sábado, 23 de novembro de 2019

Filhos de Evo Morales fogem para a capitalista Argentina

Os comunistas são diabólicos mas não são parvos. Na hora de escolherem onde viver depois de corridos do poder pelo Povo não optam pelos países governados pelos partidos comunistas. Procuram asilo em países capitalistas.

Sujeitam os povos à pobreza, matam os povos à fome, deixam para trás milhões de cadáveres, constroem muros para impedir que os súbditos abandonem o "paraíso" mas quando os comunistas  têm de escolher optam pelos sítios que perpetuem o seu estilo de vida luxuoso e repleto de privilégios.

Evo Morales preferiu o México capitalista à Venezuela socialista. Os dois filhos do ex-ditador da Bolívia preferiram a Argentina capitalista.

Cuba tê-los-ia recebido de braços abertos mas nenhum deles quis ir para Cuba.

Acontece o mesmo quando escolhem as escolas dos filhos. Para os pobres e classe média, resta a opção das escolas estatais. Os comunistas que ocupam cargos públicos optam por colocar os filhos em escolas privadas de elite.




PS alinhado à extrema esquerda

O PS actual já não é social democrata. Tem dado cada vez mais provas de que se tornou um vulgar partido marxista alinhado à extrema esquerda. Essa transformação foi feita com os infiltrados oriundos da extrema esquerda e que nunca se demarcaram do projecto revolucionário comunista. Mas foi também permitida e incentivada pelos oportunistas que rodeiam o filocomunista António Costa na sua desesperada luta pela conservação, a todo o custo, do poder político no partido e no país.

Esta semana surgiram mais dois indícios do alinhamento do PS à extrema esquerda:

1. O englobamento dos rendimentos prediais e de capital no IRS, provocando um brutal aumento de impostos entre os pequenos investidores e aforradores e, simultaneamente, uma destruição de valor em larga escala no mercado de capitais e no mercado de arrendamento.

2. Apenas 7 deputados do PS votaram a favor da moção apresentada pelo CDS de saudação ao 25 de Novembro e o que ele representa em termos de democratização do país e ruptura com a ditadura comunista.

O BE continua a defender o que a UDP e o PSR defendiam no PREC: perseguição e saque dos ricos, proletarização da sociedade, nacionalização da economia, em suma, a construção do socialismo. No tempo do PREC o PS esteve do lado das forças democráticas e anticomunistas. Passdos 45 anos, o PS adoptou o projecto político da extrema esquerda e é hoje um vulgar partido marxista.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Desafiar a falsa superioridade moral dos comunistas

A esquerdalha teve ontem um péssimo dia. Ver o deputado André Ventura aplaudido por 13000 polícias não é coisa fácil de engolir. Nos próximos dias, a esquerdalha vai tentar associar o Movimento 0 à extrema direita com o objetivo de desqualificar o deputado Ventura e os polícias que acorreram em massa.

A esquerdalha faz o que está na sua natureza: insulta, mente e desqualifica com base no insulto e na mentira. Mas agora surgiu um novo fenómeno: a direita deixou de ter vergonha de ser direita, a direita não se importa com os insultos, a direita cresce quando vem para a rua e ocupa o espaço público, há 46 anos monopólio da esquerda.

O jornal porta-voz da extrema esquerda. Público, deu início de imediato à tarefa da desqualificação moral e política da direita.. Apesar de toda a gente saber que o símbolo 0 significa okay, a extrema esquerda quer por força associá-lo aos movimentos de supremacia branca.

O problema da esquerdalha é que a direita deixou de dar importância aos insultos e mentiras que a esquerdalha despeja sobre tudo o que possa estar associado à direita.

A falsa superioridade moral da esquerdalha morreu a partir do momento em que a direita perdeu o medo e ocupou o espaço mediático e as ruas de Lisboa.

Ontem foi um dia importante no combate à falsa superioridade moral da esquerdalha. Há deputados na AR a dizerem que o socialismo gera pobreza e, ao longo dos últimos 100 anos, deixou para trás 100 milhões de cadáveres.


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Aliança social comunista lida mal com as questões de segurança

A esquerdalha gosta de tomar partido pelos bandidos e é rápida a acusar os polícias de abuso da força quando são obrigados a reagir a ataques contra a integridade física dos polícias. 

A esquerdalha está sempre pronta a acusar os polícias de xenofobia quando aqueles enfrentam com determinação invasões de esquadras situadas junto de comunidades que a esquerdalha considera vítimas da opressão do homem branco.

A esquerdalha olha para os polícias com desprezo e é ligeira a associar as movimentações cívicas destes aos movimentos de extrema direita.

A esquerdalha gosta de desautorizar os polícias e de tornar difícil o exercício da protecção aos cidadãos e à propriedade.

A esquerdalha não dá os meios necessários aos polícias para estes exercerem as suas funções de proteção e segurança dos cidadãos. 

A manifestação desta tarde é uma justa reação dos polícias à desconsideração e desprezo que o governo social comunista lhes dedica.

PS e BE têm medo destas manifestações. Guardam silêncio e tremem de medo. O PCP olha para a movimentação dos poícias como se ela fosse apenas um problema laboral. O PSD do inútil Rui Rio pede calma aos polícias. Não toma partido, encolhe-se, coloca-se do lado do Governo. É mais uma vez uma bengala do PS. Ou os militantes do PSD correm com este inútil ou o PSD fica para sempre no clube dos pequeninos.

Só o CHEGA e o Iniciativa Liberal se colocaram ao lado dos polícias.  Ambos colocaram em relevo uma das mais importantes funções de soberania: a segurança dos cidadãos e da propriedade. Quando houver eleições, não vou esquecer.




quarta-feira, 20 de novembro de 2019

De um bom músico a esquerdalha faz um génio

A morte do compositor e cantor José Mário Branco foi noticiada pelos media socialistas como a partida de um gigante, um génio, o maior artista português do século XX e XXI e outros exageros semelhantes. 

Repete-se sempre a mesma cena, dá-se espaço de página inteira como fez hoje o Público, um jornal porta-voz da extrema esquerda, financiado pelo maior grupo capitalista português; abrem-se os telejornais com os elogios do costume, o maior, o gigante, o resistente, lutador pela liberdade e outras charlatanices e até o PR vem a público afirmar que lhe vai conceder condecoração póstuma com o pretexto de que se foi um grande artista e um "lutador pela liberdade".

Lutador pela liberdade?  Haja vergonha!

A esquerdalha não tem vergonha na cara. José Mário Branco esteve sempre do lado dos tiranos e nunca fez uma crítica a um percurso ao serviço da revolução socialista e contra a democracia liberal.

JMB esteve com o PCP durante décadas, conviveu com os 100 milhões de mortos vítimas do comunismo, assistiu e apoiou as invasões da Hungria e da Checoslováquia, esteve do lado dos terroristas das FP25 e nunca se lhe conheceu um arrependimento ou uma autocrítica. Apenas arrogância, amargura, ressentimento e ódio.

Esteve sempre ao lado dos tiranos comunistas.

Como músico deixa-nos dois belos discos publicados em Portugal antes do 25 de abril de 1974, mais uns tantos nas décadas posteriores e alguma merda musical do tipo "FMI". Como criador foi pouco e desigual. Mas como sempre foi comunista, passa à História como gigante e génio.

A esquerdalha não tem vergonha.

Sacar, sacar até sermos todos pobres

Com a aliança social comunista a entrar no quinto ano de governação, começa a notar-se aquilo que acontece sempre a qualquer processo de construção do socialismo: o dinheiro dos outros começa a acabar-se e o festim aproxima-se do fim.

Os primeiros sacrificados são os portugueses da classe média, aqueles que têm um rendimento familiar mensal superior a 2000 euros brutos, a quem os socialistas chamam de ricos.

A classe média sofre de várias maneiras: através de novas manipulações dos escalões do IRS de modo a torná-lo ainda mais progressivo, pela degradação dos serviços públicos, sobretudo escolas, hospitais e transportes, e pelo aumento dos impostos sobre os combustíveis e sobre o património.

Preparem-se! Vem aí o englobamento obrigatório dos rendimentos prediais e provavelmente também de capitais. Resultado do esbulho socialista: a oferta de casas para arrendar diminui, o preço das rendas aumenta, os incentivos à poupança e ao investimento das famílias aproximam-se do zero, o imobiliário entra numa nova crise e a classe média empobrece.


terça-feira, 19 de novembro de 2019

Governo social comunista empurra o país para nova crise

A degradação dos serviços públicos não para de surpreender. Comboios suprimidos um pouco por todo o lado com especial incidência na Linha de Sintra, estradas e auto-estradas sem manutenção adequada,  serviços hospitalares encerrados por falta de médicos especialistas, falta de medicamentos, instalações hospitalares degradadas, listas de espera crescentes nas consultas de especialidade, escolas encerradas por falta de pessoal, milhares de alunos sem professores e avarias diárias no Metro de Lisboa.

A pouco e pouco fica a descoberto a esperteza saloia do Centeno que conseguiu reduzir o défice à conta das cativações, calotes gigantescos dos hospitais à indústria farmacêutica e manipulação das estatísticas.

Se a zona euro entrar em recessão, e tudo aponta para aí, Portugal será fortemente atingido dada a fraqueza da sua economia, dívida gigantesca, crédito mal parado e imparidades bancárias.

A culpa será inteirinha do Governo que não aproveitou o crescimento da economia mundial para fazer reformas e, pelo contrário, reverteu as poucas que o Governo de Passos Coelho fez.