será particularmente afetado pelo saque socialista: os portugueses com salários médios e algum tipo de rendimento predial. Obrigados ao englobamento, esses portugueses serão vítimas de autêntico esbulho.

Além de mais impostos, vem aí o agravamento da degradação das escolas e do serviço nacional de saúde. Se os portugueses que não têm seguros privados ou ADSE se encontram já em situação desesperada quando recorrem às urgências, procuram uma consulta de especialidade e esperam por uma cirurgia, nos próximos meses o caos vai intensificar-se nos hospitais, com falta crescente de enfermeiros e médicos, longas listas de espera e cirurgias adiadas.

Votaram na esquerdalha? Habituem-se ao novo normal no serviço nacional de saúde: ruptura de medicamentos, dívidas gigantescas do Estado às farmacêuticas, longas listas de espera para consultas de especialidade, cirurgias adiadas, corredores de hospitais onde se despejam doentes à espera de vaga, encerramento de serviços por falta de médicos e tudo o mais que é comum nos países em processo de construção do socialismo.

Nem quero pensar se a economia europeia der sinais de queda. O crescimento abranda e a economia alemã está a um passo da recessão. Se isso acontecer, voltamos a estar perigosamente à beira da bancarrota.






terça-feira, 12 de novembro de 2019

BE e PCP sempre ao lado dos corruptos

Foi sem surpresa que ouvi o BE e o PCP manifestarem regozijo pela libertação de Lula. O facto de Lula ter sido condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção não os impediu de aplaudirem, alto e bom som,  a libertação do "preso politico".

Está no ADN dos esquerdistas olharem com complacência para os corruptos desde que eles sejam de esquerda. 

No fundo, colocam em prática a velha moral marxista de que os fins justificam os meios e de que roubar e saquear um país e um Povo é coisa boa desde que seja com o objetivo de fazer um bem maior e esse "bem" maior é a construção do socialismo.

Nunca os ouvimos condenar  o comportamento de Sócrates simplesmente porque Sócrates é de esquerda.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

BE e PCP sempre ao lado dos ditadores

É habitual ver os dois partidos comunistas com assento na AR, o BE e o PCP, a aplaudirem ditadores. Já não é apenas o aplauso ao ditador sanguinário Maduro, foi também, recentemente, o aplauso ao ditador Eva Morales, que teve de fugir do país, na sequência de uma revolta popular contra eleições fraudulentas.

Quase 15 anos de governação comunista, fizeram da Bolívia o país mais pobre e atrasado da América do Sul.

Não é por acaso o apoio do BE e do PCP a estes tiranos. Faz parte do ADN dos comunistas: sempre, sempre ao lado das ditaduras cruéis, da tirania, dos ditadores que condenam o Povo à fome  e à miséria.

É longa a lista de tiranos objeto de apoio e aplauso por parte do BE e do PCP: Lenine, Trotsky, Estaline, Mao, Enver Hoja,  Pol Pot, Che Guevara, Fidel Castro, Chavez, Maduro, Morales...


sábado, 9 de novembro de 2019

A infiltrada. O PS é um partido marxista

Tenho defendido aqui a tese de que o PS se tornou um partido marxista graças ao cada vez maior número de infiltrados vindos da extrema esquerda trotskista e maoista. A deputada Isabel Moreira é um bom exemplo.

Há pouco, a citada deputada escreveu na sua coluna do Expresso que o comunismo é uma ideologia utópica que visa a transformação social e, por isso, bondosa. A infiltrada escreveu essa alarvidade a propósito da resolução do Parlamento Europeu que compara o comunismo ao nazismo.

A deputada escreveu isto na semana em que se comemoram 30 anos da detruição do Muro de Berlim, um muro que os comunistas construíram para impedir os alemães de leste de fugirem para o Ocidente capitalista. Cuba faz o mesmo há décadas.

Conhecem algum país capitalista que tenha construído muros para impedir que os seus cidadãos fujam do país?

A infiltrada ignora os 100 milhões de mortos causados pelo comunismo ao longo do século passado. É uma desgraça intelectual. O PS está repleto de gente desta para desgraça de Portugal.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Socialistas preparam novo ataque à classe média

A esquerdalha não descansa enquanto não eliminar por completo a classe média. A corja socialista não quer ninguém a ganhar mais de 25000 euros anuais. Prepara mais um golpe contra a classe média através de dois instrumentos de saque: aumentar a progressividade do IRS e o englobamento obrigatório de rendimentos.

A pouco e pouco encostam o salário médio ao salário mínimo e colocam toda a gente a ganhar o mesmo, pondo em prática o pesadelo socialista igualitário.

A corja esquerdista odeia tudo o que cheire a mérito e a produtividade. O que a esquerdalha mais detesta é pessoas, famílias e empresas bem sucedidas, dotadas de autodeterminação e soberania, sem dependerem do Estado.

Onde há um socialista há um potencial ladrão. A corja esquerdista acha-se no direito de se apropriar da riqueza gerada pelo mérito e esforço das pessoas e distribuir essa riqueza de modo a conservar uma clientela política de eleitores dependentes.

O roubo faz parte da génese e natureza do socialismo. Proudhon perguntava: "O que é a propriedade?" E respondia: "é um roubo!". Faz ainda parte da natureza do socialismo a ideia de que um grupo de iluminados, ancorados nos partidos socialistas e comunistas - agora quase todos deixaram de se chamar comunistas -, é capaz de decidir o que é melhor para todos, julgando-se dotados de uma providência, não divina, mas histórica, a que Marx deu o nome de materialismo histórico.

A arrogância intelectual e a pretensa superioridade moral dos socialistas levam-nos a acreditar na ideia de que o grupo de iluminados sabe o que é bom para todos, retirando de cada um o direito a escolher o que é melhor para si, o que melhor contribui para a sua realização pessoal, condenando cada um de nós à heterodependência face a um Estado, capturado pela esquerdalha, e que nunca dá por terminado o processo de alargamento e aprofundamento das funções e "direitos".

O caráter totalitário do socialismo fica, assim, explicado. O avanço do Estado não tem fim e a dependência de cada um de nós também não tem.



segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Governo socialista promete espatifar ainda mais as escolas públicas

A estratégia comunicacional dos socialistas é anunciar várias vezes a mesma obra, a mesma medida, fazendo parecer, aos ouvidos dos eleitores, de que se trata de muita obra e de muitas medidas. Fazem isso com a construção de um troço de linha férrea mas também com uma qualquer medida que cheire a igualdade ou a facilitismo.

Nos últimos dias, o inútil ministro da educação desdobrou-se em anúncios que prometem uma escola onde não haja reprovações. Há-de arranjar maneira de os professores os passarem a todos, mesmo aos que não sabem ler uma frase simples. A sem vergonha é tanta que o Governo vai ao ponto de justificar o fim das reprovações com a poupança de 5000 euros anuais por aluno que não reprova.

Atualmente, são muitos os alunos que chegam ao ensino superior sem saber ler. Com o anunciado fim das reprovações até ao 9º ano, serão cada vez mais os alunos com diplomas que não servem para nada. 

O PS é exímio a enganar os portugueses. Promete acabar com os exames nacionais e dar a todos os alunos, até aos que não sabem ler, um diploma do ensino secundário. Os representantes dos pais aplaudem. Viciados em facilitismo e irresponsabilidade. A esquerdalha rebola com orgasmos múltiplos sempre que é bafejada com medidas deste tipo. Tudo o que seja promover a ignorância, formatar as pobres cabeças dos alunos com preconceitos, ideologias promotoras de pobreza e dependência, é motivo de aplauso pela esquerdalha. O sonho da esquerdalha pode estar prestes a concretizar-se: todos iguais na ignorância menos os filhos das famílias socialistas que há muito encontraram refúgio nos colégios privados.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

A ambição da esquerdalha: estamos a caminho de sermos todos iguais na pobreza.

O programa de governo do PS é o mais esquerdista programa de governo desde 1978. É tão esquerdista que o BE se queixa de o PS lhe estar a roubar ideias. 

Os socialistas querem mais progressividade no IRS, leia-se mais saque sobre a classe média e a classe alta; englobamento obrigatório dos rendimentos prediais no IRS, provocando, por essa via, um enorme aumento de impostos dos que investiram em casas para arrendamento.

Portugal já é o quinto país mais pobre da UE e o terceiro mais pobre da zona euro. Tem sido ultrapassado por quase todos os países que outrora pertenceram ao bloco soviético. Eram todos mais pobres do que nós. Três décadas de liberdade económica e baixos impostos colocaram-nos acima de nós.

A ambição da corja socialista é colocar o nosso país no último lugar. Em breve, os portugueses serão os mais pobres da UE mas serão todos iguais na pobreza. Os sinais estão à vista: o salário médio em Portugal está cada vez mais encostado ao salário mínimo.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Espatifam tudo: ADSE com défice em 2020

Os socialistas espatifam tudo. Olham para o Estado como coisa deles e colocam ao serviço das respetivas famílias os recurso do país e a riqueza criada pelos cidadãos e empresas. 

Soubemos hoje que a ADSE entra em défice para o ano e que esse défice se deve à crescente dívida do Estado.

Já sabíamos que as comparticipações da ADSE são cada vez menores. Ficámos agora a saber que os socialistas fazem com a ADSE aquilo que é habitual: "lá vai calote!"

terça-feira, 29 de outubro de 2019

O PS é marxista?

Nunca se assistiu a um PS tão radical como agora. As raízes ideológicas do PS são mistas: o jacobinismo radical da 1ª República, a social democracia alemã e o comunismo reformista do MES.

Durante 4 décadas, predominou a corrente social democrata e o PS foi um travão ao comunismo. A queda dos principais partidos socialistas europeus provocou um alinhamento à esquerda com a consequente hegemonia da corrente marxista.

Hoje o PS é um partido profundamente comprometido com a construção do socialismo. Essa hegemonia foi possível graças aos infiltrados, gente que veio dos partidos que se fundiram no BE e outros que militaram no MES e no PCP.

A corrente social democrata está fora das estruturas dirigentes do PS e remeteu-se ao silêncio e apagamento. 

Portugal é hoje o país mais socialista da UE e caminha a passos lentos mas seguros para uma economia e sociedade socialistas.

Os partidos marxistas colheram nas últimas eleições quase 70% dos votos expressos. Não existe nada assim na Europa.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Governo socialista vai proibir retenções até ao 9º ano. Mais uma martelada na meritocracia

Está no programa do Governo. Os professores ficam proibidos de reprovar alunos até ao 9º ano. Passam todos mesmo os que não atingem os mínimos de coisa nenhuma. Obviamente, o passo seguinte será pôr fim aos exames nacionais no 12º ano. Prepararem-se: a esquerdalha é inimiga do mérito e do esforço e quer impor a igualdade  à martelada.

Com a extinção dos exames nacionais, ficam abertas as portas das quotas raciais, o "tesourinho" escondido no programa do PS com rabo de fora. Ou muito me engano ou a meio desta legislatura e para aguentar o Governo PS, vamos assistir à negociata das quotas raciais para "comprar" o apoio do BE na aprovação dos orçamentos.

Quem rejubila com mais este prego no caixão da escola pública são os colégios privados. Quanto mais caos, confusão e facilitismo houver nas escolas públicas mais encarregados de educação olham para  a escola como um investimento e, porque não são burros, irão colocar os filhos nos colégios privados.

Atenção, os socialistas não são burros e, claro está, já optaram há muito pelos colégios privados,os que têm mensalidades superiores a 500 euros, do tipo Colégio Alemão, Colégio Moderno, etc. Anarquia curricular é para os pobres e para a classe média cada vez mais encostada ao salário mínimo. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Governo desvaloriza indisciplina e violência nas escolas. É o socialismo, pá!

Reagindo à recente vaga de violência de alunos e encarregados de educação contra professores, o ministro da educação disse que é um problema residual. Há muitos anos que os governos desvalorizam a indisciplina e a violência nas escolas. Então, se a violência provém do "grupo étnico de que não se pode dizer o nome", todos se encolhem, todos ignoram com medo de serem acusados de racismo e xenofobia.

Os professores ficam entregues a eles mesmos e a maioria das vezes,comem e calam, porque de nada vale apresentar uma queixa contra um aluno ou um encarregado de educação violentos. Apresentar queixa assemelha-se a uma confissão de culpado e para efeitos de avaliação de desempenho tal confissão é entendida como incapacidade para lidar com os alunos.

O professor que apresenta queixa por indisciplina ou violência é considerado pela ortodoxia pedagógica dominante como uma mau profissional. Para a ortodoxia pedagógica que controla as escolas e o currículo, o aluno tem sempre razão.

O socialismo também é isso: aluno indisciplinado ou violento é visto como um futuro cidadão revolucionário, rebelde, capaz de afrontar as autoridades legítimas e de abraçar as causas fracturantes manifestas na ocupação das ruas e do espaço mediático.

Mas os professores não saem bem de tudo isto porque são incapazes de reconhecer que a desvalorização da violência contra professores é um produto da cultura socialista. É caso para dizer: "quanto mais me bates mais gosto de ti".

terça-feira, 22 de outubro de 2019

O caos chegou ao Governo

Tinha de ser. O socialismo traz com ele sempre mais burocracia, confusão e caos. Depois de lançar toda a administração pública e escolas numa tremenda confusão e caos, o socialismo, na sua mais pura natureza, chegou à estrutura central do Governo com a loucura das 50 secretarias de estado com nomes tão loucos como estes:

secretaria de estado do desenvolvimento rural; secretaria de estado da descentralização; secretaria de estado do ordenamento do território; secretaria de estado da valorização do interior; secretaria de estado da mobilidade, secretaria de estado das infra-estruturas; secretaria de estado da transição digital; secretaria de estado do planeamento, etc.

Imaginem a quantidade de despachos e portarias para complicar a vida portugueses que estes 50 secretários de estado vão criar com o objetivo de darem provas de vida e de justificarem a sua existência.

Já estou a ver o secretário de estado da mobilidade a aprovar regulamentos e proibições com o objetivo de dificultar a mobilidade de quem precisa de circular para trabalhar.

É a loucura total.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O socialismo contra o mérito

O socialismo precisa de dois fatores para se instalar num território: a existência de uma elite que se julga legitimada para interpretar e executar a "vontade do Povo", porque pensa que é portadora do destino histórico, e um Povo que deixou de acreditar na soberania e autodeterminação e, em consequência, entregou os seus destinos à elite iluminada que controla o Partido e o Estado.

Quando os socialistas se encontram no processo de conquista do poder, o seu principal inimigo é a meritocracia. Por isso é tão importante o controlo do currículo e das escolas. É aí que se torna mais fácil impedir que o mérito seja o critério principal de escolha e seleção. O Povo tende a acreditar nas vigarices e mentiras socialistas e acaba por aceitar a ideia de que o mérito  é incompatível com a igualdade e a inclusão. Portugal está nessa fase há algumas décadas para cá. Nunca esteve tão perto de preencher todos os requisitos de um país socialista, ainda que com as nuances europeias.

Fora das escolas, na administração pública e nas empresas estatais, os socialistas dão continuidade à supressão do mérito, entregando os cargos e lugares de decisão à elite e respetiva família. O Povo e os media avençados desculpabilizam a corrupção e o nepotismo dos socialistas porque crêm que o fazem com boas intenções, prosseguindo uma finalidade maior e boa: a igualdade e a inclusão.

É pois normal que, logo os socialistas controlem o Estado, eles recrutem para os lugares de responsabilidade e decisão os seus familiares porque eles, uma vez instalados, são, na verdade, os donos disto tudo. Controlado o Estado e a economia o processo fica quase concluído, bastando para tal a criação de um sistema e uma rede de subsidiodependência que garanta aos socialistas uma base eleitoral ganhadora. Ora, uma coisa e outra já se verifica em Portugal. 

Os socialistas não são parvos. Ao invés, andam nisto há vários séculos e sabem muito sobre como conquistar e conservar o poder. Para poderem distribuir riqueza e manter o Povo subsidiodependente no limiar da pobreza ou um pouco acima, necessitam de empresas privadas que aceitem o papel de financiadoras forçadas do sistema à custa do saque fiscal. Não esquecer que, para os socialistas, a propriedade é um roubo. Por isso estão legitimados para "ir atrás dos criadores e acumuladores de riqueza".

Parlamento Europeu equipara o comunismo ao nazismo

Os merdia socialistas ignoraram o assunto.  Mas a deliberação do PE merece saudação. Embora se saiba que o número de mortos provocados pelo comunismo é muito maior do que os mortos provocados pelo nazismo, os merdia e comentadores avençados insistem em colocar o comunismo no lado bom da História. Só na ex URSS, o comunismo provocou diretamente a morte de mais de 60 milhões de russos e ucranianos; na China de Mao o número de mortos foi ainda maior. No Cambodja foram cerca de 1 milhão. E por aí fora num frenesim de sociopatia e crueldade sem paralelo.

Apesar da evidência que estes número mostram, as Universidades e escolas estão repletas de pessoas que se recusam a ver. Os professores são, provavelmente, o grupo profissional mais formatado pela ideologia socialista. Não admira. Tome-se em conta a natureza dos programas de formação inicial e contínua de professores - repletos de socialismo - e facilmente se conclui que não poderia ser de outra maneira. Os professores são, em Portugal, o instrumento mais poderoso de inculcação da ideologia socialista. E fazem-no com convicção e boa fé. Muitos pensam que o socialismo é amigo dos pobrezinhos e das causas que fazem avançar os direitos dos mais pobres.

Se tivessem um pouco mais de espírito crítico e conhecimentos de História  veriam que é exatamente o contrário. O socialismo traz sempre pobreza, miséria, dependência e heterodeterminação. A natureza do socialismo é criar dependentes e entregar o poder de decisão, incluindo em matérias do foro individual, a uma elite de iluminados que julgam ter legitimidade para impor aos outros um projeto fechado de sociedade.

No final do dia, os socialistas aspiram ao controlo total da sociedade, das famílias e dos indivíduos, colocando ao seu serviço os recursos e riqueza criada pelos indivíduos.